Perda de Alguém
Não é raro ouvir-se alguém dizer: “Fulano tinha dificuldade para expressar seu sentimento mas, do jeito dele, ele te amava!”. É o caso de se perguntar: e daí? Qual a utilidade prática de guardar só pra si um sentimento que o outro não percebe, quando a essência do amor é a doação? Diante da fome de alguém, que valor pode ter o alimento guardado no armário? Tal como qualquer coisa preciosa, o amor só faz sentido quando alimenta o receptor, e nunca contido no coração de quem supostamente o traz dentro de si, mas não se empenha em fazer com que alguém o saiba. Antes ser objeto de ódio – já que este último reconhece a nossa força – do que a indiferença, que só nos afirma que não somos coisa alguma.
Reparem: sempre que alguém repete sem parar o que diz ser sua verdade, via de regra está tentando disfarçar o ponto fraco ou está tentando convencer a si mesmo do que quer convencer os demais.
Não há como saber onde está na vida de alguém. Uma semana, um dia, uma hora ou nunca fez parte. O melhor é observar os detalhes.
Hoje
Sem saber por quê
Fui lembrar
De um tempo que ficou pra trás
E vi alguém
Alguém que eu já não sou mais
Porquanto,
A despedida é uma constância
Só que quase que despercebida
E as fases da vida, tem prazo de validade
De vez em quando
Quase vemos isso, qual criança
A se rir de um medo bobo que não finda
Pra no fim da vida ter segredo
A saber-se o mesmo ainda... e ninguém vê
Pois, se conhecimento é uma conquista
A lista do que não sabemos permanece vasta
E é preciso ser um grande tolo pra pensar vencer
Vida, doce vida
Passa tão depressa
Quanto um lindo verso de lua cheia
O dia vem, pouca gente viu a lua
e o luar... ninguém
A gente segue, abandonando
Um medo ou outro ao longo do caminho
Como quem se despede de velha amizade
Mas que ainda existirão
Um dia após o fim da eternidade
Há um tempo a despir-se também
De todo e qualquer orgulho
Como espelho que se parte
Agora partimos
Sem fazer barulho, alarde ou ruido
Nem querer se fazer ouvido
Pois, quanto mais a gente cresce
Mais a gente se apequena
de tanto pensar, se pensa
E vê que não vale a pena.
Edson Ricardo Paiva.
Se você tem alguém que julga amar, proteja ela como for, e não meça esforços pra isso, pois o amor é a única coisa que verdadeiramente vale a pena lutar e consequentemente morrer.
Se você poder ajudar alguém seja parente ou não, ajude seja de perto ou distante ajude. Faça a diferença sem olhar a quem!
O ÚNICO sentimento capaz de mudar o histórico de vida de alguém é a GRATIDÃO pela vida que lhe foi concedida, por aqueles que a conceberam, por todos os ANCESTRAIS e pelos ATUAIS caminhantes que lhe auxiliem no caminho.
A elegância de alguém não diz respeito aos bens que ela possui, mas sobretudo aos valores que ela herda.
Sentir saudades...
Saudades de algo, alguém...
Vontade de gritar sem saber o momento de parar...
Ansiedade que me enlouquece...
Amar alguém não é apenas cuidar daquilo que está a sua frente. É lembrar-se do passado... e cuidar do futuro. É saber abraçá-los juntos.
(Kyo)
Até ao meu último sopro de vida irei lutar;
Irei utar para não quebrar alguém, para que alguém não sofra tanto;
Porque entendo o que é viver com o coração partido, jamais seria alarve para o fazer;
E no meu coração vazio irei sempre tentar preenche-lo com o brilho dos olhos dos outros;
Talvez por mim, talvez por todos, quero ver os olhos tristes tornarem a sorrir; por isso irei lutar;
Sei que por mais que tente preencher o meu coração com o bem de outros será uma luta eterna pois terei momentos de alegria mas jamais serei outra vez feliz.
De qualquer forma lutarei até ao fim.
O verdadeiro teste para avaliar a bondade do seu coração ocorre quando alguém lhe faz mal ou você se sente prejudicado. Nesses momentos, observe com atenção seus pensamentos, sentimentos e reações. Se perceber algo negativo, faça uma oração.
Procuro gente que anda de cabeça pra baixo, como eu. Alguém que entenda minha maneira de ver o mundo. Não estou errado e nem o mundo está errado. É só uma questão de perspectiva.(Walter Sasso)
De alguém com a vida ganha: Nada como um dia após o outro! De um faminto: nada como, um dia após o outro!
