Pequenos Trechos de Amor
Dizem que eu acredito em fadas.
Sim acredito.
Não era um caso, era amor!
Pra ficar do meu lado tem que ser bom, tem que ser real, tem que ser ideal, tem que ser melhor que minha própria companhia!
Copyright, direitos autorais
Todos os direitos reservados a
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
Ouvi dizer que o amor que o amor é cego também surdo, finge que não ouve, ele não escolhe a pessoa é nem tem dia e nem hora de chegar.!
Simplesmente acontece.!
Ora pois, é o amor que te escolhe.E quando isso acontecer não interrompa deixa entrar.Até sangrar a,alma.!
Ele te anestesia para não sentir dor.
O amor é aquele que te desperta quando você está adormecido se fingindo invisível e não querendo nem ver, ah, sim.!
Más ele te ajudará muito a conseguir o que te parecia impossível, a lutar , crescer e amadurecer.
Olha o amor mudará sua maneira de ser, crescer, o tornará mais sensível, mais humano e mesmo sentindo rejeição você será feliz, sempre sorrindo e qualquer que te conhece irá perceber, a diferença. Você se tornará mais humano e cheio de expectativas.
Mas o amor é oportunista, sim, egoísta, exclusivista sim, não divide.
Às vezes se mostra, faz tudo para chamar atenção te cortejado se faz mais belo a todos só para te conquistar, e você nem percebe, que isso é uma armadilha um alçapão.
Também é hábil ágil, e frágil te mostrará todas as façanhas, te ensinará a lutar, e não desistir....dele.
Sim nunca se cansara de ti. Pois ele é aquele que não conhece barreiras e nem fronteiras e mesmo estando longe se fará presente.
Estará aqui ou ali, aonde quer que você vá.
Permanecera presente.
Ele nunca mente, sempre lhe dirá a verdade.
O amor te conhecerá e lhe dirá coisas com o olhar.
Ele te entrega de braços abertos o mundo inteiro.!!
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Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
"Amor é aquela coceira que coça quando tudo está cor de rosa e que logo passa quando as contas a pagar chegam."
"Se todos cuidassem e educassem seus filhos com amor, respeito e responsabilidade, este mundo seria um lugar melhor."
"Uns se prendem pelo dinheiro, outros pelo amor. A prisão é a mesma, os efeitos não. Encontrou a chave da sua?"
"O cristianismo perdeu força quando o amor à sacolinha do dízimo superou o amor a Deus, violando o maior dos mandamentos. Afinal, qual deus é o seu?"
Depois de cruzarmos
os cem metros em direção
à Caverna do Amor,
render-me mansamente
aos seus predicados,
Permitindo que os meus
cabelos sejam trançados
pelas suas amáveis mãos,
Algo sempre me disse
que os caminhos
para nós já estavam traçados.
Contemplar a bela floração
da Orquídea da Virgem
com o coração em rendição
sob a aurora hondurenha;
Não tem nenhuma explicação
ainda de antever esta cena
com inexplicável clareza.
Reconhecer que este tempo
todo, em vez de conversar
com qualquer um,
estava sempre escrevendo
um novo poema,
Esperando que um dia
você aparecesse,
e por acaso não acontecesse,
assim permaneceria
até o destino assim permitisse.
[Sem saber quem é você,
percebo que estás presente,
embora não esteja fisicamente.]
A sua pior versão não foi capaz de impedir o amor de Jesus por você.
Um engano comum e triste é pensar que Jesus não nos amaria por causa de nossa versão ruim, por causa de erros cometidos ou pecados que fizeram ou fazem parte de nossa vida.
Na verdade, é o oposto: é na versão ruim do ser humano que o amor de Jesus se manifesta de forma mais intensa, através de Sua graça, não oferecendo apenas acolhimento, mas perdão e transformação. Jesus nunca rejeitaria um coração quebrantado que deseja ser redimido.
Um capítulo ruim de nossa jornada não define o nosso final quando depositamos nossa fé e esperança no próprio autor da vida.
Por um mundo onde os relacionamentos sejam Alicerçados pelo Amor, e Sustentados pelo modo de Relacionar, não pelo MEDO.
O amor não se sustenta nem se eterniza só na calmaria, mas também na fidelidade nas tempestades.
Na saúde, na doença e na eterna gratidão por estarmos juntos.
Sem revolta, passamos o Natal no hospital.
Sabíamos — e seguimos sabendo — que o Grande Aniversariante veio pelos doentes.
Sem revolta, passamos o réveillon no hospital.
E hoje, sem revolta, passaremos também o nosso aniversário de casamento no hospital.
Porque sabemos que estar juntos não é circunstância — é aliança: na saúde e na doença.
Naquele que tem autoridade até sobre a tempestade, confiamos:
Ele jamais permitiria que a atravessássemos se não pudesse dominá-la.
Mas ainda assim, Pai Amado, humildemente Te suplico:
restaura a saúde da mulher da minha vida —
aquela que me deste por esposa.
Toca seu corpo com a Tua cura,
acalma sua alma com a Tua paz
e renova suas forças dia após dia.
Dá-nos vigor quando o cansaço insistir,
silêncio quando o medo tentar falar mais alto
e esperança quando os dias parecerem longos demais.
Sustenta-nos na travessia
e permite que, ao final dela, saiamos mais inteiros,
mais gratos
e ainda mais unidos em Ti.
Que o Pai Amado continue abençoando a nossa jornada!
A Ti, Pai, gratidão por mais um ano de casados!
Amém!
Não há interesses mais confusos e covardes quanto aos que confundem amor com carência, e acabam após saciados.
Porque o Amor Verdadeiro não se esgota quando a fome é saciada — ele nasce justamente quando o outro deixa de ser remédio para a solidão e se torna companhia na inteireza.
A carência só quer preencher um vazio; o amor, transbordar!
Quem ama pela falta, consome, desgasta e até usa o outro.
Quem ama por plenitude, compartilha o que tem de mais inteiro.
Por isso, é tão fácil ver relações que começam com tanta intensidade e terminam em silêncios tão ensurdecedores — eram tão somente gritos de necessidade disfarçados de afeto.
O amor não almeja saciedade, mas sim, permanência.
Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…
Inclusive Brigar!
É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.
Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…
Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.
Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.
Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro.
