Pequenez das Pessoas
A minha pequenez, fraqueza e incompletude enquanto ser humano me fazem clamar a Deus, Todo-Poderoso, que me protege, abençoa e conduz por caminhos aprazíveis!
"Ser grande não e' maximizar qualquer pequeneza no universo, isto e' ser grande no pensamento ser grande e' verdadeiramente imergir em algo grande como o mar, assim uma pequeneza se aglutina em algo maior a fim de dividir seu titulo de maioridade, em conseguinte noutro panorama o mar pode ficar pequeno e sua pequeneza necessitar de imergir em outro canto do universo e por vez o universo... Nada e/ou ninguém e' grande por si só, isto constitui num ligeiro engano, pois sempre fazemos parte de algo maior. Necessitar do outro em nossa composição vital e' natural e nos faz compreender o quão somos singulares e ainda universais.
_Assim diz um viajante do tempo."
poeta_sabedoro
A Graça,
Diante de tantos abismos hermenêuticos,
diante da minha pequenez,
Pergunto-me: como posso alcançar à santidade?
...
Qual a possibilidade,
Diante de mim... Homem de imperfeições
De falsas motivações, dúvidas e medos?
...
Como posso caminhar
ao lado de um Deus, tão santo,
E aprender de seus mistérios,
Mesmo a despeito de mim?
A Graça.
“O olhar minúsculo do invejoso sempre o levará a enxergar nos que se agigantam, a própria pequenez de seus pensamentos.”
Vivemos um paradoxo, de um lado nossa pequenez diante do Universo, do outro nossa grandiosidade quando estamos em comunhão com o Espírito.
Quando vejo os olhos da morte
Não posso mais temer a pequenez
A suavidade do dia é milagre
O sol da pele que me toca é milagre
A hora ainda acordada é milagre.
Quando olho no fundo dos olhos da morte
Não há mais temores tolos
Não há mais confusões
Nem necessidade de ser notada
Não há mais desculpas para brigar
Não há mais nada.
Quando a vejo tão de perto assim
Quando a percebo inculcando meus brios
Dando-me calafrios
Não há mais nada a temer
Porque, no fim das contas,
Tudo o que eu sempre temi
Está diante de mim
Olhando-me com profusão e piedade
Permitindo-me desfrutar um pouco mais
E viver o que ainda preciso...
Aquele que conta com a ajuda Divina, é mais humilde, tem consciência da sua pequenez, mas sabe que no interior da sua alma existe muita grandeza e buscam-na para enfrentar as dificuldades .
Mentes…
A pequenez de uma mente revela-se no seu fascínio pelo efêmero, pelo irrisório, pelo rumor que se arrasta pelas sombras do cotidiano. Focar-se nas vidas alheias, desfiando os fios da privacidade do outro, é sinal de um espírito que se detém na superfície, incapaz de sondar as camadas mais densas da existência. A fofoca, em sua essência, é o refúgio de quem se recusa a confrontar a vastidão do pensamento, preferindo habitar o estreito corredor da banalidade.
Por outro lado, há aqueles que se inclinam para o dinamismo dos eventos, para os movimentos que moldam o mundo e nossas experiências compartilhadas. Essas mentes, embora mais arejadas, ainda se limitam ao transitório. Discutem fatos, narram histórias, mas se deixam enredar pelo agora, pelo cenário externo que se desenrola como um teatro. Não ousam perscrutar as raízes que sustentam o que é visível, pois talvez temam o abismo que aguarda sob a superfície dos acontecimentos.
Já as mentes verdadeiramente grandiosas transcendem a distração do trivial e a armadilha do imediato. Essas almas encontram o infinito no pensamento, o eterno nas ideias. Não se satisfazem com a espuma das ondas; buscam o oceano profundo onde residem as perguntas fundamentais. Elas sabem que discutir conceitos é escapar da prisão do contingente, é tocar o que é universal, absoluto e transformador. O diálogo de ideias não apenas conecta consciências, mas também as eleva, permitindo que o espírito humano se expanda para além de si mesmo.
Assim, a diferença entre essas três categorias de mentes não é meramente uma questão de escala, mas de profundidade. É a escolha entre o passageiro e o perene, entre a distração e o propósito, entre o ruído e a música. A grandeza de uma mente não é medida pelo que ela consome, mas pelo que ela cria e pelo impacto que suas reflexões exercem sobre o mundo. Enquanto as mentes pequenas se contentam em observar o palco, e as boas em relatar suas cenas, as grandes reescrevem o roteiro que dá sentido à existência.
É tanto individualismo, pequenez e uma necessidade desenfreada de sermos melhores que vamos esquecendo que somos humanos, que a vida é cíclica e que dependemos uns dos outros...O ser humano foi se perdendo na individualidade achando que se fortalecia, quando na verdade deixava de enxergar a si mesmo no outro e ia construindo um mundo indiferente e cruel ...Somos vítimas de nós mesmos !!
A pobreza da grande maioria sustentada por uma minoria, representa nossa pequenez diante da grandiosidade que nos circunda
Me embriago, me perco na embriaguez, me Tomo e bebo, na gana dessa minha pequenez; vivo marimbondo no fim desse mundo, largado e jogado embriagado quase todas às vezes, sendo tarde ou noitinha, embriago-me quase todas às vezes.
Alexandre pequenez grarrrcia, vive de meias verdades encima dos galhos unidos do neoliberalismo selvagem.
O amor!!
A pequenez do ser humano, muitas vezes não consegue entender que o verdadeiro amor é muito profundo, e se manifesta de diferentes formas.
Simone Vercosa.
