Pequenas reflexões
O silêncio apenas acalma as discussões acaloradas mas, não altera o estado das coisas. As palavras movimentam o mundo!
Quem sou eu?
Não sou tão velho,
e nem tão novo
Ando sempre correndo
Para muitos passo lentamente,
Para outros corro rapidamente
Sou temido pelos aventureiros
Sou o maior inimigo dos jovens
Melhor amigo de quem não te pressa, e de quem curte a vida como se fosse uma festa
Não sou o vento;
Mas passo entre vocês
Estou em todos lugares em todos os momentos;
Não sou Deus
Pois até ele teme o tempo
Quem sou eu?
A História De Um Violão
Quantas músicas tocadas;
Quantos dedos machucados;
Quantas lágrimas derramadas;
O violão q vós falo,
Ah de tocar a mas bela melodia do mundo!
Não pelas cordas caras;
E sim pela melodia que contagia
Com seu sentimento sem fim e com muita alegria!
Com o mais puro dos corações ele é tocado,
Mesmo q esse coração já esteja danificado.
Vida vai vida vem e cá estou eu de novo, prestes a entrar em mais 1 ano que se diz novo. Será mais 1 de sonhos, luta, vitórias, fracassos, glórias e frustrações. Mais um, no qual só a força de vontade vai mostrar o resultado no fim que não será o fim. Ficará para trás mais um ano marcado, para que nos lembremos que ainda estamos no jogo, aprendendo como viver a vida, pois algo só é novo quando não sabemos como será.
Sou doutrinador, Sou Apara, sou a luz e a transformação sou o amor incondicional o equilíbrio e a libertação,eu sou a energia,a energia que movimenta e liberta, a energia da fé, do amor, da criação, criando o impossível para aquele que crê.Para aqueles que necessitam.
Sinto-me profundamente carente de significado interior, com a mente inundada por pensamentos que correm em todas as direções e com um desespero que não conhece limites. Em outras palavras, experimento um vazio absoluto que me leva a questionar quem eu sou.
Conheço minhas preferências, mas será que essas preferências definem minha identidade? Qual é o significado de "ser"? Essa é uma questão que me é completamente desconhecida. Apesar disso, continuo a fazer perguntas profundas e fundamentais - ou, talvez, triviais.
Eu me percebo como alguém superficial, alguém que evita conversas profundas e que pode ser ignorante ou incapaz de concluí-las. Talvez seja uma escolha consciente, talvez seja uma questão de incapacidade. Ou talvez, inconscientemente, eu evite tais conversas por medo do que possa ser revelado.
Não tenho certeza. Continuo a me perder no papel que devo representar na vida - nesta ópera que é a existência humana.
