Pequenas poesias de Amor
Quando conhecemos
juntos o amor,
Foi no abraço mútuo
que rompemos
a casca do ovo
e passamos a viver
um mundo novo.
O amor chegou
alegre e tão leve
como uma pluminha,
que sem perceber
a tua vida passou
a ser também a minha.
Com a sua maciez
de linho colocaste
nós dois no trilho,
Demonstraste que
o amor sempre faz
todo o real sentido;
Ele nos guia além
desígnios do destino.
Atraídos pelo imã
potente do amor sincero,
perfumado como cedro
e mais forte do que ferro:
selamos o pacto perpétuo.
O amor foi moldado
por nós tal como o barro
nas mãos do Criador,
O amor conquistado
por nós é mais forte
do que titânio e mais suave
do que pétalas de papoula
florescendo a cada ano
trazendo paz e esplendor.
O brilho fantasioso
do latão da vida
nós dois trocamos
pelo amor precioso,
eterno e verdadeiro,
Juntos elegemos ser
um coração inteiro;
E mais emaranhados
do que lã muito além
do que imaginamos.
O amor nos cobriu
de mel e açúcar,
O teu perfume sexy
ao meu se uniu,
A gente se seduziu
e de ter amor na vida
nunca mais desistiu.
Parece mais um filme
o trançado de vime
do destino que nos uniu
no caminho de amor
sem sede de voltar atrás
que nem a cerâmica
do cotidiano o desfaz.
A falta de amor entre um casal não é culpa de um telefone celular. Culpar o telefone é eufemizar o desequilíbrio afetivo que existe
e os olhos não permitem enxergar. O telefone é apenas um instrumento de fuga real e subjetivo para não admitir que o ponto que chegou a relação.
Neste mundo temos
muito o quê celebrar
sempre um ao outro,
Porque viver o amor
romântico para uns
se tornou estranho.
Nós dois somos
bem mais ligados
do que zinco ou estanho
com potentes metais,
E todos os dias nos
queremos ainda mais.
Tão precioso e raro
quanto marfim,
O nosso amor bravo
cruzou obstáculos
da vida e do tempo,
E hoje se confirma
o leal sentimento
que forte nos uniu,
e sempre se celebra.
O amor surgiu
bem mais claro
que cristal puro,
Desde a primeira
vez senti que era
você o meu mundo;
Vivendo a entrega
perfeita e mútua
aqui estamos
a cada segundo.
Vão singulares os amores...
Quem pagou os direitos autorais ao amor ?
Por tê-lo usado banalmente, sem créditos do autor.
Desconheço a autoria conhecida, em nosso favor;
Clonagem, cópia, plágio ou imitação,
Gostamos de dosar,
Em medidas homeopáticas,
Práticas em equilibrar,
Debandar do amor apático.
Afago ou travessuras ?
Carícias ou ternura ?
Sabia não que podia amar,
Amor achava que era inventado,
Por inventeiros vertiginosos,
De lugarejos acantonados.
Ilustríssima Karine,
Em nenhuma circunstância
Foi amor ou amizade.
Ilustríssima Karine,
Fomos brevemente
Uma questão de eternidade.
Dependendo o caso e a ocasião é inadiável.
O amor perfeito é invulnerável,
Não pode tornar-se desagradável,
Ou então degradar-se tornando-se degradável.
Resiste aos trejeitos, a avenida do amor é transitável,
Sempre plausível, nunca vaiável,
Terrível é aquele irrecuperável.
Quando em público é observável,
O amor inconsciente é inimaginável,
E se amamos quem ama a gente fica inseparável,
Prova de amor é inquestionável,
A palavra transcende; é inominável.
