Pensar sempre em Mim Mesma
“Às vezes eu sorrio para o mundo, mas por dentro estou abraçando todas as versões de mim que ficaram pelo caminho, tentando não desabar de saudade de quem eu já fui.”
— Anderson Del Duque
“Eu não sei quantas versões de mim já se foram, mas todas deixaram um pedaço de silêncio que ainda ecoa quando a noite me pergunta quem eu realmente sou.”
— Anderson Del Duque
“Há uma parte de mim que ninguém conhece, porque ela vive escondida nas lembranças que eu não tive coragem de contar para o mundo — nem para mim mesmo.”
— Anderson Del Duque
Eu não apenas escrevo — eu deixo marcas. Cada história que nasce de mim carrega propósito, intensidade e verdade. Não caminho atrás de reconhecimento; eu o construo em cada linha. Os prêmios virão como consequência inevitável de uma obra feita para permanecer. Meu nome não será apenas lembrado — será sentido. Eu sou Anderson Del Duque, e minha arte não passa… ela fica.
Pra mim, o teu olhar é atraente,
transmite uma verdade,
mas sei que é apemas uma amostra
da tua notória intensidade
e isso atiça a minha mente
pra tentar desvendar-te,
és uma mulher envolvente
de intensos detalhes.
O Som da Tua Essência
Se tu fosses música, sem dúvida, serias a mais ouvida por mim; a trilha sonora perfeita, adequada para os melhores momentos. Estarias exatamente no ritmo do meu coração: do batimento calmo ao mais intenso. Às vezes, estarias em forma de canção e, outras, na emoção de uma simples melodia, sempre conquistando a minha atenção.
Nos meus sonhos mais calorosos, passarias por uma transformação prazerosa e ganharias uma aparência física: uma arte sedutora e profunda, de muita veemência e lindas curvas, cuja alma seria amorosa e verdadeira. Teríamos uma forte sonoridade à nossa volta, que intensificaria ainda mais o nosso desejo. Em cada sonho, uma ocasião maravilhosa.
Para a minha sorte, tenho uma imaginação poderosa e, só de imaginar, consigo ouvir o som da tua essência. Sonho de olhos abertos com as notas dos nossos sentimentos sincronizadas, os nossos corpos afinados em um único propósito, numa loucura sensata e uma rica desenvoltura, que não poderia ser comparada se tu fosses música.
Cansei de confiar nos que não confiam em mim, e que fazem de tudo para eu não ser feliz
Que me colocam pra tomar decisões e com palavras negativas manipulam minhas ações
Que tudo o que transborda de bom em mim alcance a todos: os que me querem bem e os que não me querem, também.
Sem as Divinas Lembranças Coloridas que Eternizastes em mim, jamais eu suportaria lembrar de um dia tão cinzento.
Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.
Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.
Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.
O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.
O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.
Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.
Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.
Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.
O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.
Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.
Que a dor seja escola, não vitrine.
E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.
Amém!
Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, permita-me ao menos cuidar dos meus antes de sucumbir-me ao cansaço da alma.
Há momentos em que a fé não implora o milagre da retirada do cálice, mas a misericórdia de adiá-lo por amor.
Não é a negação do sofrimento, mas o reconhecimento de que há responsabilidades que ainda pesam mais do que a própria dor.
Quando a alma se vê exausta, não é rebeldia suplicar por tempo; é humanidade.
É dizer: Pai, eu aceito o peso, mas deixa que minhas mãos ainda sirvam, que meu olhar ainda proteja, que minha presença ainda seja abrigo.
Pois, há dores que não escolhem hora, mas há amores que não aceitam partir sem antes cumprir o cuidado.
Cuidar dos seus, mesmo à beira do esgotamento, também é uma forma silenciosa de oração.
É fé traduzida em gesto, em permanência e renúncia…
Não se trata de heroísmo, mas de fidelidade: a fidelidade de quem sabe que o fim pode esperar alguns instantes quando o amor ainda precisa ficar.
E talvez seja nesse intervalo — entre o cálice e a rendição — que Deus mais se revele.
Não como quem afasta a dor, mas como quem sustenta o coração para que ele não se torne empedernido.
Porque às vezes, a maior graça não é ser poupado do sofrimento, mas não deixar de amar enquanto se sofre.
Abraço Da Superação
A ansiedade não afeta só a mim,
Mas também a quem se esforça por estar aqui,
Aqueles que, com paciência, tentam entender,
A dor que carrego, o medo de não saber.
Há um tempo atrás, era insuportável,
Cada dia uma luta, tudo parecia intocável.
Nada que hoje em dia um remédio não amenize,
Goela abaixo, com a esperança que se deslize.
Antes, nem andar eu conseguia,
Hoje, corro à noite, esperando o amanhecer, que brilha.
Espero o “bom dia” como um sinal de vitória,
Como se a cada amanhecer, fosse uma nova história.
É assim que se vive, sem medo do amanhã?
Com coragem, passo a passo, a vida se reconstituirá.
Já não é mais sobre o que vem, mas sobre o que eu faço,
A superação da ansiedade é um abraço, que enfrento com espaço.
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