Pensamentos sobre o Mar

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Na passagem de ano!
O mar é mágico e sempre atende aos sete pedidos, nos pulinhos sobre as ondas, na passagem de ano feita por quem cultiva o amor no coração.

"" Navegar é preciso
mas haja mar
pra tanto desejar

Navegar ao sol
as cores do dia
nada se perde , bronzeia
tudo é mar
de amar...""

" O mar depois de tanto lutar com as ondas, carinhosamente beija a praia...

Desenhei um coração na areia, o mar veio e inundou-me de você.

Mar das mágoas


Cicatrizes regadas com lágrimas,


O antes e o depois de quebrar nas lembranças,


Nas vagas intenções, ricas decepções,


Perante a estátua de um rei que nunca se apaga, o bobo da corte chora causando o profundo mar das mágoas.

Passos de tartarugas na areia, são sinônimos de lentidão, mas levam a imensidão do mar e seus mistérios.

O passado vai e volta como as ondas do mar, mas nunca é a mesma coisa.

Esbarrei em você num beco sem saída, então quando me dei conta já estava me afogando no mar profundo.

Somente nós




Eu a cadeira e o mar,


Eu o tempo e o destino,


Eu o que vi e o que será,


Eu o sol e a lua.

Rochas, mar revolto,
Lua cinzenta, farou iluminado,
Eu em terra firme, você na agonia.

Perdido por você...


Naveguei entre as nuvens e não vi você,


Caminhei sobre o mar e não vi você,


Continuei a vagar dentro de um labirinto abrindo portas e mais portas e não te encontrei,


Foi quando a lua sorriu e através das estrelas me indicou o caminho até você.

Aonde está você?




Uma cadeira ocupada,


pés na areia,


as ondas do mar quebrando com seu barulho de paz,


Mas,,,


A frente, o por do sol gritando, aonde está você?

A vida é como estar em um barco em alto mar, sem remos, sem motor, âncora e sem água... Sobreviver só depende de você.

Em algum lugar, à beira do mar da minha querida Florianópolis, sob a chuva que cai incessante, as sonatas de Beethoven não são apenas música, são tempestades que rasgam a alma, ondas que se confundem com notas e silêncios que ecoam na vastidão do céu cinzento.

Sob a velha Hercílio Luz, diante da imensidão do mar que se perde no horizonte, sinto a mão de Deus me abraçando, lembrando-me da dádiva de ter nascido neste pedaço de paraíso que pulsa com a brisa, a chuva e o som das ondas.

Sou porto seguro em mar de aflições, ancore aí o teu cansaço.

As almas rasas não suportam o peso da profundidade e invariavelmente se afogam no mar de quem ousa pensar e sentir.

O mar não tem pressa, ele ensina a eternidade a cada onda que se desfaz.

Não há glamour no sofrimento. O que faço é apenas documentar o naufrágio para que o mar não pareça tão vazio.

A tristeza é um mar calmo onde a gente pode afundar sem fazer barulho, deixando que a pressão da água nos abrace até que não sintamos mais o frio da superfície. É um refúgio perigoso, um abraço de ferro que nos protege do mundo ao custo de nos tirar o ar.