Seria injustiça pedir metade de qualquer coisa que me levam. Não tiro de mim mesmo a chance de reconstruir. Quanto à outra parte? Ela levou o meu melhor advogado, o meu melhor juiz: a sua própria consciência. Um belo dia o alarme toca...
"Todavia, coisa diversa prezo para mim, porque prefiro conhecer todas as coisas e, ao mesmo tempo, não ser por ninguém conhecido, do que o inverso, a saber, conhecer nada de nada, mas ser conhecido por todos!"
Deixar a desejar e, quem sabe perder pra mim mesmo, o tempo talvez covarde amarga a certeza da decepção. Mas vou tentando reparar minha ausência, de alguma forma sabes que estou presente.