Pensamentos Góticos
O homem verdadeiramente livre não organiza sua existência em torno do medo da morte; procura compreender a vida com intensidade suficiente para não desperdiçá-la.
Não será a morte da inteligência que ameaçará o homem, mas a possibilidade de viver sem precisar pensar.
A morte não é uma interrupção arbitrária da vida, mas o limite que confere à própria existência a urgência de ser vivida.
Temer a morte incessantemente é permitir que aquilo que ainda não aconteceu roube também o tempo que temos antes que aconteça.
A morte não começa quando alguém deixa de respirar. Para aqueles que permanecem, ela se anuncia muito antes, nos pequenos silêncios, nos gestos interrompidos e na terrível percepção de que o tempo jamais nos pertenceu.
A morte leva aqueles que amamos uma única vez. A saudade, entretanto, encontra maneiras de levá-los novamente todos os dias
O tempo caminha sempre para frente, e o fim do tempo é a morte; nesse caminho, você escolhe: viver tudo o que sente vontade ou fazer tudo que os outros mandam.
Atraentes rosas negras,
lindas e misteriosas
com um ar de nobreza,
onde a vida e a morte se mostram, tristezas e amores
numa essência rara externada
nestas simples flores.
A morte é a realidade mais concreta e dolorida que temos. Muitos dizem que 'vai passar', mas a verdade é que a dor nunca passa: ela se eterniza porque o amor era real e insubstituível
A vida de qualquer objetivo consiste na persistência, a morte de qualquer sonho se chama desistência.
Então se for para desistir desista de ser fraco!
A morte determina que a vida é finita. Mas ela não determina o que faremos com o tempo que existe entre o agora e ela.
Só estaremos preparados para a morte quando tivermos consciência de missão cumprida. Até lá, não estaremos preparados para a passagem.
“A corrupção do corpo vicia, trucida a paz, tem custo altíssimo e condena o corpo até a morte. Já a não corrupção, é a oportunidade de uma vida de paz e alegria na simplicidade.”
Na morte de um pai,
a memória insiste em
reconstruí-lo em detalhes,
as palavras, o sorriso,
o olhar, os gestos
— só para depois
deixá-lo partir outra vez.
