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Pensamentos de Tristeza

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Se eu pudesse voltar ao tempo... Eu não mudaria nada, as coisas iam acontecer do mesmo jeito. E no fim lamentaria mais uma vez pelo nosso adeus.


Sozinho
Solitário, eu sinto
A falta de alguém,
Que eu nunca conheci,
Nem sei se existe,
Mas insiste,
Em acabar com meu sono...

Às vezes temos a sensação de que o mundo inteiro nos despreza. A boa notícia é que pelo menos uma pessoa nos ama e valoriza (Deus) e essa pessoa vale mais que o mundo inteiro!

Mesmo cercado, continuo sozinho!

Já me fizeram chorar como você, um dia, me fez; Mas ninguém me faz rir como você me faz!

Eu espero que você não volte, porque se voltar eu te aceitarei de volta, mas se não voltar você esta me dando a oportunidade de conhecer alguém bem melhor que você.

Deixei os sonhos, os ideias e à esperança, para viver uma dura realidade, mas com os meus pés no chão

Compreendemos mal o mundo e depois dizemos que ele nos decepciona.
Se não soubermos esquecer, nunca estaremos livres de tristeza.
Lança o saber e não terás tristeza.

Não consigo não pensar
Enquanto todos dormem ao meu redor
Travestindo rebeldias sem causa
Esperando mudanças por si só...

Os anos passaram rápido demais
E agora os dias são todos iguais,
Como roupas velhas
Numa gaveta empoeirada,
Preservo a inocência
Intestinada na minha alma.

Vou começar com uma prece
Àqueles que ainda se vestem
De sonhos que não envelhecem,
Aos que morrerão velhos
Com alma de jovens,
Sabem que um ideal se sonha acordado,
E que a revolução não é problema
Para a sociedade
É a sociedade que é problema
Para o revolucionário.

Quero romper tua membrana,
Quero adentrar e me alojar entre seus rins.
Em seu útero eu quero estar,
Para nos unirmos pelo cordão umbilical.
Como uma mãe,
Como uma filha,
Como uma cria,
Como um embrião.

A fé contempla o que a razão não alcança
Ser brasileiro é morrer de esperança...

Dentro de um fusca 78,
bege jangada,
com um lirismo niilista,
dentro da alma.

Não me defino substancia,
Nem mesmo substrato.
Mas sim, coisa coisificada,
Às vezes, nada nadificado.

Não sei se creio no motor imóvel,
Em demiurgo
Ou que deus esta morto.

Só creio na minha filosofia,
Escrita como poesia,
Como um pensar estético, marginal e torto.

Um cheira cola,
cheirando cola
numa garrafa
de coca cola...

Primeiro mundo,
Terceiro mundo,
eu aqui abismado
no plano de fundo.

O amor
É uma decadência poética,
O fim de toda inspiração.
A última cena da última peça.
Da última ceia,
O último pão.

Categórico,
Faço justiça poética, divina e com as próprias mãos,
Meu pessimismo é de modo grego:
De superação.

Mesmo com todo esse meu jeito desconfiada de ser, as vezes eu acho que valorizo demais algumas pessoas, me entrego demais, sou verdadeira demais e no fim nada é reciproco, nada é do tamanho do valor que dou, nada é tão real como eu desejo que seja.

Sou jovem demais para ter tantos problemas e um coração partido.