Pensamentos de Tristeza

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"Quem nunca dialogou com a própria tristeza conhece apenas a superfície de si mesmo."

"A tristeza prolongada ensina ao espírito aquilo que a alegria jamais conseguiria explicar."

" A paciência é o hábito triste dos corações que sobreviveram a muitas despedidas. "

" Eis que vem a tristeza deitando-se em minha mesa, que este coração se apresente e se cale...
Mais me vela o doce do veneno que o amargor de uma mente que em mim nada vale! "
Marcelo Caetano Monteiro.

“Um amigo verdadeiro conhece nossas tristezas e mesmo assim escolhe ficar.”

Tristeza é religião que não atrai dinheiro.

“Para que perder tempo triste se posso sorrir”.

É triste mas preciso informar: a estupidez não tem cura.

⁠Na tristeza, Deus ajude minha mente;
Na alegria, Deus perpetue meu gozo;
Há apenas um capaz de me compreender inteiramente.

Triste fim


Quando o substantivo se limita as suas próprias verdades infundadas e suas lamentações intermináveis,


então, os verbos, os pronomes e os adjetivos se tornam incapazes de oferecer ajuda.


Triste é o fim para a primeira e a segunda pessoa.

Em cima das revelações, lamentos,
No palco das músicas tristes, sofrimento,
A liberdade foi transformada em ilusão, humilhação,
A máscara da alma caiu, reflexo.

Escrevo poemas tristes não por gosto, mas porque aprendi a viver assim, mergulhado em dores silenciosas, em lembranças que não se dissipam, e em uma tristeza que se tornou meu idioma, apenas transmito o que realmente sinto.

Meus professores não tinham nomes gentis, foram a tristeza, o sofrimento e a incerteza. Nunca fui um bom aluno, por isso ainda tento decifrar suas lições.

Que a sua boca se torne a adega onde a minha alma bebe o vinho do esquecimento de todas as tristezas passadas.

A tristeza é o adubo necessário para que a alegria floresça sem ser superficial.

Há uma beleza triste em quem aprende a aceitar limites. Não é rendição, é sabedoria que se disfarça de resignação. Quem aceita limites encontra mais espaço interior. Porque o que cedia a excesso, agora descansa em medida. E essa medida devolve a paz roubada pela ilusão do tudo.

A tristeza tem territórios que eu ainda não visitei. Vou a pé, com uma lanterna de medo e coragem. Algumas ruas são estranhas e pedem licença para entrar. Outras me reconhecem e me oferecem cadeiras antigas. Sento-me e descubro que conversar com a dor é arte.

Certas tristezas não são visitas, são inquilinas. Trocam as fechaduras, instalam-se e passam a chamar o meu vazio de lar.

A tristeza é uma cor que combina com tudo o que eu escrevo, um pigmento que extraio das sombras que o sol projeta quando decide se pôr cedo demais. Não busco o arco-íris, busco a gradação de cinzas que existe entre a dor absoluta e o alívio de um sono sem sonhos.

A tristeza profunda tem um peso gravitacional que atrai todos os outros sentimentos para o seu centro, transformando alegria em ironia e esperança em cansaço. É preciso muita força centrífuga de vontade para não ser engolido por esse buraco negro que carregamos no peito.