Pensamentos de Tristeza

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Agora, o que restou de nós são apenas lembranças. Entre a tristeza e a solidão, ainda encontro forças para um breve sorriso... aquele que nasce ao recordar a intensidade da paixão que um dia tive por ti.

O sujeito da tristeza, sempre estará sujeito para a morte facilmente, a morte que roubou o robô da felicidade e o pensar da mente que o corpo não precisa mais de ter gratidão à ele.

O amor te dá alegria para enfrentar a tristeza, mas se você for burro de correr atrás só do dinheiro, terás dinheiro no bolso e vazio na alma.

É triste a ausência de um sorriso, mas lá fora o mundo não é tão vazio, as vezes precisamos distanciar de algumas pessoas para viver coisas novas.

Fica aqui, Jesus, pois a minha alma está angustiada de tristeza, mas a Tua presença traz alegria para a minha alma.

⁠Convença quem está triste a sorrir, e para quem parou ainda dar para prosseguir, e aquele que errou ainda dá tempo de corrigir.

⁠Hoje é dia de cortar amizade e pessoas tóxicas, cortar a dor, cortar a tristeza, cortar tudo que não te serve mais, remover tudo que tem te feito mal !

O mais triste não é encontrar frieza no mundo; é encontrar frieza em quem diz servir Àquele que ensinou a amar até os inimigos.

"O TRISTE NÃO É A NOSSA MORTE, MAS O NOSSO CONHECIMENTO E AMOR QUE MORREM COM ELA". Ademar de Borba

Escrevo poemas tristes não por gosto, mas porque aprendi a viver assim, mergulhado em dores silenciosas, em lembranças que não se dissipam, e em uma tristeza que se tornou meu idioma, apenas transmito o que realmente sinto.

Meus professores não tinham nomes gentis, foram a tristeza, o sofrimento e a incerteza. Nunca fui um bom aluno, por isso ainda tento decifrar suas lições.

Que a sua boca se torne a adega onde a minha alma bebe o vinho do esquecimento de todas as tristezas passadas.

A tristeza é o adubo necessário para que a alegria floresça sem ser superficial.

Há uma beleza triste em quem aprende a aceitar limites. Não é rendição, é sabedoria que se disfarça de resignação. Quem aceita limites encontra mais espaço interior. Porque o que cedia a excesso, agora descansa em medida. E essa medida devolve a paz roubada pela ilusão do tudo.

A tristeza tem territórios que eu ainda não visitei. Vou a pé, com uma lanterna de medo e coragem. Algumas ruas são estranhas e pedem licença para entrar. Outras me reconhecem e me oferecem cadeiras antigas. Sento-me e descubro que conversar com a dor é arte.

Certas tristezas não são visitas, são inquilinas. Trocam as fechaduras, instalam-se e passam a chamar o meu vazio de lar.

A tristeza é uma cor que combina com tudo o que eu escrevo, um pigmento que extraio das sombras que o sol projeta quando decide se pôr cedo demais. Não busco o arco-íris, busco a gradação de cinzas que existe entre a dor absoluta e o alívio de um sono sem sonhos.

A tristeza profunda tem um peso gravitacional que atrai todos os outros sentimentos para o seu centro, transformando alegria em ironia e esperança em cansaço. É preciso muita força centrífuga de vontade para não ser engolido por esse buraco negro que carregamos no peito.

A tristeza é um mar calmo onde a gente pode afundar sem fazer barulho, deixando que a pressão da água nos abrace até que não sintamos mais o frio da superfície. É um refúgio perigoso, um abraço de ferro que nos protege do mundo ao custo de nos tirar o ar.

Há uma tristeza que é hereditária, que vem no sangue como uma herança maldita de antepassados que também não souberam o que fazer com a própria vida. Eu tento quebrar essa corrente usando a poesia como um alicate, cortando os elos de amargura que tentam me prender ao passado.