Pensamentos de Tristeza

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E quando penso em te esquecer
a mente recorda o quanto gosto de você,
o coração aperta de tristeza em te perder
Os olhos choram com saudades de você.

Não vou dizer que hoje a tristeza não vem mais, porém agora, felizmente, ela é menos intensa. Eu finalmente descobri que apesar de todos os percalços e dificuldade, vale a pena viver. Há sempre um bom motivo para sorrir e acreditar.

Estou muito triste pelo Brasil de hoje. Gostaria de voltar a ver este Brasil feliz e compartilhar dessa felicidade, mas a tristeza é muito forte!⁠

A tristeza que nos leva a Deus vale mais do que a alegria que nos afasta Ele. Com Deus, até as lágrimas têm propósito eterno de bênçãos. Sem Ele, os momentos felizes são passageiros.

A partir de hoje, só leveza, deixando para trás todas as tristezas, cortando as ervas daninhas e deixando fluir apenas o que for saudável para minha vida 🚫📵🚮🧹🕊️😃

Quando você percebe que a tristeza alheia é o combustível de certas pessoas, o seu silêncio e a sua indiferença se tornam a maior vitória.
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Tem gente que não quer que o brasileiro não tenha memórias alegres ou tristes, ou seja, que simplesmente o brasileiro apenas só se lembre daquilo que aconteceu há cinco minutos atrás.

Quando te encontrei
no Enterro da Tristeza
na bela Florianópolis,
A folia soprou o poema
todo alegre nos avisando
que a vida começava
ali naquele momento,
dando adeus à cantilena
no coração e pensamento.


...

“Para que perder tempo triste se posso sorrir”.

Escrevo poemas tristes não por gosto, mas porque aprendi a viver assim, mergulhado em dores silenciosas, em lembranças que não se dissipam, e em uma tristeza que se tornou meu idioma, apenas transmito o que realmente sinto.

Meus professores não tinham nomes gentis, foram a tristeza, o sofrimento e a incerteza. Nunca fui um bom aluno, por isso ainda tento decifrar suas lições.

Que a sua boca se torne a adega onde a minha alma bebe o vinho do esquecimento de todas as tristezas passadas.

A tristeza é o adubo necessário para que a alegria floresça sem ser superficial.

Há uma beleza triste em quem aprende a aceitar limites. Não é rendição, é sabedoria que se disfarça de resignação. Quem aceita limites encontra mais espaço interior. Porque o que cedia a excesso, agora descansa em medida. E essa medida devolve a paz roubada pela ilusão do tudo.

A tristeza tem territórios que eu ainda não visitei. Vou a pé, com uma lanterna de medo e coragem. Algumas ruas são estranhas e pedem licença para entrar. Outras me reconhecem e me oferecem cadeiras antigas. Sento-me e descubro que conversar com a dor é arte.

Certas tristezas não são visitas, são inquilinas. Trocam as fechaduras, instalam-se e passam a chamar o meu vazio de lar.

A tristeza é uma cor que combina com tudo o que eu escrevo, um pigmento que extraio das sombras que o sol projeta quando decide se pôr cedo demais. Não busco o arco-íris, busco a gradação de cinzas que existe entre a dor absoluta e o alívio de um sono sem sonhos.

A tristeza profunda tem um peso gravitacional que atrai todos os outros sentimentos para o seu centro, transformando alegria em ironia e esperança em cansaço. É preciso muita força centrífuga de vontade para não ser engolido por esse buraco negro que carregamos no peito.

A tristeza é um mar calmo onde a gente pode afundar sem fazer barulho, deixando que a pressão da água nos abrace até que não sintamos mais o frio da superfície. É um refúgio perigoso, um abraço de ferro que nos protege do mundo ao custo de nos tirar o ar.

A tristeza vem como uma estação implacável, sem aviso, sem pausa e nos deixa com as mãos frias, tocando lembranças que nunca se foram.