Pensamentos de Roberto Campos sobre Comunismo
Liberdade nunca foi sem custo. Porém depois que perdida, seu valor eleva-se ao preço de SANGUE dos que protestarem por ela!
Estamos nos aproximando de um grande ponto de virada na história mundial. (...) É uma conjuntura na qual conceitos estabelecidos de repente se tornam nebulosos, perdem seus contornos precisos, em que nossas palavras familiares e comumente usadas perdem seu significado...
O socialismo criou a ilusão de saciar a sede de justiça do povo: o socialismo embalou as suas consciências para pensar que o rolo compressor que está prestes a esmagá-los é uma bênção disfarçada, uma salvação.
Sob o rótulo de socialismo (...) as massas são apenas forragem para a prosperidade de alguns poucos indivíduos, os mais inúteis e corrompidos.
Ditadores, Tiranos e Totalitaristas criam regras para julgar as pessoas, mas não aceitam ser julgados por elas.
A supressão de informações leva à entropia e à destruição total.
Não há nada mais estranho em um cristão, do que ajudar eleger um cético e um sistema político ateísta, perseguidor de cristãos, para governar sua vida.
Passei toda a minha vida sob um regime comunista, e vou lhe dizer que uma sociedade sem qualquer escala legal objetiva é realmente terrível. Mas uma sociedade sem outra escala que não a legal também não é digna do homem.
Ser comunista na juventude é aceitável, mas depois de adulto, depois que entende, aí já é ser mau caráter.
Em diferentes lugares ao longo dos anos tive que provar que o socialismo, que para muitos pensadores ocidentais é uma espécie de reino da justiça, estava de fato cheio de coerção, de ganância burocrática e corrupção e avareza...
Liberdade e igualdade são conceitos mutuamente exclusivos, até mesmo hostis. A liberdade, por sua própria natureza, mina a igualdade social, e a igualdade suprime a liberdade – pois de que outra forma ela poderia ser alcançada?
Eu não ataco ele [Lênin], mas essa ideologia. O renascimento espiritual de nosso país está em nossa libertação dessa ideologia mortífera e assassina.
[A União Soviética,] em tempos de paz, criou artificialmente uma fome, causando a morte de 6 milhões de pessoas na Ucrânia em 1932 e 1933. Eles morreram nos limites da Europa. E a Europa nem percebeu. O mundo nem percebeu...
O marxismo sempre se opôs à liberdade.
O Manifesto Comunista, que todos conhecem pelo nome e que quase ninguém se dá ao trabalho de ler, contém coisas ainda mais terríveis do que o que foi realmente feito.
O nosso mundo é dividido por essas mesmas velhas emoções de ganância, inveja, falta de controle, hostilidade mútua, que se apoderaram de pseudônimos respeitáveis, como luta de classes, conflito racial, luta das massas, disputas entre sindicatos.
Uma técnica comunista muito típica: tomar o poder sem pensar no fato de que as forças produtivas entrarão em colapso (...), que o país cairá na pobreza e na fome – mas, quando a pobreza e a fome chegam, eles pedem ao mundo humanitário para ajudá-los.
O tímido mundo civilizado não encontrou nada com o que se opor à investida de um súbito ressurgimento da barbárie descarada, a não ser concessões e sorrisos.
Todos os elementos agressivos, todos os elementos influentes da sociedade (...) admiraram aquilo a que chamaram de "experiência progressiva sem precedentes a realizar-se na URSS", enquanto estávamos sendo estrangulados pelos tentáculos cancerosos do Arquipélago Gulag.
“Na luta contra a falsidade, a arte sempre venceu e sempre vence! Aberta e irrefutavelmente para todos!”
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