Pensamentos de Amor à Distância
Devemos expandir o círculo do nosso amor até que ele englobe o nosso bairro, se desdobre para a cidade, o estado e assim sucessivamente até o objetivo do nosso amor incluir todo o universo.
Ciúme não é inveja. Educação não é falsidade. Sinceridade não é grosseria. Amor-próprio não é ego inflado.
Só pensamos no amor romântico aqui no Ocidente, mas os tibetanos têm uma abordagem diferente pro amor. Pra eles, amar é o quanto você pode fazer feliz outra pessoa.
Lá onde mora o amor
não há dor, não há tristeza,
lá tem cor, lá tem riqueza,
lá tem bem, lá tem nobreza.
Lá onde mora a amizade
não há rancor, nem falsidade,
lá tem respeito, lá tem verdade,
lá tem afeto, lá tem cumplicidade.
O amor também é uma espécie de morte (a morte da solidão, a morte do ego trancado, indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável). O acontecer do amor e da morte desmascaram nossa patética fragilidade.
Por que escolhemos o tipo de amor que nos destrói? A sociedade e seus estereótipos nos empurram pra esse caos. Nos ensinam que a dor é divertida, mas não é. Não é verdade. A dor é perversa. Ela fascina, mas lacera.
O amor é apenas um grito no vácuo.
Relacionamento significa algo completo, acabado, fechado. O amor nunca é um relacionamento: amor é relacionar-se, é sempre um rio fluindo, interminável.
Ser pai é descobrir que o amor incondicional existe, o maior e mais sincero de todos está bem diante do nosso abraço.
Meu amor, você é linda demais. Sua beleza vai muito além dos padrões impostos por aí. Você é maravilhosa em cada cantinho do seu corpo e da sua personalidade.
A essência do ser humano é o amor. Mas, por conta dos choques de abandono, exclusão, humilhação e rejeição, nos esquecemos de amar e aprendemos a odiar. Por isso, tenho dito que nosso principal trabalho não é aprender a amar, mas sim desaprender a odiar.
