Pensamento de Perdão
Perdoar não é a mesma coisa que voltar a conviver. É voltar a viver sem sentir-se amarrado ao passado e ao seu obsessor.
O amor depois que plantado em nosso coração, ele jamais é esquecido, quando é verdadeiro, mesmo quando somos ofendidas e prejudicadas profundamente...
Pela grande misericórdia do meu Deus, hoje meu coração consegue perdoar...
E desejo a todos muito amor, saúde e anos de vida
Livrai - me Senhor!
Da mágoa que fenece alma,
e entristece o coração.
Da cegueira dos incrédulos,
e da falta de união.
Do mal disfarçado de bem,
e da falta do perdão.
Da falta de amor ao próximo,
que envenena o coração!
Há duzentos motivos para não se perdoar o inimigo.Porém apenas um motivo para perdoa-lo.E sim, valerá a pena.Porque esse motivo chama-se liberdade.
Desejar que a misericórdia divina, alcance a quem feriu, brutalmente o teu perispírito é edificante.
Quanto mais se vive, mas há de se perdoar.Todos os dias nos deparamos, com novas situações e se faz necessário perdoar, quem esbarrou em você na multidão e quem pisou no seu pé.Viver é perdoar.
O amor é a alma da vida viva.
Exercitar a expansão dessa alma é amar sem esperar retorno.
É perdoar e buscar uma constante reprogramação Mental rumo a uma mentalidade de amor incondicional.
Parede de carregar tanto peso emocional!
Se libere ao liberar as pessoas.Nenhum de nós está isento de tropeços, no entanto coloque sua atenção no melhor sempre.
Siga, persista e construa o novo.
o som veio antes da luz.
Somos som e luz em movimento ativados em energia que age nas diversas dimensões.
O amor, primeira virtude do Espírito, deve ser exercido por nós, cristãos. Ele nos leva a perdoar ofensas e não expor pecados dos irmãos, assim como Deus nos perdoa e esquece os nossos pecados quando nos arrependemos sinceramente.
Quando a ira surgir, devemos controlá-la e não deixá-la habitar em nosso coração, para que não sejamos guiados por ela, ferindo os outros e causando divisões no corpo de Cristo. A língua deve ser dominada e o perdão praticado, evitando amargura e a exclusão da graça de Deus.
Pedro acreditava que perdoar sete vezes seria um grande ato de generosidade, superando a tradição judaica de três. No entanto, Jesus nos ensina a perdoar como Deus nos perdoa: sem limites. O sacrifício de Cristo na cruz é a medida do perdão que devemos oferecer.
Infelizmente, nem sempre é possível viver em paz com todos, podemos ser pacificadores, não revidando o mal e fazendo o bem a quem nos persegue. A vingança deve ser substituída pelo amor.
Ao orarmos por quem nos feriu, abrimos espaço para que Deus opere com cura, restauração e derrame Sua graça abundantemente.
Pedro pensava ser generoso ao perdoar sete vezes, mas Cristo nos ensina a perdoar como Deus nos perdoou - de forma ilimitada e graciosa. Ao perdoar, devemos sempre lembrar do sacrifício de Jesus na cruz.
Quem caminha com Deus perdoa, porque confia que todas as coisas contribuem para o cumprimento do propósito eterno do Senhor.
