Pensamento de agradecimento

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É viva a palavra quando são as obras quem falam.

O que se move sempre está no mesmo lugar agora.

O tempo que perdi reclamando de você, poderia ter usado para lhe alegrar...

"Não pense que o amor, para ser genuíno, tenha que ser extraordinário.
O que é preciso é amarmos sem nos cansarmos de fazê-lo."
"Cada vez que você sorri para alguém, é uma ação de amor,
um presente a essa pessoa, uma coisa linda"

Há entre mim e os meus passos
Uma divergência instintiva.
Há entre quem sou e estou
Uma diferença de verbo
Que corresponde à realidade.

Somos responsáveis pelas condutas pessoais que causam impactos na vida profissional. A ética não é temporária, é linear.

A Dor traz na sua bolsa oculta um pirulito para cada tristeza.

A um coração desenganado não há imediatamente compensações possíveis nem eficazes consolações.

Machado de Assis
Ressurreição (1872).

Tenha ânimo, e tudo se há de arranjar.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

É grande miséria não ter bastante inteligência para falar bem, nem bastante juízo para se calar.

⁠Mesmo na escuridão, os diamantes ainda brilham.

Tornei-me um cético pois perdi a fé na humanidade, meu consolo é que acredito em Deus, senão tava perdido.

E o nascer do sol? Tento entender e não consigo: enquanto isso, vou fotografando...

Quando a suspeita germina na alma, o menor incidente assume um aspecto decisivo.

Machado de Assis
Helena (1876).

O amor de Deus originou a salvação em Cristo Jesus

"" Quem muito quer, às vezes não valoriza o tanto que tem...""

Também acreditava que poderia engolir o mundo. Que jamais olharia para trás para essa vida e que nunca me arrependeria de nada. Mas, um dia, algo te faz parar de repente.

A morte pode ser a melhor oportunidade da vida.

A franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência

Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Typografia Nacional, 1881.

Contentemo-nos com pouco e com menos ainda, se possível.