Peito Apertado
Meu peito está transbordando
Não consigo escrever mais,
Esse amor está me esvaziando
O que foi que tu fez rapaz?
POR QUE DEVO SOFRER?
O coração que pulsa incessante em meu peito,
É a morada do agonizante sofrimento.
Sim! Ela é cruel e se chama vida.
Vida essa que fere ainda mais as minhas feridas.
Ao choro do nascimento,
Não devo meu agradecimento,
Pois por sua causa estou preso,
Nessa vida que exala indiferente e cortante desprezo.
O que está lendo? Simplesmente indignação.
Sou poeta e sinto a emoção,
Mas porquê vivo essa maldição?
Já não sei a resposta, mas aqui deixo minha mágoa,
Meu ressentimento e minha lágrima.
Por que devo sofrer?
Este é o questionamento
E perante a vida o meu comportamento.
De tal sistema se fez em meu peito,
Mavioso, transgride a imensidão,
Manto infinito sob qual o leito
Dos amores, se ceva na paixão.
Se instaura em mim o sistema amoroso,
Por vossa vista branda e imponente,
Regido pela lei efervescente
Cuja aos meus olhos, gera o ser airoso.
Constituído de postulações
E por tuas palavras, assi implantado
Gestos brandos e amenas orações.
Que o coração se deixa enamorado.
Assi sendo, tal lei que a vida rege
É o amor pelo qual se submerge.
Não me julguem pela melancolia que carrego em meu peito, pois ela é o intrínseco no meu convívio humano.
Você só percebe quando o amor é de boca👄 pra fora quando o perdão se isola , quando o peito sofre e não se consola , quando a infelicidade já se sente feliz pois dentro da relação ela já mora🏡 , ou quando a pessoa não reconhece os sacrifícios que você fez sem contar as horas🕓 e simplesmente essa pessoa decide ir em bora 👣
Você roubou o meu coração
e sem me avisar foi embora.
Com este buraco no peito,
não sei o que fazer agora.
Sem você e sem mim, sou nada.
Coisa que não vem e nem vai
ou que passa sem ninguém notar.
Sem você não posso viver,
sem coração não posso amar,
sem coração nem posso morrer.
CONTENTAS
Contentas... Mas que enfado perturba
A alma inquieta? Que dor esta serva
Que ao peito aperta, e pouco se eleva
A fé, casta, vibrante tal o som duma tuba
É o banzé! Que palpita como uma turba
Nos devaneios, e os sonhos de mim leva
Do meu seio, e vão, desenhando treva
Assim aos luzidos pensamentos deturba
Aquietes, com o juízo nu, no travesseiro
Solto as quimeras... e ei-las, aligeirar
Nos caminhos da serenidade por inteiro
Alegra-te na concórdia doce e macia
Da vida, leve, com o desejo de amar
O bom hálito do prazer subleva o dia!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
23 de agosto de 2019
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Sinto meu peito vazio... Eu gostaria de encontrá-la... Mas o destino é cruel... e a vida não é diferente... Sempre te amarei... Não importando o que aconteça.
A dor que sinto no peito,
Será um dia curada?
A felicidade que tanto anseio,
Será um dia alcançada?
Conseguirei parar de chorar?
Oh mas que grande covardia.
Só queria ser feliz e amada.
Poder acordar uma manhã
E não me sentir triste nem desanimada.
Queria poder sentir prazer ao me expressar,
Poder me abrir sem me envergonhar.
Sentir o carinho e o amor
Não a indiferença e dor.
A solidão anda ao meu lado
Não consigo mais ficar afastado.
O som do vento me acalma
Faz o sangue fluir e silencia a alma.
A dor física, contrária a dor mental
A tristeza é algo fundamental.
Sentimentos que magoam,
E ferem o coração.
As alegrias pra longe voam
E fraca fica a respiração.
Tudo longe, tudo vazio, tudo sem encanto
do teu canto, teu olhar, no peito no entanto
que se põe a suspirar... as tuas lembranças!
E andar levando o vazio no peito
e a ânsia que me impulsionando vai
nas intensas angústias de não viver!...
É que de delírios preciso, e de fortes sentimentos,
e loucos pensamentos, e arrebatadoras histórias viver,
sentir-me vivo na labareda lúbrica
de um tornado em fogo!!...
Fones de ouvido
Meu peito dói
Incomoda na barriga
Um sentimento ruim
De culpa sem ressentimento
Eu não sei
Como curar a doença
Da minha cabeça
Mas eu vou tentar
Vou pegar o celular
Vou por a pior música
Que pra mim é a melhor
Vou por os fones
E então ligar
Eu vou arrepiar
Sentir a dor se esvair
A ansiedade reprimir
Chorar e aceitar as lágrimas
Por favor me deixe escutar
Até que eu fique surda
E não tenha que escutar o mundo ao meu redor
Deixa eu largar tudo
Abrir um espaço no mundo
Para mais alguém
Me iludir comigo mesma
Achar que vou me curar
A música só vai me aliviar
É como um corte que vai cicatrizar
E quem sabe no meio desse meu caminho
Eu sorria para alguém
Mas por enquanto
O abismo vai ter que me aguentar
É vou terminar de mentir
Sorrir, por os fones e seguir
Minha mente gritando
E eu anestesiando
Ela ama a lâmina
E eu a música
Nos dois podemos nos amar
Cansei de brigar com o pior de mim
Vou deixar ele me levar
Cair e não levantar
Não adianta oque vão falar
É como minha mãe diz
O inferno vai me abraçar
Como sempre sem sentido amigos
"Meu peito está doendo,
Corpo tremendo por inteiro,
Sinto que minha morte está chegando,
E a saudade de vc está me matando."
" Quando existe um amor intenso entre duas pessoas e esse amor dá um aperto no peito quando não vemos a pessoa amada, não tem como fugir e muito menos negar, pois os olhos nos entregam com um brilho forte no olhar."
" Te conheci menina,hoje vejo-te mulher.Fulguras dentro do peito o desejo de quem te quer. Abraçar até o fim do mundo,de um anseio profundo de um ser que você não quer".
(Rodrigo Juquinha).
Rotina - agosto 28
... um olhar que se desvia na procura de um sim... no leito-repouso um peito de amor... em mãos que se apertam ao calor da fé... o respiro de um filho no sustento de um ar se deus quiser...
