Pedro Bandeira - Identidade

Cerca de 10952 frases e pensamentos: Pedro Bandeira - Identidade

⁠ENCANTOS POÉTICOS: PRECE EM FORMA DE POESIA
Oh, divino Ser, ouça minha voz,
Nesta prece poética que faço a ti,
Em versos e rimas, expresso minha fé,
E rogo por tua graça a me seguir.
Em cada palavra, lanço meu encanto,
Em forma de poesia, teço minha prece,
Que minhas palavras toquem teu coração,
E que nelas encontreis a minha súplica e crença.
Que minhas estrofes te envolvam suavemente,
Como um doce murmúrio nos ouvidos do vento,
Que minhas rimas, como magia, te encantem,
E te levem a um estado de paz e contentamento.
Neste cântico de palavras, clamo por proteção,
Por sabedoria e força para enfrentar a vida,
Que cada verso seja um raio de luz em escuridão,
E que tua presença divina em minha alma se una.
Que minhas rimas elevem minha alma ao céu,
Como asas de pássaro em um voo celestial,
Que meus versos expressem meu amor e meu anseio,
E encontrem eco na esfera espiritual.
Que minha prece em forma de poesia,
Seja acolhida por tua divina essência,
Que toque os corações e inspire alegria,
E traga bênçãos em cada sentença.
Em ti, ó Ser supremo, deposito minha fé,
E entrego-me à magia da poesia e da oração,
Que minhas palavras voem como borboletas ao léu,
E sejam recebidas com amor e devoção.
Assim, lançando minha prece em forma de verso,
Espero alcançar tua graça e teu abrigo,
Que minhas palavras toquem o universo,
E se transformem em poesia que encanta e consigo.
Que a magia da poesia envolva minha prece,
E que minha voz alcance o infinito além,
Que em cada verso encontre-se a divindade,
E que minha prece seja atendida por alguém.
Em ti, ó Ser divino, deposito minha esperança,
E entrego-me ao poder da poesia e da oração,
Que minhas palavras sejam acolhidas como dança,
E tragam paz, amor e inspiração.
Que assim seja, em teu nome eu clamo,
Em forma de poesia, minha prece encantar,
Que minhas palavras cheguem ao teu trono,
E encontrem eco em teu divino olhar.

Inserida por pettrulho

"Prece ao Infinito Céu"

Um prece ao infinito céu estrelado vou lançar,
Nos laços das Três Marias eu rogo, pelo Cruzeiro do Sul me benzo.
Sobre a lua me batizo, pelo vasto infinito eu grito:
Ser divino, ouve-me, traga para mim o amor e leve aos cosmos a minha dor.

Divino Criador, me devolva o amor e leve a dor,
Infinito Ser, me eleve aos céus, no puro esplendor.

Inserida por pettrulho

⁠Divino Deus, clamo por Ti, clamo pelo universo,
E lanço no alento a minha prece, num verso.
Que minha voz ecoe aos sete mares, nas montanhas e vales,
Nos rios que correm livres, em brumas e cristais.

Oh, Senhor dos céus, ouve meu clamor profundo,
Traga para mim aquele que deixou-me neste mundo.
Percorro terras distantes, grito ao infinito vasto,
Onde está meu amor, meu coração em descompasso?

Minha alma perdida vaga, em busca do perdido,
Divino, peço-te, escuta meu rogo sentido.
Que o vento leve a mensagem, que o céu possa ouvir,
E que minha voz encontre quem me fez sorrir.

Nos segredos da noite, na luz do alvorecer,
Traga-me de volta, aquele que me fez viver.
De montanhas a vales, aos mares e ao rio,
Elevando a Ti, meu grito, meu eterno brio.

Que a força divina una nossos destinos dispersos,
E que, na imensidão do cosmos, achemos os versos.
Pois meu coração clama, num eco de amor,
Divino, traga-me aquele que é meu verdadeiro ardor.

Inserida por pettrulho

Sonho e Saudade

Lá vai meu sonho, leve, ao vento,
Cruzando os campos do meu pensamento.
Saudade que aperta, mas não desalenta,
Saudade que canta, que fala, que inventa.

Na varanda antiga, o tempo repousa,
Os olhos fechados, o passado se ousa.
Entre as árvores altas e o céu tão azul,
A lembrança de ti, serena e fiel.

O amor que vivemos, tão cheio de vida,
É canção que ressoa na alma perdida.
Teu sorriso é estrela que brilha na noite,
Tua voz é o rio que corre, sem açoite.

A casa vazia, mas o peito, não,
Teu perfume ainda vive na imensidão.
As tardes de outono, o vento a soprar,
Trazem-me o eco do teu doce olhar.

E sigo vagando, entre sonho e memória,
Te buscando nas veredas da nossa história.
Manhãs silenciosas, tardes de luar,
É no mistério do tempo que vou te encontrar.

Que o amor seja sempre essa prece sagrada,
Que o vento leva, que o céu guarda.
E que nos versos simples de cada poesia,
Viva para sempre nossa alegria.

No horizonte distante, meu olhar se perde,
Mas teu amor é farol que me guia, verde.
E entre o sonho e a vida, em doce aliança,
Seguimos dançando essa eterna esperança.

Inserida por pettrulho

Fragmentos de Nós

Entre versos soltos, o tempo se enlaça,
Somos fragmentos, pedaços de espaço.
Teu sorriso é breve, instante que passa,
Nos encontros e desencontros, me refaço.

Amor em pílulas, doses de eternidade,
Nas entrelinhas, busco tua verdade.
Palavras são pontes, frágeis, delicadas,
Te escrevo no silêncio, em noites caladas.

Vem, e traz contigo, a chuva e o sol,
Sons de uma vida, retalhos num lençol.
Cada toque, faísca de um universo,
Somos rascunhos, versos dispersos.

O amor é risco, rabisco no papel,
Instante fugaz, estrela no céu.
Nas curvas do dia, te encontro e me perco,
A vida é um traço, preciso e incerto.

Caminhos se cruzam, destino ou acaso?
Te amo em fragmentos, em cada intervalo.
Somos o agora, o imprevisto do dia,
Teu olhar, meu refúgio, minha poesia.

E se o tempo desfia nossos planos,
Resta-nos o momento, eternos insanos.
Na dança das horas, somos breves e belos,
Te amo em silêncio, em gritos singelos.

Inserida por pettrulho

⁠A maior mentira que não pode ser contada é aquela que até o mentiroso acredita que é verdade.

Inserida por pedrohazevedo

⁠Conforme o tempo passa à de se perceber as mudanças, consequentemente haverá arrependidos por suas escolhas. É preciso entender, o trauma das escolhas não feitas torno-ó e transformo-ó em um ser capaz de torna decisões difíceis em experiências únicas.

Inserida por pedrohazevedo

Normalmente faço piadas em momentos tensos, porém quando se trata de si mesmo até o maior humorista perde a graça

Inserida por pedrohazevedo

⁠Não importas de onde vens vindo, nem onde pretendes chegar;
A vida é o agora, viva cada momento como se fosse o último.

Inserida por PedroAugustodeSouza

⁠Fechei os olhos, negando tua indiferença,
Apaguei-me, enquanto queimava intensamente,
Um vulcão diante de um fósforo em sentença.

Inserida por pettrulho

⁠Soneto das Lágrimas e Feridas
Quando busquei afeto, em dia tão cruel,
Recebi palavras duras, frias, sem alento,
Críticas cortantes, frias como o vento,
Ferindo a alma, amargando o papel.

Coração magoado, lágrimas quentes, mãos frias,
Boa noite num visor, gelado e distante,
Em prantos queimei velas, num clamor constante,
Soluçando à lua, em noites vazias.

Calei-me para dar-te voz, cedi aos teus caprichos,
Quis fazer parte, mas só encontrei distância,
Fechei os olhos aos teus deslizes, em relutância.

Perdi-me, murchei-me, dividi-me em fragmentos,
Deixei de lado meus desejos, apaguei-me no escuro,
Enquanto eu era um vulcão, eras apenas um fósforo

Inserida por pettrulho

⁠Perdi-me, murchei-me, dividi-me em fragmentos,
Deixei de lado meus desejos, apaguei-me no escuro,
Enquanto eu era um vulcão, eras apenas um fósforo.

Inserida por pettrulho

⁠Soneto do Coração Ferido
Em meio às sombras, meu coração se parte,
Ecoam os gritos de um amor desfeito,
Cada lembrança crava, em mim, seu jeito,
E a dor se espalha, como fria arte.

Cicatrizes profundas, marcas que não somem,
Vozes do passado sussurram meu tormento,
Em lágrimas que vertem, meu desalento,
Revelam o silêncio que os sonhos consomem.

O peito dilacerado clama por paz,
Enquanto a saudade aperta, sem compaixão,
Sinto-me perdido, sem rumo, sem cais.

No abismo da dor, sigo a rastejar,
Sem saber se um dia haverá salvação,
Neste mar de tristeza, aprendo a lidar.

Inserida por pettrulho

⁠Soneto da Dor e Superação
Cansado de chorar, vago por migalhas de afeto,
Ajoelhado ao destino, em prantos e rezas, eu clamei,
Queimei velas aos deuses, por teu amor implorei,
Desfiei a lua em lágrimas, num gesto incerto.

Nas estrelas lancei a dor, por teu amor,
Desfiz-me em vários eus, para teu bem-estar,
Machucado em mil, pra te engrandecer, te elevar,
Feri-me, para poupar-te, ocultando meu temor.

Sorrisos camuflando tristezas, dei-te aos montes,
Desfiz-me para ganhar teus elogios e carinho,
Deixei de ser eu, tentando ser nós, montes.

Tantas vezes oprimindo a dor, busquei ser amado,
Encontrei desprezo onde esperava abrigo,
Das cinzas renasço, em mim mesmo, reencontrado.

Inserida por pettrulho

⁠Queimei velas aos deuses, clamando fervor,
Desfiei a lua, em lágrimas, sem cessar,
Lancei às estrelas meu grito de dor,
Para que teu amor pudesse me alcançar.

Inserida por pettrulho

⁠Muitos querem ter o que você tem, mas nenhum quer fazer o que você faz.

Inserida por pedro_dias_d_f

⁠Se tudo na vida fosse fácil não teria graça alguma em viver.

Inserida por pedro_dias_d_f

⁠AUSÊNCIA
Às vezes sinto que me falto,
Na Curitiba que os fracos não perdoa,
Onde o corpo vaga pelas ruas,
Mas a alma, essa, destoa.
O vento gelado corta a pele,
E a neblina envolve a cidade,
Mas é dentro de mim que sinto
A mais profunda saudade.
As praças e os parques perfeitos,
Mas não aquecem meu coração,
Que busca em cada esquina
Um sinal de reconciliação.
Sou um andarilho solitário,
Pelas ruas de pedra e frio,
Procurando no horizonte cinzento
O pedaço de mim que partiu.
E assim sigo, meio ausente,
Nessa Curitiba de inverno sem fim,
Esperando que um dia, quem sabe,
Eu me encontre dentro de mim.

Inserida por RobervalCulpi

⁠Confesso
Eu confesso, tudo mais e muito além,
Pelo que fiz, falei, calei,
Sim, eu me omiti, deixei pra lá,
Fiz de conta
que não era da minha conta.
Mas enfim, não tenho culpa,
ninguém tem culpa,
Todo mundo faz só o que pode.
Eu não fui diferente,
não sou super-homem,
Avante e além,
já ouvi isso, não sei de quem.
E agora que só falta um pouco, pra chegar ao fim,
Me consolo com as pequenas banalidades que fiz na vida.
E vou caminhando, até quando?
Até quando não sei, mas vou.

Inserida por RobervalCulpi

⁠INDIFERENÇA
No véu da noite, em silêncio, eu confesso,
Que às vezes tento a dor não mais sentir,
Deixar o mundo e suas mágoas regredir,
E na indiferença, encontrar meu endereço.
Mas eis que o sofrer é um laço que apresso,
Na ingratidão, uma lâmina a ferir,
Cada desdém, um golpe a insistir,
Que o coração, ao se importar, paga o preço.
Clamo então aos céus, em súplica ardente,
Por um bálsamo que cure esta ferida,
A indiferença, doce e tão clemente.
Que ela venha, como brisa esquecida,
E me ensine a ser, enfim, indiferente,
Na receita da paz, a vida agradecida.

Inserida por RobervalCulpi

✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.

Receba no seu WhatsApp mensagens diárias para nutrir sua mente e fortalecer sua jornada de transformação.

Entrar no canal do Whatsapp