Pedro Bandeira - Identidade
Às vezes, amar é como estar numa gaiola destrancada. Você quer sair, mas tem medo de não ser aceito pelo que há lá fora.
O ser humano pode fazer tudo oque quiser, mas tbm tem que aceitar as consequências de tudo que fez ou pretende fazer!
As pessoas tem uma visão errada de mim e acham que sou algo que não sou, e esperam que eu faça coisas que nunca fiz, pode esperar mil anos uma hora vão ver que estão perdendo o tempo com nada e que eu não sou ninguém!
Viver em um canto que a maioria das pessoas te odeiam sem nunca nem ter brigado com ninguém, sem privacidade sem liberdade, ter que dar satisfação de tudo que faz da vida é a pior desgraça que tem na vida!
Vou ser oque eu prometi a Deus, mesmo que seja julgado mal compreendo mas só Deus sabe como está meus pensamentos nos últimos dias tudo que eu faço sempre sei oque estou fazendo!
Ultimamente eu não tou entendendo mais nada, se eu vou beber tou errado mesmo com 95% das pessoas fazendo isso, se vou para igreja as pessoas não gostam, se for estudar tou errado o povo quer oque? Que eu não viva?
Não uso a máscara para apenas me prevenir das doenças ao mundo, Mas também uso máscara para esconder do mundo as minhas expressões faciais.
Estudar medicina e entender a complexidade e profundidade do nosso corpo realmente da muito medo, fazendo com que às vezes contestemos até a nossa fé.
Uma coisa que não entendo é o ser humano, uns ficam falando que a pessoas é vagabundo não faz nada, mas quando a pessoa quer ser independente sem precisar de nada de ninguém as pessoas não quer e falam, diminuem a pessoa o máximo, parece que só querem ter o que falar da vida da pessoa, e eu nem se intrometo em vida de ninguém as pessoas tem que entender que a vida é minha e faço o que quiser um dia vou ter dinheiro e vou sumir no meio do mundo vou dar notícia pq é o jeito, eu não fiz nada com ninguém as pessoas que fizeram comigo e eu tou aqui calado sem falar nada de ninguém e sem se intrometer na vida de ninguém eu faço o que eu quiser eu decido o meu futuro a vida é minha e de mais ninguém!
Sugestão: seja propositivo. É bom o senso crítico de achar as dificuldades nas sugestões, mas é melhor ainda se você achar as soluções.
A vida não pede licença, não pede permissão, e nem sempre leva em conta, a nossa vontade, ela simplesmente acontece. São momentos assim em que o coração aperta, a mente pesa, e o mais triste é pensar que momentos assim se tornarão mais frequentes. Hoje não há festa, só me resta o silêncio da distância, o mesmo silêncio que foi capaz de me calar em 2020, amente não raciocina, o ouvido não escuta, a boca não fala, os olhos não conseguem ver. A saudade toma conta.
"Sou capaz de falar para multidões,
mas vivi tragédias inteiras
dentro de mim mesmo
sem dizer uma palavra
-Bersani, Pedro"
Sempre disse, dou valor aos detalhes, aos momentos. Situações assim abalam, marcam, mas me conforta quando olho para o lado e te vejo me acompanhando, quando olho para mim e vejo seu pedaço em mim.
"E quando eu não ver você de novo
Sempre te levarei centro, fora
Na ponta dos meus dedos
E na borda do meu cérebro
E em centros
Centros do que eu sou
Do que restou
- Charles Bukowski"
Uma mentira pode dar meia volta ao Mundo, mudar consciências, criar transformações sociais mas, lhe faltará sempre uma palavra para que seja verdade; a verdade.
O Homem sempre foi e sempre será a maior ameaça pra ele mesmo... O que hoje drena, o amanhã lhe condena!
De que serve ter um mapa, se o fim esta traçado?
De que serve a terra vista se o barco esta parado?
De que serve ter a chave se a porta esta aberta?
Pra que servem as palavras se a casa esta deserta?
Aquele era o tempo
Em que as mãos se fechavam
E nas noites brilhantes as palavras voavam
E eu via que o céu me nascia dos dedos
E a Ursa Maior eram ferros acesos
Marinheiros perdidos em portos distantes
Em bares escondidos
Em sonhos gigantes
A cidade vazia
Da cor do asfalto
E alguém me pedia que cantasse mais alto
Quem me leva os meus fantasmas?
Quem me salva desta espada?
Quem me diz onde é a estrada?
Aquele era o tempo
Em que as sombras se abriam
Em que homens negavam
O que outros erguiam
E eu bebia da vida em goles pequenos
Tropeçava no riso, abraçava de menos
De costas voltadas não se vê o futuro
Nem o rumo da bala
Nem a falha no muro
E alguém me gritava
Com voz de profeta
Que o caminho se faz
Entre o alvo e a seta
Quem leva os meus fantasmas?
Quem me salva desta espada?
Quem me diz onde é a estrada?
Quem leva os meus fantasmas?
Quem leva os meus fantasmas?
Quem me salva desta espada?
E me diz onde é a estrada
Quem leva os meus fantasmas?
Quem me salva desta espada?
Quem me diz onde é a estrada?
Quem leva os meus fantasmas?
Quem leva os meus fantasmas?
Quem me leva?
Aquele era o tempo em que as sombras se abriam
Em que homens negavam oque outros erguiam
E eu bebia da vida em goles pequenos
Tropeçava no riso, abraçava de menos
De costas voltadas não se vê o futuro
Nem o rumo da bala
Nem a falha no muro
