Pedido de Desculpas a Pessoa Amada
O que me define como uma pessoa boa ou ruim, não são as gentilezas ou grosserias de uma vez ou outra, isto me define como ser humano.
Não é que desprezamos quem nos ama. A pessoa que faz o nosso coração bater mais forte, tem um toque diferente, inteligência e humor indiscutível, um jeito distinto de ver e viver a vida, e uma personalidade única.
Quando gostamos de uma pessoa,
a princípio não gostamos de sua totalidade,
visto que sequer conhecemos sua totalidade.
Gostamos de recortes que dialogam
com ideias internas nossas,
com nossos preconceitos,
com aquilo que esperamos encontrar.
Com o tempo, vamos descobrindo outras partes,
algumas que não necessariamente nos agradam.
E aprendemos a tolerá-las.
Em alguma medida, conseguimos absorvê-las.
Então, a imagem vai se transformando em história.
E entendemos que uma totalidade,
sempre um pouco obscura para nós,
projeta em nós, sob fortíssima influência nossa,
aquilo que dialoga conosco.
Talvez gostar de alguém seja também isso:
reconhecer, aos poucos,
onde termina aquilo que imaginamos
e começa aquilo que o outro é,
compreendendo o afeto como uma construção própria
que tem, como parte de si,
algo que é independente de nós.
“Antes de abraçar o título, abrace o homem; antes de reconhecer o cargo, reconheça a pessoa; antes de admirar a unção, valorize o irmão.”
Muitos vão te odiar, não porque você seja uma pessoa má, mas porque a luz de Cristo que brilha em você incomoda quem prefere as trevas.
O ciúme, quando vira obsessão, não destrói apenas o relacionamento , destrói a própria pessoa que sente.
"Posso te fazer uma pergunta?" é uma das frases mais imbecis já inventadas: a pessoa já acabou de fazer uma pergunta sem pedir permissão alguma, apenas para perguntar se está autorizada a fazer mais uma. É a burrice pedindo licença para continuar.
Uma pessoa inteligente não acredita no que deseja que seja verdade, mas no que a lógica e os fatos permitem concluir.
A vida não é uma competição para descobrir quem é mais feliz. Uma pessoa pode ser extremamente feliz e, ainda assim, ser um fracassado, um canalha, um pobre ou alguém profundamente doente. A felicidade, por si só, não salva ninguém nem torna ninguém uma pessoa melhor.
