Pedagogia da Autonomia
A diferença entre disciplinar e punir.
A maioria dos pais não sabe a diferença entre disciplinar ou punir seus filhos. Disciplinar é diferente de punir. Infelizmente por não saberem a diferença, acabam pecando ou pela falta de disciplina ou por aplicação constante de punição.
Conhecer essa diferença entre essas duas estruturas é fundamental para que filhos possam se tornar emocionalmente fortes.
Disciplina vem do Latim, disciplina, “instrução, conhecimento, matéria a ser ensinada”. E esta deriva de discipulus, “aluno, aquele que aprende”, do verbo discere, “aprender”. Mais tarde ela assumiu o significado de “manutenção da ordem, atendimento às regras”.
Punição vem do Latim, PUNIRE, “infligir pena em alguém”, de POENA, “pena, castigo”.
Punição é fazer as crianças sofrerem por terem cometido erros. Já a disciplina tem como objetivo, ensinar os filhos a fazerem melhor no futuro, e respeitar regras, isso sim educa para uma melhor ação.
Ao educador cabe a função de construir pontes. Pontes entre o educando e o conhecimento.
Somos eternos mediadores do livre processo de ensino e aprendizagem.
" O letramento emocional condiciona a travessia com segurança, num campo minado de sentimentos negativos."
"Na Educação Interdimensional, é preciso articular os fins e os meios da ação educativa, para desenvolver integralmente as dimensões do aluno, através da metodologia que valoriza o pensamento da educação ativa, para condicionar o educando como fonte de iniciativa, liberdade e compromisso."
Humanizar-se, muito além dos processos de socialização primária e secundária, é também um ato de emancipação intelectual, que se dá a partir e durante a tomada de consciência crítica.
Metodologias ativas devem promover a participação ativa. Pra quê tristeza se é possível aprender sorrindo?!Professor com propósito sabe o que faz!
A sala de aula não precisa ser chata.
Professores salvam vidas com suas aulas, seus sonhos de igualdade e seus sentimentos de alimentar esperanças...
Ensinar mudou completamente a minha forma de olhar a vida.
Hoje, tudo o que existe em mim é esperança
e a certeza de que sou indispensável
para despertar essa esperança
em cada aluno que passa por minha sala de aula...
Um brinde aos professores, que a cada amanhecer espalham sementes de sonhos em suas salas de aula, colorindo de esperanças o olhar de cada aluno, despertando sorrisos e fazendo do conhecimento a matéria-prima de um mundo melhor.
Ensinar é trazer no coração
uma esperança infinita...
é essa esperança que faz
um Professor
especial e inesquecível
diante do olhar de seus alunos...
O ato de brincarem seu filho, é apenas a execução de uma sequência de ação criativa , com uma dose gigante de atenção e Amor.
Quer lugar na “janelinha”? Pague!
Na era das redes sociais, tudo vira tribunal público. O caso da passageira Jennifer Castro, que se recusou a ceder seu lugar à janela para uma criança em um voo, é o mais recente exemplo de como a civilização às vezes tropeça em sua própria etiqueta.
De um lado, uma mãe indignada, filmando a cena e postando sua revolta. Do outro, Jennifer, acusada de egoísmo por se apegar ao que comprou com antecedência e planejamento. Entre as duas, uma criança que ainda está aprendendo a lidar com uma palavra aparentemente simples, mas cada vez mais ausente em sua formação: “não”.
Crianças não nascem sabendo que o mundo não gira ao redor delas. Isso é ensinado. Mas, quando se cria a ideia de que tudo pode ser conquistado por insistência, lágrimas ou exposição pública, o que será delas no futuro? Que tipo de adulto nasce de uma infância onde a frustração é tratada como ofensa?
No avião, o assento de Jennifer representava mais do que conforto; era um símbolo do esforço de alguém que escolheu, pagou, e estava, no direito absoluto, de ocupá-lo. Sua recusa não deveria ser enxergada como um gesto mesquinho, mas como um lembrete de que limites existem — e precisam ser respeitados.
A questão vai além do assento à janela. Está na cultura crescente de evitar dizer “não” para poupar os sentimentos das crianças. Um “não” dito hoje poupa adultos decepados pela realidade amanhã. E que realidade dura será esta, quando descobrirem que nem tudo se resolve com um pedido educado (ou uma gravação postada no Instagram).
Jennifer não deveria ser condenada por defender o que era seu. Afinal, como ensinamos às crianças o valor do esforço e da responsabilidade, se a lição implícita é que o choro ou a viralização sempre vencem? Quer um lugar na janelinha? Pague, planeje, mereça.
Assim, no futuro, essas crianças talvez entendam que o mundo é muito mais do que um assento de avião. É um lugar onde limites, direitos e responsabilidades coexistem. Respeitá-los não nos faz piores; pelo contrário, nos torna mais humanos.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
A real necessidade de professores de Ensino Religioso em unidades públicas de educação, com o objetivo de qualificar, formar e integrar esses profissionais, torna a frutificação possível nesta terra fértil e promissora, favorecendo o crescimento da compreensão mútua para um mundo melhor.
Os sonhos são projetos pelos quais se luta. Sua realização não se verifica facilmente, sem obstáculos. Implica, pelo contrário, avanços, recuos, marchas às vezes demoradas. Implica luta.
