Pecar por Excesso
Céu apático sobre mim
Um vislumbre finito no azul marinho
E com excesso de carinho
Estrelas morrem assim
Céu quebrado sobre mim
Contanto que eu viva
Serei parte de ti
Mesmo que eu perca o que eu tinha
Céu retrátil sobre mim
Não me tire esse privilegio
Você mergulhada em jasmim
Não me reduza a tédio
Céu apático sobre mim, eu lhe peço
Não me julgue como réu
Não pense que eu sou o único culpado
Pois dividimos o mesmo céu
"Os maiores inimigos do saber,são os ignorantes que se julgam sábios em excesso e não querem mais aprender."
O que eu faço pode parecer excesso em outra pessoa, mas não em mim. Tenho o aval do meu público para me exprimir.
“Muitos são os que sonham ao dormir, em excesso são os que aos sonhos querem regredir. E mesmo estando eu acordado, vivo sonhando, em teus sonhos morar.”
POSSESSO EM EXCESSO:
Confesso que mui duvido do processo.
É só retrocesso, sem nenhum sucesso.
Eu expresso o que vejo bem impresso.
O progresso não passa pelo congresso.
O consumo é opera que glorifica...
o corpo com a politica da vivencia o excesso torna se obsessão,
que vicia entre tantos o comer e o beber, sendo assim o bem estar,
depois só se vive uma vez...
bem com se viver é uma arte que se tem para si até últimos momentos.
Excesso de amor é quando o coração sai de dentro do peito e passa a bater do lado de fora, como se fosse o corpo quem morasse dentro.
Ricardo F.
Apatia
Amargor
Prutefeito é andar
Nessa tenebrosa inconstância
Antigiu desprezo
Por excesso de patifaria.
"Enquanto o amor for uma utopia, governantes terem excesso de hipocrisia,o reflexo será a desgraça social.Pessoas morrerão de frio nas ruas,a violência continuará nua e crua, fabricando marginal. É preciso lutar,com atitudes pleitear a justiça social".
(Rodrigo Juquinha).
Ciúmes em excesso e monitoramento constante não impedem uma traição. Quem não tem caráter aprimora-se diariamente na arte de trair.
DO PARAPEITO VITAL
Não sou aquilo que vês...
A couraça que percebes
é o excesso de fragilidade,
que move ou tortura.
Dentro da concha cerrada,
a porta em ferrolhos,
permito frestas que me alimentam.
E o alimento caminha filtrado
no suporte do meu parapeito.
Nele contemplo
o complexo do ser
em solidão e unidade.
Contemplo a comunhão
da beleza e ironia,
da grandeza e mediocridade,
dos rumos e destinos vãos,
do irreversível óbvio pó
e o tão divinal inevitável está
em simplesmente ser.
Em entendimento e devolução
converto o que vejo
em palavras que registro.
Em minha suposta apatia,
passam as coisas, os homens,
os fatos, e deixam cargas e marcas
e a sensação, de ser tudo
simples e infinito.
Não há nada que me exclua
ou me distancie da engrenagem.
Sou partícula num todo
de massa, cinza, éter.
Mesmo deste parapeito inescrutável
(dirás?) e vital feito placenta,
habito um universo em que sou parte
e magicamente sou todo.
Que a cada dia permitamos que o coração transborde, a ponto de cobrir, com excesso, as imperfeições do nosso ser.
