Pe Fabio de Melo os que te Amam
Nem todas as respostas eu possuo, nem todos os caminhos eu conheço, mas os caminhos que percorro e as respostas que obtenho, tornam-se fundamentos para a minha mudança interior.
Deus abre as portas, abençoa, mas o ser humano pede mais, espera mais, acha que os problemas assumidos serão suportados e resolvidos pelo Senhor. Digno é o obreiro do seu salário. Portanto, a administração da sua vida, finanças e família depende de você. Deus dá e você deve executar. Não coloque a cargo do Senhor aquilo que é de sua responsabilidade.
A felicidade do passado é para ser lembrada, a felicidade do presente para ser vivida e a felicidade do futuro para ser almejada.
Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,
Da vossa alta clemência me despido;
Porque, quanto mais tenho delinqüido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado.
Se basta a vos irar tanto pecado,
A abrandar-vos sobeja um só gemido:
Que a mesma culpa, que vos há ofendido,
Vos tem para o perdão lisonjeado.
Se uma ovelha perdida e já cobrada
Glória tal e prazer tão repentino
Vos deu, como afirmais na sacra história,
Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,
Cobrai-a; e não queirais, pastor divino,
Perder na vossa ovelha a vossa glória.
A JESUS CRISTO NOSSO SENHOR, GREGÓRIO DE MATOS
Dai à obra de Marta um pouco de Maria,
Dai um beijo de sol ao descuidado arbusto;
Vereis neste florir o tronco erecto e adusto,
E mais gosto achareis naquela e mais valia.
A doce mãe não perde o seu papel augusto,
Nem o lar conjugal a perfeita harmonia.
Viverão dous aonde um até ‘qui vivia,
E o trabalho haverá menos difícil custo.
Urge a vida encarar sem a mole apatia,
Ó mulher! Urge pôr no gracioso busto,
Sob o tépido seio, um coração robusto.
Nem erma escuridão, nem mal-aceso dia.
Basta um jorro de sol ao descuidado arbusto,
Basta à obra de Marta um Pouco de Maria.
Buscando a Cristo
A vós correndo vou, braços sagrados,
Nessa cruz sacrossanta descobertos,
Que, para receber-me, estais abertos,
E, por não castigar-me, estais cravados.
A vós, divinos olhos, eclipsados
De tanto sangue e lágrimas abertos,
Pois, para perdoar-me, estais despertos,
E, por não condenar-me, estais fechados.
A vós, pregados pés, por não deixar-me,
A vós, sangue vertido, para ungir-me,
A vós, cabeça baixa pra chamar-me.
A vós, lado patente, quero unir-me,
A vós, cravos preciosos, quero atar-me,
Para ficar unido, atado e firme
Nunca voltarei.
Nunca voltarei porque nunca se volta.
O lugar a que se volta é sempre outro.
Nota: Trecho do poema "Là-bas, Je Ne Sais Où...", de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa.
...MaisÉ claro que a moral da moça nada tem a ver com sua saia curtíssima, mas convenhamos que é incoerente a moral escondida e o corpo sensualmente exposto
Quantos erros disfarçados,
Quantas ações que se perderam..
Em mãos que alentavam sabedoria,
Profana alegria,
Feridas, cicatrizes e dores.
Cores nesse aprendizado infiel.
Soberano controle,
Meras respostas no papel,
Ser capaz de encontrar um não,
Questionando sempre os porquês,
Certo ou errado,
Que em todos há falta de razão...
Você é meu poema, minha canção.
Meu amanhã .
Minha festa,
Você é o que resta
Você é o que ainda existe, insiste,
no coração...
É o sorriso que abranda a alma,
Acalma,
Acaricia.
É o pedaço que me completa
É a verdade que insisto em buscar
Você é muito mais que um sonho,
É uma realidade que não posso negar,
Você é simplesmente...
" A sua chegada
Resplandece a beleza,
Dando leveza
Ao parco coração.
Que se agiganta
Ao ve-la por perto
Decerto...
São delírios de amor..."
Oscar
Ainda bem que entre nós,
Não existe só uma amizade boa, da qual nunca esqueceremos
Mas sim um amor
Que nunca vamos lembrar de esquecer...
Oscar
