Pe Fabio de Melo os que te Amam
Sou livre, mas não tão livre, percorro os ares em busca de algo, algo esse, que não me livra das armadilhas que não vejo.
O mundo é uma casa sem paredes é uma luz que nos chama, é uma infinita estrada sem limites, onde quem nos impulsiona a caminhar é o vento !
Ser solitário não é ser vazio, nem se achar só, mas sim, é ter uma companhia oculta que nos ajuda a refletir, sem fazer nenhuma objeção.
A vida me ensinou que saudade é um envelope fechado, que guarda o que partiu sem ser deixado de lado.
Vejo, mas não enxergo o que quero ver. Vejo só o que as pessoas tem pra mostrar. Vejo o supérfluo ! Vejo o que tem que ser visto. Não o essencial ! Porém, não vejo o que almejo !
Não quero a inércia do corpo !
Não quero abraço, pois o abraço deixará o teu cheiro. Não quero sorriso, pois o teu sorriso ilude o meu coração, e cala o que gostaria de ouvir. Quero a tua alma ! A essência de tudo. Pois nela guarda o que o abraço não revela, e o que o sorriso não diz.
A doença é o sobreaviso da morte. Assim como a flor não resiste as tempestades constantes. Assim somos nós.
Toda as armadilhas usadas pelo homem, tornam aprisionados os sonhos daqueles que através dela se oprimem. E os opressores com elas se definem.
E já se passaram séculos, e nada... o mundo continua a gritar por compaixão, e as pessoas cada dia mais frias. Então, Deus o fez, Cristo o visitou, e se foi, na esperança que cada ser humano se tornasse melhor, e fizessem dele uma casa para todos. O mundo está aí, e o mesmo não sobrevive sem o "amor", sem a "compaixão" e sem a "tolerância".
Somos está casa, somos o mundo !
Ei, licença, estou ouvindo um toc toc, ate ja sei quem é, é felicidade batendo em minha porta e deixa-la entrar é minha prioridade.
