“Eu não mandava no que sentia por você, eu não aceitava, não queria e, ainda assim, era inundada diariamente por uma vida trezentas vezes maior que a minha. Eu te amava por causa da vida e não por minha causa.”
Seja a pluma que voa sem nexo, mas ao menos causa o movimento.
Não tente voar sem as asas e sem as plumas dos seus sonhos.
As quedas aniquilam ou nos enterram.
Ninguém tem o direito de nos motivar o pranto.
Por isso e, talvez, somente por isso, depois de nascer.... ele - o pranto - deve morrer com a lembrança de quem o causou.