Pe Fabio de Melo Amar
Compreenda que a possibilidade vivida era a impossibilidade!
Vivamos cheios de impossibilidades para que a vida seja o resultado de
transformações!
Vários fatos repetem supostas vivências!... mas, felizmente, NADA será idêntico!
Somos indivíduos novos em cada movimento!
Faço o que importa e, substancialmente, os resultados estão conformes!
Somos o centro das nossas escolhas e ninguém poderá interferir nesta liberdade!
Escolhi ser feliz!!! e isto me importa!
Não devemos subestimar nem superestimar as pessoas, por vezes podemos estar minando o terreno próspero de alguém, por outras podemos estar minando pó em chão infértil. Cada um, a sua maneira, a seu tempo aprende a verdadeira MATEMÁTICA.
Uma tristeza sem tradução!
Um vazio repleto de incompletude!
Perguntas que não se respondem na definição indefinida do escoado pranto!
Antes fosse saudade, mas é literalmente lembrança da vida ida que ecoa ingratidão!
Multidão estupenda e, nada, oferece lampejos de risos!
Reunidos os solfejos da hora anexados às saudades...latejam o coração!
Solidão!
Não somente os tropeços nos provocam o repensar nesta caminhada.
Todos os movimentos ponderam a reflexão.
Alguns tropeços nos levam ao chão e nos oferecem a oportunidade de vermos o céu.
Quanta razão deverá existir para justificar um amor eu não pretendo saber... desde que eu esteja amando sem a razão que me solicit(a)(e) explicação.
Algumas vertigens anunciam sorrateiros sopros de sonhos.
Alguns não insistem, mas saltitam para nascer.
Outros nada querem, embora queiram demais o que não pode ser alimentado nas entrelinhas do ocaso.
Misturados neste eufemismo de soberba solidão... saem singrando rumo afora sem destino certo e no incerto tempo de nascer.
O que você tem oferecido nos seus relacionamentos?
Se o resultado destas reflexões te indicam na solidão, certamente, as suas ofertas não são acolhidas pelos receptores.
Não deixamos o espaço onde estamos pelo amor e, muito menos, pela dor!
Pense na exaustão!
Este é um sentido muito profundo!
Tudo é efêmero e, felizmente, passa!
Sob a sua métrica de igualdade inexistente e, evidentemente, com esses valores intangíveis como se oferece na volúpia que passa!.... será outro corpo estendido na contabilidade dos, também, desalmados!
Não há peso além do nosso!
Conviver não é nos transportar carregando a outra pessoa!
Na possibilidade de escolha faça a opção pela leveza de viver bem e na melhor companhia: a SUA!
Não há tempo certo além deste agora!
Qualquer ilação sobre outro tempo será a compreensão da sua escolha pela letargia de optar pela insossa vida da qual se alimenta!
No incrédulo desiderato relatado... restou-me compreender e não ficar, deixando-a seguir com a recheada história de desencontros!
Não podia me permitir ser, mera, estatística de infelicidade!
Pensando e causando os movimentos necessários para a congruência da minha caminhada!
Ninguém está obrigado a seguir comigo, entretanto, certamente, perde quem segue sem a minha fiel entrega e verdade!... e, pior, quem segue sendo atirada ao vento e aos beija-flores da vida!
