Passagens da Bíblia que iluminam o caminho da fé

“Há ideias que iluminam bibliotecas inteiras e ainda deixam escuro o coração de quem as escreveu.”

⁠Existem três coisas que nos levam a conhecer a Deus: a oração, a Bíblia e a dor.

A "Queda" do Justo: O conceito bíblico de que "o justo cai sete vezes e se levanta" sugere que mesmo pessoas íntegras enfrentam dificuldades, fraquezas e erros, mas sua característica é a capacidade de se arrepender e recomeçar, não a perfeição.P.G

A Bíblia mostra que Deus prefere usar quem tem um coração simples e humilde, e não os orgulhosos. Ele olha para a pureza e a obediência, e não para a idade, a força ou a fama que alguém possui.


Grace to You

Aqueles que acreditam que um deus tem razões para tirar a vida de crianças nos mitos bíblicos, e que acreditam poder ser perdoados por qualquer coisa, não importa o quão terrível seja o que fizerem, e nem o quão irreversível a outras pessoas seja, não teriam como não ser os mais perigosos e perversos. Os crimes mais terríveis da história humana sempre foram cometidos por aqueles que acreditavam estar fazendo "a vontade de Deus".
Além disso, se tudo é perdoado, tudo é liberado. Se não há limites para o perdão, não há limites para os atos, muito menos responsabilização real pelas próprias ações. Quando se tem um deus que permite e regulamenta a escravidão, faz vista grossa pra abuso, ordena e causa a morte de crianças, animais, bebês de colo, mulheres grávidas e nações inteiras simplesmente pelas mesmas não o seguirem ou não se sujeitarem ao seu suposto povo... Não há limites para a maldade, não apenas do suposto deus, mas também daqueles que o seguem.
Por isso, todos os dias, o "povo de Deus", os líderes religiosos desse mesmo ser, aparecem em noticiários pelos crimes mais perversos, covardes e hediondos que se pode cometer. Tenham cuidado com aqueles que se dizem "homens e mulheres de Deus". Eles podem tirar a sua vida, rasgar a sua alma, destruir a infância dos seus filhos, e ainda assim acreditar que vão pro céu, já que o deus deles aceita tudo, basta que o culpado o idolatre e aceite. O ego do deus judaico-cristão é mais importante pra ele do que a justiça, e convenhamos: justo esse pseudo deus nunca foi, segundo a própria mitologia dele, assim como a história do cristianismo e do mundo supostamente criado por ele. Não há nada mais mortal, perverso e perigoso do que o "amor cristão".
- Marcela Lobato

Todos nós somos frutos de uma mesma romã, a Bíblia diz que Salomão pediu para colocarem duzentas romãs em cada capitel das colunas do templo, uma era Jaquim e outra era Boaz. A fertilidade, a Lei com 613 sementes, a santidade, a unidade e a fraternidade. A romã é o símbolo máximo de fraternidade e aliança na Maçonaria. Muitas sementes, muitos irmãos. Uma única casca uma única ordem universal.

"Se algo está te confrontando, biblicamente, ainda existem pecados que você insiste em manter vivo. Deixa morrer!"

—By Coelhinha

“O conhecimento enche bibliotecas; o discernimento esvazia ilusões.”

"Nenhuma universidade te tornará inteligente, assim como a Bíblia não te salvará. Quem não pratica o que aprende, torna-se pecador por ter conhecido o conhecimento e não o ter utilizado."

⁠"Deus não está em silêncio é sua BÍBLIA que anda muito fechada"

1Coríntios 13:6
não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Que versículo poderoso!


Esse versículo nos lembra de que o amor verdadeiro não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.


É um chamado a viver com integridade, justiça e verdade, refletindo o caráter de Deus em nossas vidas.


Que possamos ser pessoas que amam a verdade e buscam a justiça, para que possamos ser instrumentos de amor e transformação no mundo! 📖🙏🏼

Uma lembrança aos católicos:


Na tradição os bispos são os sucessores dos apóstolos como o Papa é o sucessor de Pedro. Entrar em contenda por causa de política é de um reducionismo brutal da vossa fé e da própria inteligência.

Uma teoria que não pode falhar é opinião com bibliografia; a cascata se oferece ao teste: se k for zero, ela cai.

⁠Citações bíblicas são para acender luzes — não para apagá-las, muito menos para monopolizar a Graça.


Insulto maior não há, que ver tantos se valendo das Sagradas Escrituras para se esconder, aparecer... ou se promover.


Porque Deus jamais teria contribuído com uma única vírgula do livro mais vendido, mais lido — e menos vivido do mundo — para legitimar descuidos, maldade ou caprichos de apaixonados.


A Palavra, quando nasce da Fonte, não busca plateia, busca consciência.


Não pede eco, pede postura.


Nem deseja aplauso, deseja transformação.


Mas há os que a tomam como escudo, sem jamais permitir que ela os atravessasse.


Há os que a declare com fervor, mas não a deixe iluminar a própria sombra.


É há os que a cite de cor — e, ainda assim, não a conheça.


Talvez o maior desafio da fé não seja crer, repetir ou pregar… mas permitir que a Graça nos alcancem onde mais resistimos a ser alcançados.


Porque Escritura não foi dada para amarrar ninguém — foi dada para libertar.


E somente quem se deixa iluminar por ela descobre que a verdadeira luz nunca humilha; revela.


Nunca esmaga; desperta. Jamais separa; reconcilia.


E é justamente aí que a Filosofia reencontra a Fé no ponto mais delicado: o ponto em que ambas exigem do sujeito não a obediência cega, mas a coragem de se encarar.


A Filosofia nos pergunta por que acreditamos; a Fé nos pergunta como vivemos o que dizemos acreditar.


E, quando caminhamos sem medo, percebemos que essas perguntas são irmãs — não rivais.


A Escritura nos mostra caminhos, mas jamais os percorre por nós.


A consciência é quem decide se cada passo será um gesto de luz ou de vaidade.


Porque não há texto sagrado, capaz de elevar quem insiste em rastejar pelas conveniências.


E não há versículo que enobreça mãos que o brandem como arma enquanto o coração permanece fechado como punho.


Fé sem reflexão vira fanatismo.


Reflexão sem fé vira desespero.


Mas a união das duas — essa, sim, — é o que faz da Palavra uma ponte em vez de trincheira.


Talvez Deus nunca tenha pedido que interpretássemos a Escritura com perfeição… mas que a vivêssemos com honestidade.


Porque a Verdade, quando realmente é luz, não precisa ser defendida — precisa apenas ser deixada brilhar.


Porque a Oração sem Ação não ascende — retorna.


Não toca o Alto — ressoa no vazio de quem a profere.


E, talvez por isso, seu destino seja apenas os ouvidos dos tolos que imaginam que o Céu se move por frases que nem eles próprios se movem para viver.

Muitos cristãos votam movidos por paixão ou promessas políticas, mas os princípios bíblicos devem vir em primeiro lugar. Nenhum candidato é perfeito ou substituirá um líder espiritual, mas precisamos proteger nossa fé: certas ideologias e partidos são abertamente opostos ao Evangelho e podem se tornar um grave obstáculo para o povo de Deus.

Bastou o encardido descobrir a obsessão dos políticos pelas narrativas, para entupi-los de versículos bíblicos em prol da Instrumentalização religiosa.

Um homem mau oferece muito menos perigo empunhando uma arma do que folheando uma Bíblia.


Empunhando uma arma, ele é previsível, folheando uma Bíblia, não mais.


Pois, nas terras férteis da instrumentalização religiosa, o que não falta é gente ruim se valendo do nome do Filho do Homem para se esconder, aparecer e se promover.


Quando um homem mau empunha uma arma, pode até ferir corpos e espalhar medo por algum tempo.


Mas quando ele abre uma Bíblia e se apropria da fé alheia para justificar sua maldade, o perigo se torna ainda maior.


A arma só atinge a carne, mas a Manipulação Religiosa corrói a Consciência Espiritual, Desfigura a Verdade e Aprisiona o Pensamento.


É por isso que, muitas vezes, o estrago causado por um Falso Profeta se prolonga para muito além de sua própria existência: porque não apenas mata, mas ensina outros a matarem em nome de suas verdades.


A fé deveria libertar e iluminar, mas, nas mãos de quem só deseja poder, transforma-se em algemas invisíveis.


Eis a gritante diferença: balas deixam cicatrizes no corpo, enquanto a palavra descaradamente distorcida deixa cicatriz na alma.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a Religiosa.

⁠Glória pra mim é ter conhecido a bíblia e ainda conseguir ser amigo do autor.

⁠Entre
ser ameaçado
com uma arma
ou com uma bíblia, prefiro a primeira.


A arma, pelo menos, não costuma fingir que está salvando a minha alma enquanto aponta para a minha liberdade.


Seu recado é brutal, mas relativamente honesto: faça o que eu quero ou sofra as consequências.


Não há necessidade de transformar a violência em virtude, nem a obediência em iluminação.


A ameaça feita a pretexto da fé é mais sofisticada.


Ela pode vir acompanhada de amor, preocupação, bons costumes, salvação, família, moral e até da promessa de que tudo aquilo é para o seu próprio bem.


O perigo está justamente aí: quando a coerção aprende a falar a linguagem da virtude, torna-se muito mais difícil reconhecê-la.


Não é a Bíblia que me assusta.


Livros não ameaçam ninguém.


Tampouco é a fé, quando vivida como escolha íntima, que merece desconfiança.


O que assusta é o ser humano que transforma sua interpretação da fé em instrumento para controlar a consciência alheia.


São os que a usam para se esconderem, aparecerem e se promoverem.


Uma arma pode ferir o corpo.


Uma certeza absoluta, quando colocada nas mãos de quem acredita ter autoridade sobre a alma dos outros, pode ferir muito mais profundamente: pode ensinar alguém a sentir culpa até por pensar por conta própria, vergonha por discordar e medo por simplesmente ser livre.


Talvez por isso a primeira ameaça seja, paradoxalmente, muito mais fácil de enfrentar.


Diante de uma arma, sabemos que existe violência.


Diante de uma ameaça revestida de santidade, ainda precisamos atravessar a névoa das boas intenções para perceber que, por trás das palavras doces, continua existindo uma ganância de poder.


E toda vez que alguém precisa subir o tom para provar que está certo, talvez o problema não esteja na falta de fé de quem escuta, mas na fragilidade da verdade de quem fala.

A maior lição de amor e respeito não está apenas nos versículos que lemos, mas em sermos a própria Bíblia viva através das nossas atitudes, provando que mais vale um coração humilde que trata todos com dignidade do que mil palavras bonitas ditas sem amor ao próximo.