Passagens da Bíblia que iluminam o caminho da fé
Não preciso da bíblia para me dizer o que é certo ou errado, basta eu me colocar no lugar da outra pessoa.
Dizem que quanto mais pesquisarmos e estudarmos a Biblia, mas teremos a convicção q deus nos ama e se importa conosco. Porem quanto mais eu tento acreditar e estudo vejo que isso não é verdade. Pois porque eu seguiria todos aqueles mandamento de um livro que está repleto de ódio?
"Bem aventurados os ingnorantes. Porque deles é o reino do céu."
Enquanto Jesus Cristo for apenas uma Bíblia em sua mão, um chaveiro em sua bolsa, uma corrente no facebook ou uma frase no twiter, nada mudará.
Ele tem que ser o Rei e Senhor da sua vida.
Somos a maior propaganda do evangelho! Que possamos ser como uma bíblia em carne, com as escrituras sagradas tatuadas em nosso corpo para quem não tem acessibilidade a palavra. Que pessoas possam visualizar a face de Jesus em nosso caráter e a cruz em nossas costas.
Será que Deus me ama?
A resposta está na Bíblia, a Palavra de Deus:
“Amei-te com um amor eterno.”
Jeremias 31:3
Deus ama -te, e Ele te ama com um amor que tu nem sequer conheces, porque não há amor humano comparável ao amor divino. Deus ama-te. E quer perdoar-te. Ele quer ter comunhão contigo.
“Deus é amor”
1 João 4:16
Não faz nenhuma diferença até onde tentaste fugir de Deus. Ele ama-te. O Seu olhar está sobre ti. Ele vê-te. Deus ama-te, e a Bíblia diz que Deus enviou o Seu Filho do Céu a esta terra por ti. Jesus Cristo veio a esta terra para levar os teus pecados na cruz.
“Não me esqueci dos planos que fiz a vosso respeito, diz o Senhor, planos de bem e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança.”
Jeremias 29:11
Deus criou-nos à sua imagem - e tu, como pessoa, és importante para Deus.
“E até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados.”
Lucas 12:7
http://pazcomdeus.jesus.net/?/1/deus-amou-tanto-mundo.html&gclid=CKGPrciQw7MCFSnJtAod-ncAtw
O ECLESIASTES
Acabei de fazer a leitura do livro Eclesiastes, um dos livros da Bíblia. Lendo este livro eu senti meu coração sangrando e me perguntei por que me sentia tão mal por ser um homem próspero. Eu me mato de trabalhar todo dia para juntar bens e zelar pela minha felicidade e de minha filha Marhilyse. Já que não sou dono do meu destino posso dizer sem risco de me equivocar que o Eclesiastes é um livro misterioso, que se não for lido por um espírito mais avisado pode ser interpretado contra a fé cristã que ensina o otimismo e a esperança. Podemos mesmo dizer que o Eclesiastes é o livro mais atípico da Bíblia. Atípico pela construção imensamente poética de seus versículos. Atípico também pelo ângulo pelo qual o autor pinta a realidade da vida e sob o qual descreve o caráter vasto e indescritível do poder de Deus e de sua absoluta soberania. Para o autor o homem não é dono de sua vida para retê-la e não tem nenhum poder sobre o dia de sua morte. O Eclesiastes é um sério convite à humildade no nosso comportamento e em todos os atos que nos levem a melhorarmo-nos. O Eclesiastes nos leva a entender o caráter fugaz da vida e da inutilidade de nosso empenho em adquirir bens materiais e muita riqueza. É como perseguir o vento. O livro tenta levar os homens a compreender a inutilidade da corrida à procura de bens materiais que são perecíveis. O livro conclama o fiel a fazer um esforço em direção à espiritualidade. Lembrar-se da natureza vã das coisas deste mundo e lembrar-se de Seu criador nos dias da juventude (capítulo 12 versículo 3). Ele chama nossa atenção para a Vaidade, esse sentimento vil que sempre nos habita e que suscita Orgulho: vaidade das vaidades, diz ele. Mas se tudo é vaidade então o Criador é vaidade. Mas qual seria o mérito de Deus se não criou nada além de vaidade? Felizmente em nenhum lugar o livro diz que Deus é Vaidade. Muito pelo contrário. Ele nos convida mais uma vez a cultivar a humildade em nossas vidas junto aos nossos próximos. Ele nos exorta a aproveitar a vida que temos e aquilo que conseguimos porque o que será de nós com o que há de vir? O livro nos convida a partilhar com os outros, ser solidários e amar ao próximo. Outro ponto importante em que insiste: todas as coisas que descobrimos durante nossa existência tanto no bem como no mal ocorre pela vontade de Deus. Eis porque nos aconselha a aceitar todas as situações da vida pelas quais passamos com filosofia. Ele nos aconselha a falar menos para que não nos enojemos das próprias palavras e nos recomenda uma boa conduta. Ele nos aconselha a procurar a sabedoria porque vale tanto quanto uma herança. Mas que a procuremos com moderação e humildade. O livro nos diz que tudo aquilo que fizermos durante todos os dias de nossas vidas Deus nos cobrará em julgamento. É num tom de ameaça e de alerta que termina o livro: Deus levará toda obra a julgamento. Esse livro é essencial para nosso mundo que se tornou mesquinho. Que se pense antes de atacar os outros por atacar. Que o sangue de pessoas inocentes impeça os passos dos que correm atrás do poder e da glória. ZANPKIN.
Não se honra a Bíblia simplesmente citando-a, mas encarnando-a como fez Jesus. Antes que pregar um sermão, torne-se a mensagem.
Quem mais diz honrar a Bíblia às vezes quem mais a desonra quando a usa para justificar seus preconceitos, sua ganância, seus interesses.
E quem quiser ser cabeça, que aprenda a plantar bananeira, pois o apóstolo que tinha a primazia entre os discípulos, terminou crucificado de cabeça pra baixo.
"Bem aventurados os que trilham caminhos retos, e andam na lei do Senhor." Salmos 119:1
Tu ordenaste os teus mandamentos, para que diligentemente os observássemos.Salmos 119:4
O que se deve acrescentar à fé? O apóstolo nos dá uma lista, a qual eu quero citar aqui. A primeira coisa que ele diz é: "Acrescentai à vossa fé a virtude". O que ele quer dizer com isso? Aqui temos novamente uma palavra cujo sentido mudou com o decorrer do tempo. Não significa virtude no sentido que comumente usamos a palavra hoje em dia, pois cada um destes itens é uma virtude em si. Seu sentido aqui é de energia, energia moral; significa poder, vigor. Isto é muito importante. A condição da qual o apóstolo está tratando aqui é este tipo de vida cristã lânguida, indisciplinada e frouxa, e ele começa lembrando-os disso: "Agora que têm fé, vocês crêem na verdade, e não há dúvida quanto a isso, vocês têm essa mesma fé preciosa que está em nós". Bem, o que mais eles precisam fazer a respeito? Ele lhes diz que em acréscimo à fé que têm, eles precisam deixar de ser lânguidos. Em outras palavras, acrescentem à sua fé essa energia moral, assumam controle de si mesmos, não se arrastem através da vida cristã, andem por ela como devem, com vigor, acrescentem à sua fé força e poder. Não sejam cristãos debilitados que sempre dão a impressão de que estão ao ponto de ter uma vertigem e desmaiar, e que podem falhar a qualquer momento. Não sejam lânguidos, diz o apóstolo, guarneçam a sua fé com virilidade e poder — virtude. Como essa exortação é necessária! Comparem, façam um contraste do cristão típico e comum com a pessoa típica e comum do mundo. O cristão declara estar interessado em coisas espirituais, no reino de Deus, e num conhecimento de Deus e de Cristo. Esta é sua reivindicação. Ele diz que tem fé, e é isso que a fé significa. Comparem-no com a pessoa típica do mundo, que está interessada em jogos e nas coisas que acontecem no mundo dos esportes. Vocês percebem a diferença; não há nada lânguido a respeito da pessoa que está interessada nessas coisas. Observem seu entusiasmo e sua energia. Então observem o cristão em contraste, como ele é débil, sempre com uma expressão de pesar. E a razão é que esse tipo de cristão falhou em "acrescentar à sua fé". Ele diz que é um cristão e que crê na verdade, mas falhou em "guarnecer" a sua fé.
(...) O apóstolo Paulo, escrevendo a Timóteo (II Timóteo 3:12), vai ao ponto de dizer: "E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições". De acordo com as Escrituras, é uma lei que, quanto mais nos aproximamos do Senhor Jesus em nossa vida e nosso estilo de viver, mais probabilidades teremos de enfrentar problemas neste mundo. Olhem para Ele — que não cometeu mal algum, nem dolo se achou em Sua boca. Passou Sua vida curando as pessoas, fazendo o bem e pregando; e no entanto, vejam a oposição e as provações que teve de enfrentar. Por quê? Porque Ele era quem era. O mundo, no fundo do seu coração, odeia Cristo e odeia os cristãos, porque uma vida santa o condena. O homem do mundo não gosta disso porque o incomoda. O apóstolo sabia o que essas pessoas estavam experimentando nas mãos dos perversos, e ele continua no quarto capítulo, expressando-o ainda mais especificamente: "Porque é bastante que no tempo passado da vida fizéssemos a vontade dos gentios, andando em dissoluções, concupiscências, borrachices, glutonarias, bebedices e abomináveis idolatrias; e achando estranho não correrdes com eles no mesmo desenfreamento de dissolução, blasfemando de vós". O mundo estava aborrecido com essas pessoas porque elas tinham abandonado aquele tipo de vida e estavam vivendo a vida cristã. Assim que se tornaram
cristãs, passaram a ter problemas com o mundo. Pessoas que antes eram amigáveis começaram a criticá-las, ignorá-las, ou a falar mal delas aos outros. Essa era uma das coisas que lhes estava causando tristeza. Estavam contristados por causa disso, e é algo que os cristãos têm sido obrigados a suportar através dos séculos. Nada é mais penoso do que este mal-entendido da parte de outras pessoas, e se torna ainda mais difícil se acontece ser alguém muito chegado a nós. Como é difícil quando alguém é o único cristão da família. Este tipo de provação acontece, e se um cristão nunca enfrenta algum tipo de provação, isso sugere que há algo radicalmente errado com seu cristianismo. O apóstolo Paulo experimentou isto constantemente. Lembram-se que ele disse: "Demas me abandonou"? Aquilo não foi fácil para Paulo; realmente o perturbou. Teve que enfrentar seu julgamento completamente sozinho; pessoas com quem pensou que podia contar, de repente o abandonaram, e ali estava ele completamente só. "Todos me desampararam". Esse é o tipo de coisa que entristece o cristão, e basta lermos as biografias dos santos de Deus, para encontrarmos isso constantemente. Leiam os diários de John Wesley e descobrirão que ele estava frequentemente neste estado por causa de mal-entendidos. Isso também é encontrado em larga escala na vida de Charles Haddon Spurgeon, em conexão com uma grande controvérsia na qual ele se achou envolvido. Homens a quem ele tinha considerado amigos, e alguns a quem ele havia instruído às suas próprias custas na faculdade, de repente se afastaram dele. Basta ler seu relato para perceber como ele foi machucado e entristecido. Estava contristado porque homens nos quais pensava poder confiar de repente lhe falharam. Isso sem dúvida encurtou a sua vida. Li nos diários de George Whitefield recentecente algo muito parecido. Whitefield havia experimentado uma época de excepcional proximidade de Cristo e estava se regozijando nisso, mas faz uma observação em seu diário, lembrando que de uma forma estranha tais experiências muitas vezes eram seguidas por provações muito duras, e ele escreve: "Sem dúvida estarei sujeito a isso novamente". Ele sabia, era sua experiência; é uma lei quase inevitável na vida do homem de Deus num mundo de pecado. Aqui, pois, estavam esses cristãos, sofrendo múltiplas provações. O termo é amplo, e significa qualquer coisa em nossa vida que tende a nos perturbar, algo que nos toca nas áreas mais delicadas e sensíveis do nosso ser, nosso coração, nossa mente, as coisas que tendem a nos abater. Como o apóstolo trata dessa situação? É muito interessante, e é o que devemos fazer se queremos manter esse aspecto duplo da nossa vida cristã. Se vamos continuar nos regozijando, apesar das coisas que nos entristecem, devemos enfrentá-las da maneira que o apóstolo nos instrui. Qual é seu ensino? A primeira coisa que ele faz é apresentar um grande princípio, e é que devemos compreender por que estas coisas nos acontecem. Essa é a primeira coisa, e quantas vezes precisamos dizer isso a nós mesmos e uns aos outros! Às vezes penso que toda a arte da vida cristã é a arte de fazer perguntas. O perigo que corremos é de permitir que estas coisas nos aconteçam, sem proferir coisa alguma além de, talvez, um gemido, lamento ou reclamação. O que precisamos fazer, porém, é descobrir, se pudermos, porque estas coisas estão acontecendo; tentar descobrir a explicação, e em conexão com isto o apóstolo usa os seguintes termos: "Em que vós grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário..." "Sendo necessário"! Ah, esse é o segredo. O que ele quer dizer com essa frase? Não há nenhuma dúvida quanto à resposta a essa pergunta. É uma declaração condicional, que podemos traduzir assim: "Por breve tempo, caso isso for necessário". "Se isso for necessário"! Não é apenas uma declaração geral de que num mundo como o nosso tais coisas têm que acontecer. Significa muito mais do que isso. Ele não diz: "Bem, vocês estão se regozijando nessa bendita esperança, ainda que num mundo como este tenham que suportar certas coisas". Isso está correto, é uma grande verdade; mas o apóstolo não encerra o assunto aí. Sua declaração é positiva. Ele diz: "Vocês estão enfrentando essa provação, porque isso é necessário no momento". Aqui, então, está nosso princípio: há um propósito definido em tudo isso. Nada disto acontece acidentalmente, nem é algo que ocorre simplesmente por causa de toda a organização da vida. Isso está incluído, mas não é a razão principal. Estas coisas acontecem, diz o apóstolo, porque são boas para nós, porque fazem parte da nossa disciplina nesta vida, e neste mundo, e porque — vamos deixar isso bem claro — Deus assim o determinou. Essa é a doutrina do apóstolo, e é doutrina de todo o Novo Testamento, e certamente é a doutrina dos santos através dos séculos. Em outras palavras, devemos olhar para a vida cristã desta maneira. Estamos andando através deste mundo sob o olhar do nosso Pai celestial. Essa é a coisa fundamental; o cristão deve pensar em si mesmo como alguém que está envolvido num relacionamento peculiar com Deus. Isso não pode ser dito de alguém que não é cristão. Há um plano e propósito muito definido para a minha vida; Deus me adotou e me colocou em Sua família. Para quê? Para que possa me levar à perfeição. Esse é Seu objetivo — "para sermos (mais e mais) conformes à imagem do Seu amado Filho". É isso que Ele está fazendo. O Senhor Jesus Cristo está trazendo muitos filhos a Deus, dizendo: "Eis-me aqui, e os filhos que me deste". Se não começarmos com esse conceito fundamental de nós mesmos como cristãos, iremos nos desviar, e certamente não entenderemos estas coisas.
Pedro diz no sétimo versículo que essas coisas aconteceram — essas "várias tentações" — para que "a prova da Vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória na revelação de Jesus Cristo". Como isso é importante — o precioso caráter da fé! Ele ressalta isso em sua comparação com o ouro. "Olhem para o ouro", ele diz. "O ouro é precioso, mas não tão precioso quanto a fé". Como ele estabelece isso? Ele mostra que o ouro é algo que um dia vai desaparecer. É apenas temporário, não há nada de permanente nele, ainda que seja maravilhoso e de muito valor. Mas a fé é eterna. O ouro vai perecer, mas a fé permanecerá. A fé é algo que é duradouro e eterno. Aquilo através do que vivemos, diz o apóstolo, é o que é responsável por estarmos na vida cristã. Vocês estão nesta posição de fé, ele diz, e não percebem como isto é maravilhoso e admirável. Andamos pela fé, toda a nossa vida é uma questão de fé, e aos olhos de Deus isso é tão precioso, tão maravilhoso, que Deus quer que seja absolutamente puro. Purificamos o ouro através do fogo. Eliminamos todas as impurezas ao colocar o ouro no crisol, ou na fundição, submetendo-o a um alto grau de calor; assim tudo que é impuro é removido, permanecendo apenas o ouro. Seu argumento, então, é que se fazemos isso com o ouro que perece, quanto mais precisa ser feito com a fé. Fé é esse princípio extraordinário que liga o homem a Deus; é o que livra o homem do inferno e o leva para o céu; é a conexão entre este mundo e o mundo por vir; a fé é esse elemento místico e admirável que pode tomar um homem morto em delitos e pecados, e fazer dele uma nova criatura, um novo homem em Cristo Jesus. É por isso que é tão preciosa. É tão preciosa que Deus quer que seja absolutamente perfeita. Esse é o argumento do apóstolo. Então, enfrentamos essas várias tentações e provações por causa do caráter da fé.
O apóstolo mostra como tendemos a cair nesse estado de ansiedade mórbida, e deixa claro que é tudo devido à atividade do coração e da mente — "E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus". Ou, como diz a Edição Revista e Atualizada: "Guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus". O problema está na mente e no coração; são eles que tendem a produzir esse estado de ansiedade, de preocupação e solicitude mórbida. Esta, como eu já disse, é uma porção profunda de psicologia, e estou enfatizando isso porque mais adiante vamos ver como é importante compreender a explicação psicológica do apóstolo a respeito desta condição, para aplicar a nós mesmos a solução que ele oferece. O que Paulo está dizendo, em outras palavras é que podemos controlar muitas coisas em nossa vida, e muitas das circunstâncias ao nosso redor, mas não podemos controlar nosso coração e nossa mente. "Este estado de ansiedade", Paulo diz, "é algo que de certa forma está fora do controle; acontece apesar de nós mesmos". Como isso é verdadeiro na experiência! Procurem lembrar uma ocasião em que vocês estiveram nessa condição de ansiedade. Lembrem-se como não podia ser controlada? Vocês ficaram acordados, e teriam dado tudo para poder dormir.. Mas suas mentes não os deixaram dormir, seus corações não os deixaram dormir. O coração e a mente estão fora de controle. Daríamos tudo para conseguir com que o coração e a mente parassem de pensar, ponderar e girar em torno de um assunto, mantendo-nos acordados. Temos aqui uma profunda verdade psicológica, e o apóstolo não hesita em usá-la. Aqui mais uma vez nos deparamos com o maravilhoso realismo das Escrituras, sua absoluta honestidade, seu reconhecimento do homem como ele é. O apóstolo nos diz que desta maneira o coração e a mente, ou, se preferirmos, as profundezas do nosso ser, tendem a produzir esse estado de ansiedade. Aqui o "coração" não significa apenas a sede das emoções; significa a parte central da nossa personalidade. A "mente" pode ser traduzida, se preferirmos, pelo termo "pensamento". Todos experimentamos esta condição, e sabemos exatamente do que o apóstolo está falando. O coração tem sentimentos e emoções. Se uma pessoa querida adoece, como o coração começa atrabalhar! Nossa preocupação, o próprio amor que sentimos pela pessoa, é a causa da nossa ansiedade. Se não sentíssemos nada pela pessoa, não ficaríamos ansiosos. Vemos aqui como o coração e as afeições nos influenciam. Não só isso, mas também a imaginação! Que causa prolífica de ansiedade é a imaginação! Somos confrontados por uma situação mas se fosse apenas isso, provavelmente nos deitaríamos e dormiríamos sem problemas. Mas a imaginação começa a funcionar, e começamos a pensar: "E se tal coisa acontecer? Tudo está razoavelmente sob controle hoje, mas e se amanhã de manhã a febre subir, ou se esse problema causar outra condição?" E ficamos pensando nisso por horas, agitados por essas imaginações. E assim, nossos corações nos mantém acordados. Ou então, não tanto no setor da imaginação, mas no setor da mente e do pensamento em si, começamos a considerar possibilidades e imaginar situações e tratar delas e analisá-las, pensando: "Se tal coisa acontecer, precisaremos tomar estas providências, ou teremos de fazer isto ou aquilo". Vejam como funciona. O coração e a mente estão no controle. Somos vítimas dos pensamentos; nesta condição de ansiedade, somos as vítimas; são o coração e' a mente, esses poderes dentro de nós que estão fora do nosso controle, que exercem senhorio, tirania mesmo, sobre nós. O apóstolo diz que isso é algo que precisamos evitar a todo custo. Não preciso me deter muito na razão para isso. Creio que todos temos conhecimento dela por experiência. Neste estado de ansiedade, passamos o tempo todo raciocinando e argumentando e correndo atrás de imaginações. E somos inúteis quando estamos nessa condição! Não queremos falar com outras pessoas. Podemos dar a impressão de estar ouvindo o que dizem numa conversa, mas nossa mente está debatendo todas essas possibilidades; e assim, nosso testemunho é ineficaz; não somos de nenhuma valia para os outros, e acima de tudo perdemos nossa alegria no Senhor. Todavia, passemos para o segundo princípio. O que precisamos fazer para evitar esse tumulto interior? O que o apóstolo nos ensina aqui? É aqui que passamos para o que é peculiar e especificamente cristão. Se eu não fizer outra coisa, eu espero poder mostrar a diferença eterna entre a forma cristã de tratar da ansiedade, e o método psicológico de tratar dela. Alguns amigos meus acham que sou um pouco crítico, em relação à psicologia, mas quero defender meu ponto de vista. Creio que a psicologia é um dos perigos mais sutis em conexão com a fé cristã. Às vezes as pessoas pensam que estão sendo sustentadas pela fé cristã, quando na verdade o que está em operação é um mero mecanismo psicológico; e esse mecanismo falha quando uma crise real se apresenta. Não pregamos psicologia — pregamos a fé cristã.
Eu não te esqueci! Nossa história foi linda. Só te tirei da cabeceira da cama e te coloquei na biblioteca das alegrias que vivi.
O que importa não é o que você e eu pensamos, é o que a Bíblia ensina. As pessoas têm suas próprias idéias sobre o que constitui um cristão. Vocês percebem isso quando discutem essas coisas com outras pessoas, e elas dizem: “O que eu afirmo é isto”. E devido eles o terem dito acham que isso deve ser verdadeiro. Contudo, certamente não há um padrão definitivo do que torna um homem em cristão, exceto na Bíblia. O que conhecemos do cristianismo fora da Bíblia? Que direito temos nós de afirmar: “Isso é o que eu penso que torna um homem em cristão”? Certamente, a Bíblia é nossa única regra e autoridade. Nada conhecemos de Jesus Cristo, à parte do que encontramos na Bíblia, e não temos qualquer direito de postular o que é a experiência cristã fora do ensino da Palavra de Deus. Aí, eu digo, está o único teste e o único padrão. Eu diria novamente com Lutero: “Não conheço outro Deus senão Jesus Cristo”. Nada conheço além do que encontro na Bíblia, e o que encontro nela é que eu estou passando por este mundo, que tenho de encontrar-me com Deus face a face, que há um único caminho pelo qual eu posso fazer isso sem medo, horror, estremecimento, alarme e destruição final, e isso é prestar uma pronta obediência ao que Deus me fala em Sua própria Palavra, crer em Seu Filho o Senhor Jesus Cristo, e entregar-me e toda a minha vida a Ele. Se faço isso, se reconheço meu pecado, se percebo minha necessidade de perdão e creio que tenho isso através de Cristo e Sua perfeita obra, se suplico e oro por esse novo nascimento e o recebo, então afirmo que certas coisas me acontecerão.
Um menino e sua pipa
O cão e sua bola
Um pastor com sua bíblia
O mendigo e sua esmola
Felicidade um dia vem
mas como vem pode ir embora
nada é para sempre
sempre chegara a hora
A pipa voou praz longe
o meninos esta sozinho
o cão perdeu a bola
mas encontrou o tal menino
Felicidade um dia vem
mas como vem pode ir embora
o importante e estar pronto
porque sempre chega a hora
O verdadeiro Deus...
O verdadeiro Deus não esta em biblias, não esta em terços, em frungos, em pulços, em roupas, no dinheiro, o verdadeiro Deus não esta no altar da igreja pregado numa cruz... O verdadeiro Deus esta em cada oração, em cada sorriso, em cada sofrimento, em cada vontade de vitoria, em cada crensa, esta em cada minuto,em cada segundo, e cada jesto de caridade, o verdadeiro Deus esta em cada corração...
Há duas formas de olhar para a Bíblia. Uma das formas que eu ouço falar mais nas igrejas, é que a bíblia é um guia para a vida. Eu entendo o que se tenta ensinar com isso. Se você precisa saber para onde ir, o que fazer, como lidar com alguma situação, você vai até o guia, descobre onde está, e qual o caminho a seguir. Eu entendo o que está sendo ensinado, mas eu acho que há alguns problemas nisso. Principalmente, que a bíblia, no fim das contas, não é sobre você, não é sobre mim, mas sobre o que Deus fez, em Jesus Cristo, para reconciliar o universo consigo, e reconciliar a humanidade consigo. Ao olhar para a Escritura daquela forma, eu acredito que você se dispõe a sofrimento e desespero. Deixe-me dar um exemplo do que estou falando. Se você pegar uma história simples, como Davi e Golias, o que as pessoas vão fazer, as que vêem a Bíblia como um guia para a vida, as que pensam que as Escrituras falam deles, vão pegar a história de Davi e Golias e se colocarão no papel de Davi. E farão de Golias qualquer oposição que estiverem enfrentando. Tadas as dívidas, dificuldades no casamento, coisas do tipo. O que eles fazem é, "eu sou Davi e esse problema é Golias"... "Preciso pegar minhas 5 pedrinhas e descobrir como derrubar esse gigante"... "Pelo poder de Deus, vou derrotar esse gigante"... Eu digo que essa visão da Escritura pode te levar ao desespero e até escravidão, porque o que acontece quando sua pedra erra o alvo? O que acontece quando você lança as 5 pedras e as 5 erram o alvo? O que acontece quando, com todo seu esforço, toda sua força, todo seu poder, você não mata o gigante? Vem a culpa, a vergonha, o remorso, frustração... "Talvez isso não funcione... Onde está Deus?"... "Como ele pode me trair assim?"... A história de Davi e Golias é uma figura de Colossenses chamada de "sombras do que haveria de vir, em Cristo". Assim, Cristo é a realidade, e a história de Davi e Golias, uma sombra. Sim, Davi e Golias foi um fato real e histórico, mas com isso, Deus estava comunicando a nós e a Israel, que um salvador viria e aniquilaria o gigante do pecado e da morte de uma vez por todas. Assim, quando lemos a história de Davi e Golias, vemos que no fim das contas, você não é Davi. Jesus Cristo é Davi. E Golias é o pecado e a morte. Eu e você somos Israel, tremendo de medo sem saber o que fazer, com medo de lutar. E Jesus vem e conquista nossa vitória. Então, o que acontece quando lemos a história de Davi e Golias e não nos enxergamos vencendo o gigante, mas que Deus nos deu provisão, em Cristo, e Cristo, sim, vence o gigante, nossos corações ficam livres para adorar e engrandecer Jesus, pois não depende de nós a vitória sobre o gigante, mas temos um campeão que vence o gigante por nós. A ideia de trazer luz a tantas dessas histórias é mostrar como, no fim das contas, elas nos levam a adorar cada vez mais o que Deus fez por nós em Jesus Cristo e o que Cristo alcançou por nós no Evangelho.
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