Parece que Chegamos ao fim
O sucesso muitas vezes surge quando chegamos ao limite das possibilidades aparentes, quando não há mais caminhos óbvios a seguir e somos forçados a ir além de nós mesmos. É nesse momento de esgotamento de alternativas que a criatividade, a coragem e a determinação florescem, abrindo portas que antes pareciam inexistentes. O verdadeiro avanço acontece quando entendemos que o impossível só existe enquanto acreditamos que existem limites, e é justamente no fim das possibilidades que nasce a oportunidade de transformar sonhos em realidade.
Jornada
No escuro viemos sozinhos.
Chegamos sem nada,
sem pudor, sem medos, sem malas.
Não temos marcas,
não temos dor,
nada.
Damos o primeiro passo
e conhecemos as cicatrizes:
o que é bom, o que é ruim,
as regras, diretrizes.
Passamos, corremos, lutamos,
caímos e levantamos.
Ambição, temor,
frio e calor.
Encontramos nesse turbilhão de informações
o amor vindo de inúmeras direções.
Com ele, a armadura que se usa
para previnir os danos.
Por fim partimos.
Agora com malas pesadas,
bagagens deixadas apenas como uma memória
para o acalento de quem ficou,
que já não nos pertence como foi outrora.
Agora? Escuro,
um frio cortante,
silencioso e barulhento
com nada mais do que as marcas
das guerras que travamos
Da corrida que inventamos
Partimos,
No escuro, vamos, sozinhos.
Como você toca minha alma por fora
sem sequer tocar meu corpo?
Chegamos até aqui tão rápido,
e eu adoraria me ver
através dos seus olhos
Sou transparente
você me lê inteira,
das poucas falhas às qualidades escondidas
E ainda assim, diz ser apaixonado por mim
Nem eu tive essa ousadia,
Levei anos para conseguir
Você é real?!
ou nasceu da minha falta de imaginação?
Queria te mostrar como te vejo
cada parte oculta de você
se revela em mim como enigma
Nem olhei nos seus olhos,
mas sinto constelações
me esperando,
um infinito onde quero morar
E enquanto recebo tudo que você me entrega,
me surpreendo com a facilidade
com que te dou tudo de mim.
Sou feita de vidro para os seus olhos:
tudo exposto,
tudo seu.
Não vamos comer os pêssegos. Planejamos, executamos, chegamos tão perto, mas não vamos comer os pêssegos. Não teremos véu e grinalda, a festa que sonhei. Não vai existir o chalé nas montanhas, o galinheiro ou a estufa que me prometeu. Não vamos fazer um jardim, ou se balançar na rede. Não sei nem sequer se queria isso. Mas você realmente não queria. Para você, tudo isso é em vão. Se alimentou do meu corpo em alma a troco de mais vida, enquanto me abandonou para morrer, sozinha. Mas não morri. Não morri das milhões de vezes que você fez isso comigo. Não vamos comer pêssegos.
Calendário Galáctico Unificado, 21/12/2031:
A Era Galáctica não começa quando chegamos às estrelas.
Ela começa quando entendemos que nunca mais estaremos sozinhos no planeta que nos
criou.
As vezes chegamos a pensar que a gente não vai conseguir atravessar o deserto das tristeza, e que a tempestade nunca vai passar, e todas as lágrima não irão cessa, e cada vez mais a dor só vai alimentar, e derrepente Deus vem, e nos acalma as tristeza, ameniza a tempestade, consola a lágrima, tranquiliza o coração, e pacifica o nosso ser, mesmo quando achamos que tudo é impossível em nossa vida, isso porquê as vezes esquecemos que temos um pai selestial a nós cuidar
O cume da montanha, tão dourado visto
lá de baixo, é apenas pedra fria e vento quando chegamos ao topo. (Livro Sangue no Tanque de Tubarões).
Chegamos aos tempos difíceis de relacionamentos pessoais; mas, a humildade nos aproxima das melhores relações sociais.
Chegamos diante de mais um novo dia, novas oportunidades e novos pensamentos são necessários para chegar no alvo desejado, tudo só depende unicamente de você.
Meu amor, a que ponto chegamos.
A ponte entre nós já não sustenta passos — é sombra densa, silenciosa, pesada de tudo que não foi dito.
A névoa não se dissipou; ao contrário, criou raízes profundas no peito, enroscadas na memória e no afeto que insiste em ficar.
Ainda há amor, e é isso que dói.
Dói porque o sentimento permanece inteiro enquanto a distância se faz hábito.
Dói porque o coração lembra do que fomos, mesmo quando a realidade insiste em negar.
Não é ausência de sentimento que nos separa,
é o excesso de silêncio,
é o medo de atravessar essa ponte frágil e se perder de vez.
Te amar assim é permanecer em ruínas com o coração aceso.
É caminhar entre sombras sabendo que, um dia, ali houve luz.
Criei um véu de esquecimento perfeito, você esqueceu de mim, chegamos aqui, nos relacionamos e você não sabia quem eu era e nem eu sabia quem voce era, mas a chama que sentimos no estômago, foi de igual para os dois, acendeu a alma, aquele Primeiro olhar em frente a escola que estudávamos e nem eu nem você se conheciam, o estômago queimando, você virando a esquina enquanto eu andava de skate para tentar te impressionar, quando você virou a esquina, eu não conseguia não sorrir, era como ver o sol puro, e você sorria igual, como se não pudéssemos segurar o sorriso, mesmo sem os egos se conhecerem ainda, nos dois lá dentro lembravamos que havia algo especial no outro. A nossa metade um no outro, e vivemos, sendo guiados pelas frequências e sabotando um ao outro sem saber nem perceber, baseado no que o ego tinha de construção dentro de si, nos destruímos enquanto caminhávamos dormindo você sempre deu medo no meu ego, por que ele não sabia o que tinha em. Você, que causava o efeito de kryptonita nele.
Começamos num modo tribal, fomos para um sistema colonial, logo depois chegamos num método imperial e hoje estamos num processo republicano.
Quando chegamos a conhecer a verdade como sabedoria suprema, deixamos de agir de forma imprudente; em vez disso, começamos a construir uma fortaleza de luz.🕊
