Parabéns de fim de Curso
Casa nossa. Casa viva
Viva de sonhos, viva de esperança
Ali cresce o homem e seu destino
Largado no mundo, nunca esquece seu início
Onde tudo começou, onde tudo faz sentido
Dê quantas voltas quiser, ou puder
No fim, a última lembrança será de onde reconheceu, pela primeira vez, o mundo
O mundo, com suas imensidões
Mas que cabe dentro do coração
Lá, na nossa casa, na nossa vida.
Já não sei mais o que sonhar, pois todos os meus sonhos já passaram por mim.
Alguns se realizaram, outros simplesmente se dissiparam na força do tempo.
Ainda estou forte e pronto, porém, falta-me uma nova estrada.
Uma estrada que traga mais uma vez a antiga motivação.
Uma estrada que esteja repleta da dor e da glória de uma batalha a ser vencida.
Enquanto não vem o que espero, continuo afiando minhas armas.
Para que a surpresa não me faça refém de sua astúcia.
E a oportunidade não me atropele com sua fugacidade.
Na vida de caminhada cristã não devemos perder nosso precioso tempo nos preocupando com que as outras pessoas andam pensando de nós! Precisamos seguir nossa jornada nesta vida em um caminho reto, conforme o agir e a vontade de Deus. Precisamos continuar expressando a nossa fé, a nossa espiritualidade, os nossos sentimentos e permanecer anunciando sempre o evangelho do nosso senhor Jesus Cristo! Precisamos colocar limites, estabelecer regras e de vez em quando, se for necessário dizer um não a qualquer manifestação que afaste de Deus! Nossa preocupação deve ser e estar em nossa salvação e não nas opiniões de pessoas sem rumo e sem objetivos, pois se na nossa vida estabelecemos prioridades que nos levem ao céu, propósitos que devem cumpridos, devemos fazer de tudo para que tudo isso se realize conforme a vontade e o tempo de Deus e se em dados momentos nos sentirmos cansados, que possamos nos permitir descansar o corpo, vigiando para que desfrutemos desses momento de maneira adequada, pois a alma precisa de um corpo e de uma mente sã, mas nossa guarda deve permanecer sempre erguida contra tudo que nos enfraqueça e afaste de Deus
Sonhos sonhados em vão
Acho que não os mereço
O mundo girando e eu estou parada no mesmo lugar que me vi com vinte e poucos anos
Porém hoje estou mais sozinha que antes
Acho que não mereço os sonhos sonhados
Sonhos deixados
TEMPO.
Em tuas mãos espinhos tornam-se flores
entre os amores cada sonho retratado
rosto enrugado nos caminhos sem rumores
por dentre as cores se desvenda o teu passado
Se a vida trouxe um ponto de desgosto
mesmo exposto teu semblante foi polido
tempo sofrido tem um plano mais composto
que ver no rosto o que jamais foi esquecido
A tua história se atira em um porão
e a ficção traz um tom que se revela
a cor singela se transforma em perfeição
e do carvão brotam vidas em uma tela.
MEMÓRIAS DA CHUVA
(Laércio J Carvalho)
...Não levou muito tempo até que a chuva começasse. Veio tão forte que o motorista da jardineira foi obrigado a fazer uma breve parada por que os limpadores de para-brisa não deram conta da tromba d’água que caiu. Foi então que Cândido, apesar do vidro embaçado da janela, viu duas garotas se protegendo da chuva num ranchinho à beira da estrada. Entre raios e trovões, o coração de Cândido parecia querer saltar fora do peito. Do outro lado, a garota que deveria marcar para sempre a sua vida, também o observava. Parecia um botão de rosa sob o bombardeio dos pingos da chuva. De tão molhado, o vestido amarelo grudado à pele exibia o lindo corpo de menina moça e seus cabelos dourados ao sabor do vento que varria de um lado para outro o rancho de latas de leite de uma indústria de lacticínios.
A tempestade não durou mais que cinco minutos. Da janela do veículo já era possível enxergar a torre de uma igrejinha. Não estavam a mais que trezentos metros da praça central do povoado e, assim que a jardineira teve o motor acionado, passaram pelas meninas que, de tão distraídas com os jovens viajores, pisavam mais sobre as poças d’água que sobre o lastro da estrada. Cândido se lembrou da música que ouvira naquela manhã no toca-fitas do Corcel amarelo: “Rain Memories”, Memórias da Chuva, com Paul Denver. Estranhamente, ambos sentiram medo; medo de se perderem daquele casual encontro e nunca mais se reencontrassem.
Assim que o motorista encostou a velha jardineira no ponto de embarque e desembarque, o olhar de Cândido não desgrudou das meninas até que virassem à esquerda em uma rua na cabeceira da praça. Porém, de um último olhar antes de virar a esquina, Cândido fez uma leitura de pensamento: *Ela vai voltar!*, concluiu. Enquanto isso, seu amigo não pensava noutra coisa que não fosse um sanduíche e uma garrafa de refrigerante gelado.
Na pracinha, com a esperança de rever seu lindo “botãozinho de rosa molhado”, Cândido ficou a observar os passarinhos em festa nos galhos de uma caneleira em frutificação, enquanto o amigo, bem informado por um habitante local, seguiu rumo à única lanchonete do bairro. Naquele instante o Sol deu suas caras. Como criança assustada com a chuva, aos poucos perdeu o medo voltando a brilhar novamente entre nuvens rarefeitas de algodão. Os manacás de jardins, com floração tardia nos braços da Mantiqueira, inebriavam o ambiente com um doce e suave perfume. As abelhas, num constante vai e vem entre flores e colmeias, não davam trégua ao bem cuidado jardim do pitoresco “Morada do Sol”.
Cândido, entretido com a algazarra dos beija-flores, não percebeu a chegada do amigo trazendo nas mãos um pão com mussarela e uma garrafa de coca-cola. Ao mesmo tempo, do outro lado do jardim, sob a sombra de uma jovem acácia, a mais linda flor de “Morada do Sol” o aguardava. Cândido, com coração a mil, agradeceu a gentileza do amigo, porém recusou a oferta.
_Não vai tomar nem a coca, seu tonto? // Insistiu o amigo.
_Não!... Obrigado!... Sei que está ficando tarde... Mas, por favor, me aguarde no bar por mais alguns minutos.
_Fica frio!... Sem pressa!
Enquanto o amigo caminhava para a lanchonete, Cândido seguiu em direção à bela princesinha dos cabelos dourados que, percebendo sua intenção, se levantou e veio ao seu encontro. Por um momento, ambos tiveram a impressão de estarem caminhando sobre nuvens. De pernas bambas e corações palpitantes, se viram frente a frente a dois passos de se tocarem. Seus olhares se cruzaram; suas bocas tinham sede; seus lábios molhados se mordiam de desejo. Do outro lado da praça, a sentinela que a acompanhava não desgrudava os olhos de ambos os lados da rua. Parecia bastante ansiosa, temendo por algum imprevisto.
Apesar das pernas bambas e o suor excessivo, Cândido tomou a iniciativa:
_Oi!
_Oi!
_Posso saber seu nome?
_Claro!... Meu nome é Lucy!... E o seu?!
_Chamo-me Cândido!... Não é um nome tão bonito quanto o seu.
_Obrigada!... Adorei seu nome!... Você está visitando alguém no bairro ou apenas de passagem?
_Somos estudantes... Estamos vindo de “Espírito Santo das Araucárias”... Meus pais moram em uma fazenda num bairro conhecido como “Voz do Vento”... Você conhece?
_Sei onde fica... Certa vez passei por lá com meus pais... Fomos visitar uma tia doente no município de “São Francisco do Mogi”.
_Não posso parar muito tempo... Meu amigo está ansioso à minha espera... Você pode me dizer se esse ônibus que nos deu carona faz algum horário para “Caracol” no domingo?
_Sim... Às três da tarde, em ponto, ele parte.
_Tenho que visitar meus pais, mas amanhã estarei nesta mesma praça por volta do meio dia... Gostaria muito de vê-la novamente.
_Eu também!... Acho que nem vou dormir direito... Tenho medo de não te encontrar outra vez.
_Preciso seguir adiante... Meu amigo deve estar impaciente... Mas antes quero te fazer uma pergunta.
_Faça!
_O desejo de beijar tua boca está me matando... Posso te beijar, Lucy?
Por um instante a garota sentiu que poderia ter um “piripaque”. A pele de seu rosto tornou-se rosada; seu coração batia tão forte que podia ser ouvido a um metro, que era a distância que os separava. Lucy olhou para a sentinela que, mesmo apreensiva, usou o polegar de sua mão esquerda e respondeu com um sinal de positivo. Suas mãos não paravam de suar. Com voz meio rouca, proferiu sua resposta:
_Sim!... Quero muito o teu beijo... Só te peço que não faças mau juízo de mim.
Cândido aproximou-se de Lucy e, com as mãos envoltas em seus cabelos dourados, puxou-a de encontro ao seu peito, suspirou fundo, inebriou-se no perfume de sua pele, antes de se perderem num beijo apaixonado.
Assim como o cérebro, o paladar e o olfato também têm suas memórias e, ainda que passassem cem anos daquele primeiro encontro, ambos jamais esqueceriam o doce sabor daquele beijo, o qual ficaria registrado para sempre em suas vidas.
No domingo de manhã, já a par das novidades daqueles primeiros quinze dias de ausência, apesar da felicidade de estar junto à família, Cândido saiu a cavalo pela fazenda; porém, por nenhum segundo tirou Lucy do seu pensamento.
Aquele lindo domingo de céu azul não lhe parecia um dia qualquer. As flores do campo se exibiam mais coloridas e perfumadas. Até os passarinhos cantavam mais alegres, em sintonia com os seus pensamentos. A “primeira vítima” dos arroubos daquela paixão adolescente foi um frondoso pé de jequitibá que, a golpes de canivete, teve seu tronco ferido. As inicias “C & L” no centro de um coração ilustraram uma curta frase: “Lucy, eu te amo”.
Após o almoço de domingo, o pai de Cândido, que o levaria até o vilarejo de “Morada do Sol” para tomar o ônibus, percebendo certa ansiedade no filho, perguntou:
_Cândido!... Não acha que está sendo precipitado?... Afinal, o ônibus parte somente às três da tarde, não é isso?
_Pai... Na verdade eu estou em dúvida: não sei se ouvi treze ou três horas da tarde... Melhor irmos mais cedo que perder a jardineira... Não acha?
Mal sabia ele que o filho estava apaixonado e não via a hora do reencontro com sua amada.
Por volta das treze horas, senhor José encostou seu jipe num ponto de ônibus. Bem que desconfiou que a linda garota sentada em um banco à sombra de uma árvore, não estava ali por acaso. Fingindo não prestar atenção, abençoou o filho e retornou à fazenda. Lucy, com um lindo sorriso nos lábios, não continha sua alegria por aquele feliz reencontro. Cândido, caminhando em sua direção, tinha nas mãos um botãozinho de rosa. Antes de beijá-la, pediu licença para ajeitar em seus cabelos o lindo adereço roubado. O céu, de tão azul se confundia com os canteiros de lírio, e o beijo de Lucy, de tão doce, com mel jataí, cujo aroma recendia por toda a praça.
E assim, muitos domingos felizes se sucederam. Quase sempre os encontros se davam naquela mesma pracinha, num intervalo de quinze dias entre um e outro. Para driblarem a saudade, muitas cartas de amor eram trocadas. Porém, a saudade era tão grande que não era incomum o remetente chegar ao destinatário antes da carta apaixonada.
Comum nos arroubos da juventude, certas atitudes ultrapassam os limites do bom senso. Isso na visão de quem nunca viveu uma grande paixão adolescente. Certo dia Cândido esculpiu num fio de arame uma letra do alfabeto. Lógico! Não seria outra senão a letra “L” de Lucy, nome de sua doce namorada. Nas chamas de um isqueiro a gás, aguardou a incandescência do artefato antes de cravá-lo na pele de seu punho esquerdo. Não gritou, nem chorou. Homem não chora, pensou consigo, embora não evitasse uma lágrima sorrateira deslizando sobre a face. Errou feio quem apostou que Lucy não seria capaz de tamanha loucura. Na primeira oportunidade, apesar das lágrimas de dor, cravou em seu punho direito um artefato incandescente com a letra “C” esculpida em arame de aço. Naqueles áureos tempos o romantismo ainda era moda e os amantes amavam. Diferente dos costumes de hoje onde “os ficantes” ficam.
Alguns meses se passaram. Eis que chegaram as tão sonhadas férias de julho. Cândido foi para a fazenda dos pais e alguns hábitos tiveram que ser mudados. Os encontros que se davam com a luz do dia passaram a acontecer no período noturno. Um cavalo branco que atendia pelo nome de Corisco era o meio de transporte utilizado para as visitas de sábado à noite ao vilarejo de “Morada do Sol”. Nessa ocasião, Cândido já tinha a autorização para cortejar Lucy, desde que fosse um “namoro respeitoso”, dizia o orgulhoso pai da menina.
Naquelas noites enluaradas, o pé de Dama da Noite, que próximo ao portão exalava seu perfume, por muitas vezes foi testemunho de beijos apaixonados e suspiros de amor ao som de lindas melodias tocadas numa vitrola no interior da sala de estar da casa dos pais de Lucy. A romântica “Do You Wanna Dance”, na voz de Johnny Rivers, ainda era a música mais tocada naquela época. A paraguaia Perla despontava nas rádios com “Estrada do Sol”; em Italiano, Alle Porte Del Sole, uma versão do grande sucesso de Gigliola Cinquetti de 1974.
Tempos depois, já com a volta às aulas, uma tarde de domingo do mês de agosto ficaria marcada por conta de uma das lembranças mais felizes de suas vidas. Os ipês amarelos, carregados de flor, ditavam a transição para o início da primavera. No banco da praça do inesquecível vilarejo de “Morada do Sol”, Cândido e Lucy se beijaram pela última vez. Apesar dos momentos, até então, só de alegrias, aquela foi uma tarde triste. Quando a velha jardineira buzinou no costumeiro ponto, uma sensação ruim mexeu com os sentimentos de ambos. Lucy parecia adivinhar o que estava por vir. No momento em que a jardineira partiu, Cândido, com o coração apertado no peito, olhou pela janela. Lucy, que tinha nas mãos uma flor de ipê, acenou-lhe pela última vez daquele pedacinho de chão encantado...
"Nunca deixe de tentar um sonho.
Mesmo que ele não se realize, o progresso adquirido durante a tentativa já será algo bastante benéfico"
30 de junho
Começou em um início de tarde,
onde inspirado fiquei
com um coração de um poeta, que arde,
e o notebook eu peguei.
Disse ao tempo “me aguarde”,
e foi ali que finalmente comecei,
e por mais que a inspiração me retarde,
algumas poesias digitei.
Comecei falando de amor com toda a verdade,
retratei um pouco da vida com sinceridade
e tudo isso energiza meu punho.
Não cansava de falar com amabilidade
e escrevia com muita facilidade,
inspirado estava, em 30 de junho.
A existência prova que Deus existe, no nosso mundo tudo tem começo, meio, e fim, não existe nada eterno nele, mas o eterno é necessário para o começo de tudo , esse eterno só pode ser Deus. no seu coração existe a prova de Deus, você sente amor, um sentimento que temos que algo dure eternamente, o único ser eterno que conheço que ouvi falar é Deus.
A confiança não se ganha por um simples ato de caridade, mas se conquista por um ato de fidelidade.
Felizes para sempre
No doce compasso do amor encantado,
Vivo um sonho em um mundo cor-de-rosa;
Louvor à paixão, sentimento aclamado,
Pintando versos, cores em uma prosa.
Jardineiro de afeto, semeio ternura,
Flores dançam, vida floresce em primavera;
Tu, flor de lótus, na doçura da jura,
Nosso pomar é a fonte que reverbera.
Imerso no oceano de afeto sem medida,
Amor imenso, vasto como a poeira galáctica.
O tempo, efêmero, fortalece a ligação vida,
Você é uma fada, me apaixono feito mágica.
Da melancolia à alegria, trajeto completo,
Contentamento brota, lágrimas no passado;
Espanto, lamúria, paixão em formato,
Caixa de mistérios, enigma desvendado.
Olhos de esmeralda, serenidade que acalma,
Transportam-me a dimensões desconhecidas;
Como flor de lírio, delírios me embalam,
Apaixonar-se é viajar por telepatias infinitas.
Na alegria, nosso amor floresce,
Na tristeza, juntos, a força que merece.
Na saúde, dançamos a vida com graça,
Na doença, a cumplicidade abraça.
Princesa e príncipe, amor real e raro,
Castelos de sonhos, construídos com devoção;
Dama da beleza, de caráter sincero e claro,
Princesa deslumbrante, personalidade em exaltação.
Dia angelical, 28 de dezembro, nosso casamento,
Ficarei ao teu lado até os fins dos tempos.
Carinho, meu eterno miminho, dedicado,
Nesse poema, meu amor eternizado.
EM ALGUM LUGAR
Por algum momento,por algum motivo,paramos de sonhar e quando se para de sonhar se envelhece,muito rápido,ficamos cegos,surdos e mudos para as alegrias da vida,cansamos ,desanimamos,esquecemos como é correr,como sorrir,como sonhar ,tudo fica cinza e turvo como nossas vistas em conformidade com o tempo passando e nos levando.
Quando paramos de sonhar trancamos a criança que existe ainda dentro da gente,a aprisionamos no armário das lamentações que se agiganta dentro de nós com o passar do tempo,é alí que guardamos tudo que deveríamos (se fôssemos inteligentes) jogar fora,que não serve pra nada além de nos chatear, que não nos leva à lugar algum além do ranço de ser e estar velho e ranzinza e criança não fica triste por isso é preciso tranca-la me algum lugar e nada melhor que o armário ranzinza para isso.
É neste armário que o escuro mora,nele nada pode,nele você é ridículo, simplesmente porque é feliz, não vivemos para morar no escuro, não é necessário prestar atenção na existência dele,o escuro nos segue,nos espreita ,mas como tudo que desprezamos, à ele deveríamos o mesmo.
Ignorar é a melhor arma para vencer o desânimo, primeiramente ilumine seu armário ranzinza,entre sem medo e jogue fora tudo que está ali só pra te lembrar de tudo de ruim que te aconteceu,te garanto que entrando nele somente se lembrará das tristezas,as alegrias estão esquecidas em outro lugar e você precisará de boa vontade para encontra-las, mas elas estão ali, te garanto, reunidas ,te esperando, são humildes por isso não fazem alarde, mas como um filhote de cachorro, basta colocar um pouco de calma em seu coração que a mágica acontece.
Então tire a pobre criança que foi posta de castigo e deixe-a livre, sorria,de gargalhadas,fale bobagem,quem disse que é feio?feio é ser triste, não existe feiura na alegria,não existe regra pra ser feliz,por isso as crianças o são.
Existe limites,não somos mais fisicamente crianças,não podemos correr pelados pela rua,mas podemos pular nas poças de água,rolar na terra,deitar nas enxurradas,imitar passarinho,ver o sol nascer e se por,cantar,existem limites?Sim é claro que existem,e são seu bom senso,você pode ser feliz contanto que não entristeça nem aborreça aquele que não está a fim de sê-lo.
Depois que você encontrar onde a felicidade se esconde ,trate bem dela, alimente-a, ela não pede muito só o necessário e o necessário está em tudo que você olhar e sentir.SEJA FELIZ.
Abra espaço para a coragem, crie uma história ainda mais extraordinária. Tenha a ousadia de sonhar alto. Permita florescer em seu coração a esperança, aceite as bênçãos ao seu redor.
E que cada momento nos lembre do poder transformador do amor de Deus por nós.
Tempo de festa que nos convida a refletir as conquistas e desafios que passamos no ciclo que se encerra. Não prometa nada, mas faça a cada dia o mundo ser um lugar melhor porque você existe. #srtuono
Em cada sorriso de vocês, vemos a luz do futuro. Que este capítulo de formatura seja apenas o começo de muitos sucessos. Vocês são verdadeiros heróis!
A esperança
Eu sei que há esperança,
Nessa vida passageira,
E em meus sonhos de criança,
Sempre em busca da companheira.
Companheira de fé e de luz,
Àquela que trouxe a calma,
Mulher forte e que seduz,
Mulher que trouxe magia na alma.
Magia que salva o ser,
Que arrebata ao paraíso,
Magia de fazer voltar a crer,
Magia que traz de volta ao juízo.
Eu sei que deve haver luta,
Para se conquistar o objetivo,
O bom coração,a voz do amor escuta,
E com isso, se enche de motivos.
Motivos para voltar a acreditar,
No recomeço dea velha vida,
E com isso voltar à amar,
Se curando totalmente de todas as feridas.
Lourival Alves
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