Para sempre
Fale de amor sempre
que for preciso,
Jamais abra a mão
de falar de amor
por mais que o seu
coração tenha sido partido.
A política quase
sempre é necro,
a poesia nunca;
Prefiram a poesia
porque a política
nunca deu certo.
Onde há poesia
sempre haverá
sonho e alegria,
Este poema não
é qualquer poema;
É um poema cheio
de fé na vida,
Com galope e rima.
É uma dedicatória
aos poetas da cidade:
Porque sempre
que houver poetas
haverá liberdade.
Com os olhos buscando
na imensidão do oceano
as crianças de Marrocos,
Sou sempre a mesma
contra a correnteza
num mundo que piorou;
A Lua das Flores floriu
sobre nossas cabeças
e caem frias as pétalas.
A espera de Saturno
choro o silêncio
dos órfãos do meu país,
Tem gente que crendo
nas próprias mentiras
faz outros escreverem
poemas de protesto;
O poder seja na Colômbia
ou no Monte Everest
se nutre do ódio a juventude,
Dos escombros da guerra
pavimento o regresso
as origens que algo me dizia
que algum dia as encontraria;
O nosso amor será a lei,
universo, éden e religião,
e contigo nele me encontrarei.
Sempre que me olha
como um beijo na nuca,
cada atitude afaga
a esperança de ser tua.
Porque por onde for
adentro você me leva,
sou a canção eterna
de amor e encantos
na boca dos povos.
Sempre sem abrir mão
do atrevimento e sem
nenhuma compaixão
tenho feito perder o freio.
Pelos pássaros a estepe
foi semeada tal como
as colinas e ninguém
cessará o florescimento
das tulipas nômades.
Quebrei o relógio por nós
só para não ver o tempo
passar porque o quê me
importa mesmo é amar.
Puxei o véu do Universo,
me envolvi, virei a Lua
no teu céu e nos sonhos
a estrela dos teus olhos;
sou a sentença inabalável.
O grande problema da Humanidade é que somos governados por políticos que não gostam de ler e sempre arrebanham fanáticos que não gostam igualmente.
Quem é do povo e está conscientizado disso salva os livros do seu país e cultiva o a leitura entre os seus.
Papoulas brancas brancas
para lembrar que
a paz mundial
sempre começa
dentro da gente
e pode ser espalhada
à partir do continente.
Seja ela qual for,
arte se responde
sempre com arte,
Censurar jamais
fez ou faz parte;
Preserve a cultura
da tua Terra,
por ser a melhor parte.
Foi o céu que trouxe
o beijo algodão-doce
e o nosso divino amor,
Um sempre irá
para onde o outro for.
Com a sua maciez
de linho colocaste
nós dois no trilho,
Demonstraste que
o amor sempre faz
todo o real sentido;
Ele nos guia além
desígnios do destino.
Sempre que um país hostilizasse o outro e os céus do mundo fossem fechados para a Nação hostil. As guerras seriam a cada dia mais diminuídas e poderiam até acabar.
Só não vê quem não quer
que a lei do mais forte
sempre acaba pesando sobre
quem tem a boa fé de crer
na liberdade de se entregar
de corpo, alma e coração.
Em vez de condenar planos
de poder por covardia,
eles optam em calar vozes
como a do General que foi
preso numa reunião pacífica
e que espera sem êxito até
hoje por liberdade e justiça.
Só não vê quem não quer:
a jogatina geopolítica
jamais reconhecida
que pisoteia toda a gente,
e a roda da vida que vem
se suportando porque
quase nada está evoluindo.
Eles fingem que não
veem tal problemática
porque para eles
anda sendo conveniente,
O quê menos importa
é a dor da tropa
que também é gente.
Eles optam por gosto
com quem é conivente
com a dor famigerada
da espera gota a gota
do diálogo da rodada
em pleno México,
porém se esquecem
que Deus está vendo....
Levaram o amado
da filha do General
mais antigo e preso,
poderia até condenar,
não é sempre que
eles estão errados.
O lúcido é esperar
e aguardar os fatos
para criticar ou não,
e para rezar que o
os direitos humanos
sejam resguardados
O diálogo nacional
para se reconciliar
com os prisioneiros
de consciência total
como é o General
preso injustamente
já deveria ter
((((acontecido))).
Aprisionam ainda
o velho tupamaro,
a minha Mãe sempre
me pergunta quando
é que vão libertá-lo,
e eu nem sei mais
a ela o quê responder.
O Carlos Lanz segue
((((desaparecido))))
e não há nada que
faça este juízo
((((convencido)))),
não há resposta
plausível para o quê
pode ter ocorrido.
