Para o nosso Filho Fruto da nossa Uniao
Que a nossa busca não seja por ser diferente e sim fazer a diferença, porque a partir do momento que você faz a diferença, você automaticamente se torna diferente!
Que nossa busca não seja incansavelmente fazer parte dos 1%, mas que seja em ajudar os outros 99%, de modo que, no final das contas, as pessoas nem percebam que você se tornou parte dos 1%, porque a verdadeira grandeza está em fazer diferença na vida de quem mais precisa. Porque lembre-se: Deus contou em parábolas, e Ele aparece em nossas vidas por meio de situações diversas para nos conceder a oportunidade de ajudar e melhorar. No final das contas, restarão apenas nossas almas e ossos abaixo da terra... Pense nisso. O que você está fazendo agora para auxiliar os outros 99? A grandiosidade da vida está em fazer a diferença enquanto caminhamos nesta jornada terrena.
Hey, não busque fazer parte dos 1%, busque ajudar os outros 99% que você e eu ainda fazemos parte!
Nossa mente é composta de duas partes: obsessão e desejo
em ter atitudes para vencer; e o desejo e a obsessão de fazer coisas que façam-nos perder o rumo e consequentemente, perdermos.
Às vezes é preciso dar uma olhada por dentro de nós mesmos, afinal, arrumar nossa casa é uma questão de se viver melhor.
O ANJO ANUNCIADOR
— Ouve, Maria, a nossa
(não, não te assustes!) é uma luminosa
tarefa: retecer
o pequeno clarão que abandonaram,
o lume que anda oculto pela treva!
Porque irás conceber!
Porque a mão, desejosa
e tosca, que O tentara
reter, ainda que leve,
desfez-se ao toque, assim como uma vez
tocado o sopro se desfaz a avara,
a dura contração do peito ansiado…
Mas a haste, o jasmim despetalado,
é tudo o que ainda resta
dos canteiros do céu aqui na terra,
que um seco vento cresta
e uma longa agonia dilacera.
No entanto a morte há de morrer se tu quiseres,
ó gota concebida
bendita entre as mulheres
para que houvesse vida
outra vez, e nascesse desse fundo
obscuro do mundo,
o ninho incompreensível do teu ventre.
Não, não toques ainda
nem a fímbria do manto nem o centro
do mistério que anima a tua túnica:
aguarda, ó muito séria, a ave mansa
e recebe em teu corpo de criança
a Verônica única,
a enxurrada de pétalas te abrindo.
Em tumulto reunidas,
as cores da perdida Primavera
vão retornar, virão
numa enchente de asas, aluvião,
púrpura, sempre-viva, nascitura
estranheza do amor da criatura,
constelação descendo ao rosto teu:
é Ele, é O que reúne o coração
e o grande anel da esfera,
o fogo, a língua ardendo, o incêndio vivo,
a coluna de luz, o capitel que se perdeu…
Que eu
venho anunciar apenas a um esquivo,
humílimo veludo, a frágil chama
que há de crescer em ti, que hás de ser cama
ao parto do Perfeito, e hás de ser cântaro
e fonte e ânfora e água,
hás de ser lago
em que as sombras se afogam, que naufragam
no imenso, ó jovem branca como um lenço;
hás de conter a lágrima
do Infinito, o Seu vulto
e os tumultos da luz na travessia
entre a dádiva, a perda e a renúncia:
quando de um certo dia
cheio de luz amarga
em que serás enfim a sombra esguia
que O deu à luz e que O assistiu morrer…
Atravessa, ó Maria,
os abismos do ser,
ouve este estranho anúncio
e deixa-te invadir para colher,
mais fundo que a razão
e o corpo, o sopro cálido, o prenúncio
da mais viva alegria:
entreabre-te ao clarão
da visita suave,
mas terrível, terrível, deixa a ave
do imenso sacrifício te ofender.
Ó pétala intocada,
hás de sofrer
intensa madrugada
e num lago de luz como afogada
hás de durar suspensa
entre a graça imortal e a dor imensa.
Mas canta, canta agora
como a fonte borbulha, como a agulha
atravessa o bordado,
canta como essa luz pousa ao teu lado
e te penetra e tece a nova aurora,
a nova Primavera e a tessitura
do ramo que obedece e se oferece
para o mistério e pela criatura.
Canta a alucinação,
o toque enfim possível dessa mão
que há de colher para perder e ter
o infinito que nasce do deserto
e a semente que morre se socorre
tudo o que no estertor tentava ser.
Canta a canção do lírio e do alecrim,
essa canção que és e que na treva,
na escuridão da carne, andava perto
da imensidade que te invade. E assim
como o imenso te ampara,
ó voz tão clara
que consolas e elevas,
vem, desperta,
matriz da eternidade e d’O sem-fim,
ó mãe de Deus, canta e roga por mim.
Às vezes, a nossa destruição mental está nos caminhos que muitos afirmam ser de paz, amor e harmonia. E naqueles caminhos que muitos afrontam como ruim, muitas vezes, é onde encontramos Deus e sua plenitude.
Graças, Jesus, por me abrir os olhos rapidamente!
Em nossa vida, é prudente lembrar que jamais devemos desdenhar alguém. Afinal, cada Ser nessa existência desempenha seu papel único, contribuindo para o enredo que se desenrola diante de nós. Em meio às cortinas que se abrem e se fecham, a humildade se revela como uma virtude preciosa.
Não somos senhores supremos, e qualquer ilusão de superioridade é apenas uma máscara frágil que pode se desfazer da realidade. O amanhã, com sua incerteza inerente, nos recorda da efemeridade das posições que ocupamos. O papel de protagonista hoje pode ser relegado a um coadjuvante outrora.
Assim como ninguém é melhor que ninguém, a complexidade dos personagens que encontramos ao longo da jornada revela-se em nuances de caráter. Alguns, em sua magnanimidade, destacam-se pela nobreza de suas ações, enquanto outros, lamentavelmente, se sobressaem pela ausência de virtude. A verdadeira grandeza reside na qualidade do enredo que cada um escolhe tecer, moldando sua história com base nas escolhas que faz.
Em cada interação, da convivência cotidiana, reside a oportunidade de praticar a empatia e a compreensão. Aqueles que se envolvem em atos nocivos podem estar ignorando o fato de que o cenário da vida é efêmero e que as plateias mudam. Afinal, a jornada continua, e cada um tem a chance de aprender, evoluir e ajustar seu roteiro para um desfecho mais digno.
Assim, à medida que traçamos nosso caminho, é aconselhado lembrar que as cortinas da vida nunca descem de forma definitiva. Nenhum de nós está imune às reviravoltas que o enredo pode nos reservar. Entendo que na existência, a verdadeira grandeza emerge da humildade, da compaixão e do respeito pelos outros que compartilham conosco esta jornada efêmera.
Escrever é um ato de guardar memórias, e também um ato de resistência, prolongando a nossa existência.
sabe? a nossa mente é mesmo um misterio um misterio maravilhoso viajamos num tempo inexplicavel mas o melhor de tudo isso é se queremos levarmos nessa viagem tudo do que melhor nós temos e comigo sempre levo você que bom que você veio em minha vida você não é um sonho é real gosto tanto de você quanto gosto de mim te adoruuuu!!!
Pai de maravilhas infindas, somos fadados a cumprirmos nossas missões durante nossa passagem sobre a terra. Nós percalços que encontramos em nossa jornada, sempre recorremos a ti, pai de extremo amor por todos seus filhos. Orienta-nos senhor para que saibamos quais os melhores caminhos. Abençoa-nos pai amado hoje e eternamente. Amém!
Quando a gente é criança, os monstros vivem debaixo de nossa cama. Quando, a gente se torna adulto, eles começam a viver dentro de nossas cabeças.
Os nãos da nossa vida, entretanto, só são possíveis de serem ditos, quando temos a clareza dos nossos sins.
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