Para o nosso Filho Fruto da nossa Uniao
JOÃO DE BARRO
O pássaro pousou na árvore, observou atentamente o local e levantou voo. Depois, retornou várias vezes.
Voava longe.
Voltava rápido.
Trazia barro.
Punha no galho.
Utilizava o bico.
Moldava a argila.
Levantava paredes.
Após algum tempo, engenhosa casinha surgiu na árvore. O pássaro não amassou o barro, que já existia em local próprio, mas trabalhou intensamente para construir seu teto.
Não é diferente nossa situação.
Deus nos favorece na vida com a inteligência e os recursos da Natureza, mas à semelhança do joão-de-barro, espera que trabalhemos.
NARCISO É EXTROVERSO NO ESPELHO QUE REFLETE A BOLHA VIRTUAL
As inúmeras madrugadas, espargidas no tic-tac das horas e sob o compasso das navegações virtuais estruturou uma bolha virtual sobre o navegante internauta. Ressinta-se que as imagens geradas no espelho, antes de repercutirem resultados positivos, refletiram um narcisismo extroverso, que exalta o individualismo, colidente com a marcha existencial, pontuada de diferenças sociais, que desafiam a articulação da solidariedade e tolerância na insuperável coexistência humana.
Reconhece-se por meio de lições filosóficas consolidadas que: “Ninguém é o centro do universo” e, nem tampouco, detém todos os conhecimentos, informações, para se sustentar numa perspectiva de autossuficiência. Isso se dá, acredita-se, para que a interação humana seja uma realidade, permutando informações ou produtos, e, enfim, suprindo aquilo que ainda não possui. Neste âmbito coletivo de ensaios existenciais, não obstante, depara-se com a opção de vidas no insulamento, a exemplo dos monges e ermitões. Ressalte-se, porém, nesta vertente, que o mínimo de gente, esses necessitam para garantirem as suas sobrevivências.
A vox populi continua ofertando lições gratuitas e, por isso, talvez, permaneça com o rótulo de clichê. Dela, não obstante, se colhe o axioma que ensina: “a união faz a força e “duas cabeças continuam pensando melhor que apenas uma.” Constata-se, nessas máximas, de forma ratificadora, que as grandes conquistas, descobertas, foram frutos de esforços de muitos. Aliás, grassa refletir, que nenhum combatente, sozinho, venceu os conflitos bélicos.
Exsurge, neste âmbito do coletivo em face do individual, enquanto necessário, a adoção de cautela, amiúde para evitar interpretações equivocadas, julgamentos preconcebidos e, mormente, não equivocar-se o solitário com a solidão. Há pessoas que gostam, e até necessitam de solidão momentânea para seus estudos e reflexões, no mesmo passo em que, de outro lado, há pessoas solitárias que conduzem felizes suas existências, apesar da ausência de humanos.
Cabe ponderar, neste viés da individualidade, que a superestima de conhecimento, com o ego inflado de informações, a partir das relações virtuais, estruturou em muitos a bolha da exceção social. Esse fato, com pesar, se dá semelhantemente a uma fase obsessiva de fascinação, onde o ser se isola, acreditando saber mais que todos, ou o suficiente para não necessitar mais de vida social.
Consigne, que o paradigma da nova era entre os povos tem sido o pessoalismo, num monólogo virtual, orquestrado sob a quimera de que tudo que se necessita está logo à frente na rede virtual de comunicação. Ressinta-se, que muitos ignorem que o humano é um ser eminentemente social, que necessita interagir, permutar informações, coexistir afetivamente com o sexo oposto ou não, inclusive para ampliar o sentido da sua efêmera existência.
A imagem da bolha virtual, sob a âncora da individualidade, que se reflete no espelho, não é o narciso da beleza que se propugna, antes projeta o ilusionista. Insta ponderar, aliás, que os sociólogos e humanistas admoestam que ninguém consegue viver só. Essa lógica encontra álibi entrementes na seara embrionária dos humanos, haja vista que todos nasceram por consequência biológica de, no mínimo, uma mulher e um homem.
A internet afigura-se a mais expressiva fonte de pesquisa que se dispõe na atualidade. O encurtamento das distâncias é uma realidade, mas não se justifica tantos internautas presos à navegação, quando se distanciam do calor humano. Pondere-se, que possível é ter uma vida prazerosa, simultaneamente com a assessoria da rede virtual de comunicação, sem excessos, com tempo para família, amigos e, acima de tudo, para apreciação da mãe natureza, que continua ofertando lições gratuitas acerca da arte de bem viver.
Pedir pra namorar
Eu fui na casa dela
Pra me apresentar
Pro pai e a mãe dela
Pedir pra namorar
Mas que filha mais linda
Que aqueles dois tem
Só com ela eu
Eu não preciso de ninguém
Só com ela
Eu não preciso de ninguém
A flor mais linda do jardim
A estrela mais bela do céu
O meu anjo querubim
Deixa eu provar desse mel
O anjo continua dizendo: “Acalme-se! Se você aceitar, tudo isso vai acontecer, vai dar certo”. Mas é bonito ver que Deus aceita a nossa liberdade. Somos livres para fazer e aceitar ou não a vontade d'Ele na nossa vida.
Minha amada menina, cabelos cacheados, pele branca como uma nuvem, com seu nokia vermelho, me esperando sentada com seus pés na cadeira, a brisa do vento que vem pela pista, anunciam a minha chegada, vez ou outra atrasada, contado segundos pra te encontrar, para em tua boca beijar, teu pescoço chupar, te fazer delirar, juntos nos amar, com um certo receio de alguém nos flagra, esse é um belo tempero da nossa forma de se amar, aquele teu short preto não paro de pensar, ah minha amada menina, tempo passa rápido, só queria saber onde encontro o botão pra fazer ele parar! Como é bom recordar, de um tempo recente que jamais nós dois iremos ousar de apagar, pode passar dias, meses, anos, que da minha memória, e do meu coração, minha amada menina, dos cabelos longos e cacheados, pele branquinha, tão meiga com a vida, irei guardar, todos os teus segredos, pelo resto de nossas vidas, para sempre irei te amar, minha amada menina dentro do meu coração.
VOCÊ É O ÚNICO
Você é o único com quem sonho todos os dias
Você é o único em que sempre penso
Você é o único que me faz comportar
Meu amor é seu amor, seu amor é meu amor
Querido, eu te amo, preciso de você aqui
Me dê todo o tempo
Querido isso está predestinado a acontecer
Você me pegou, sorrindo o tempo todo
Porque você sabe como me dar
Você sabe me puxar de volta
Quando estou fugindo, fugindo
Tentando escapar de amar você
Você sabe como me amar com força
Não vou mentir, estou me apaixonando muito
Sim, Eu estou me apaixonando e não há nada de errado com isso
Você é o único com quem sonho todos os dias
Você é o único em que sempre penso
Você é o único que me faz comportar
Meu amor é seu amor, seu amor é meu amor
Querido, pegue-me agora, abrace-me agora
Me faça sentir viva
Você tem o toque mais doce
Eu estou tão feliz, você chegou na minha vida
Porque você sabe como me dar
Você sabe me puxar de volta
Quando estou fugindo, fugindo
Tentando escapar de amar você
Você sabe como me amar com força
Não vou mentir, estou me apaixonando muito
Sim, Eu estou me apaixonando e não há nada de errado com isso
Você é o único com quem sonho todos os dias
Você é o único em que sempre penso
Você é o único que me faz comportar
Meu amor é seu amor, seu amor é meu amor
E sim, sou um meio louca,
Mas é o que acontece, querido
Quando você me pra baixo
Você deveria dar-me
Bem como isso,
Deveria ter acertado como isso,
Feito-me gritar como isso
Você não sabia que poderia me ter de volta
Você é o único que eu estou sentindo
Você é o único que estou amando
Não há nenhum outro como você
Só há o único, único, único
Não, querido, só o único, único
Aposto que você quer saber
Você é o único com quem sonho todos os dias
Você é o único em que sempre penso
Você é o único que me faz comportar
Meu amor é seu amor, seu amor é meu amor.
Uma Reflexão para cada Mês, Goianésia, 01 de agosto de 2020
Finalizamos julho com muitas expectativas; agora vamos encarar o mês de agosto. Diante de alguns meses que estamos passando por essa pandemia, paro e penso se adiantou alguma coisa este tempo todo dentro de casa com a nossa família ou até longe de quem a gente ama.
Será que depois disso vamos mudar a nossa forma de viver? Será que a saudade que estamos sentindo seja tanta que daremos mais valor às pessoas? Será que vamos aproveitar mais os momentos com quem amamos? Ha algum tempo atrás, eu li uma frase que dizia assim "É necessário que, ao menos uma vez na vida, você duvide, tanto quanto possível, de todas as coisas“ o autor era René Descartes. Me lembro muito bem de quando li o texto e encaixa muito bem ao momento que estamos vivenciando pois temos que duvidar da saudade que dizemos estar sentindo, temos que parar e pensar. E depois que tudo isso acabar como vai ser?
Hoje vemos que muitos casais estão se separando pois não suportam um ao outro; algumas pessoas estão em depressão ou já tiveram; muitos estão a passar fome pois não tem como trabalhar para o alimento levar para sua família. Será que quando a pandemia passar tudo vai voltar a ser como antes? No meu pensar as coisas não vão voltar ao normal de uma vez: tudo vai se tranquilizar aos poucos, como muitos estão a sofrer pela perda de entes queridos que não estarão ali mais quando tudo normalizar, somente a saudade vai restar que possamos reaprender a magia de ser feliz, saber aproveitar as alegrias que a vida tem a proporcionar.
Encerro essa pequena reflexão deste mês dizendo que tudo vai se normalizar. Basta acreditar e voltar a sonhar pois o possível e o impossível dependem de você para acontecer.
“O universo só foi criado porque imperava o tédio!
O big-bang foi a suma endorfina dos deuses,
A brisa epifânica dos gênios!
Quando disseram “Faça-se a luz” ,
Em verdade estavam dizendo,
-Um brinde aos mais criativos, aos mestres boêmios!”
A sociedade do ópio, e ela não esconde de ninguém,
Já perdeu a razão, a educação e o espontâneo decoro.
Vai consumindo sua droga,
Quem lhe dá apoio é a sua droga,
Quem apóia se encontra ainda mais drogado.
Este é seu circulo vicioso.
Abundam sanidades e normais neste mundóide,
O biltre que governa e o boçal que abençoa,
Chegaram ao poder pela sensatez e o horrendo juízo de valor,
Que sinistra sandice! É por isso que vivemos num mundóide!
São homens bêbados, mas não de vinho.
O amor está na televisão, desligue-a.
O amor está no papel, rasgue-o.
Há casamentos demais para poucos padres,
Divórcios demais para enriquecer advogados.
Há lágrimas demais para apenas dois olhos;
Sentimento sem gracejo.
Muito amor para pouca compaixão
Na hora do esquartejo.
As regras na crase, tão meticulosas e cruéis,
Jamais resolveram o problema do analfabetismo.
Tudo continua grave!
Grave rima com crase, isso jaze!
Todo bafafá lingüístico é um tremendo entrave!
Quando chove, eu não corro. Me deixo molhar.
Eu deixo escorrer sobre mim águas que já habitaram essa terra
águas que em outro rosto passearam, conheceram outras faces
se embaraçou em um sorriso e se desfez ao chegar no chão, para que logo voltasse a habitar em outra nuvem e vinhesse de novo a cair em outros seres.
Quando chove, eu não corro. Me deixo molhar
Assim quem sabe posso pensar melhor, posso rever meu dia
possa acerta meus erros, possa me orgulhar nos acertos
possa ter um novo começo.
Quando chove, eu não corro. Me deixo molhar
Ninguém entende ao passar, não e preciso entender
e preciso sentir e preciso viver.
e quando sinto gotas frias invadirem minha vida, não e de desespero que olho para o céu
e de agradecimento somente assim sei que estou vivo, somente assim sei que ainda a motivos para se sonhar.
Quando chove, eu não corro. Me deixo molhar
mesmo com pressa, eu não evito de me envolver
e dessa forma ninguém pode ver, quem com simples gotas de chuva
estão as minhas lagrímas. Não que elas sejam preciosas, são só lagrímas
mesmo assim quando chove, eu não corro. Me deixo molhar
Sinto que vale a pena cada segundo, só em sentir a brisa me levar...
As rosas vermelhas representam amor, respeito, alegria, são as ideais para se oferecer a alguém, que esteja apaixonado, pois, as rosas vermelhas trazem, com elas, um certo encantamento...
Finá de ato
Adispôs de tanto amor
De tanto cheiro cheiroso
De tanto beijo gostoso, nós briguemos
Foi uma briga fatá; eu disse: cabou-se!
Ele disse; cabou-se!
E nós dois fiquemos mudo, sem vontade de falá.
Xinguemos, sim, nós se xinguemos
Como se pode axingá:
-Ô, mandinga de sapo seco!
_Ô, baba de cururu!
_Tu fica no Norte
Que eu vô pru sul
Não quero te ver nem pintado de carvão
Lá no fundo do quintá
E se eu contigo sonhar
Acordo e rezo o Creio em Deus Pai
Pru modi não me assombrá.
É... o Brasil é muito grande
Bem pode nos separar!
Eu engoli um salucio
Ele, engoliu bem uns quatro.
Larguemo o pé pelo mato
Passou-se tantos tempo
Que nem é bom recordar...
Onti, nós se encontremus
Nenhum tentou disfarçá
Eu parti pra riba dele
Cum fogo aceso nu oiá
Que se num fosse um cabra de osso
Tava aqui dois pedaço.
Foi tanto cheiro cheiroso...
Foi tanto beijo gostoso...
Antonce nós si alembremos
O Brasil... é tão pequeno
Nem pode nos separa!
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