Para meus Amigos Casados

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Estado civil
Solteiros: 1 e 1
Casados: 1+1=1
Separados: 1-1=0
Divorciados: 1-2=(-2)
Viúvo(a): 1-1=1

BONECA DE CROCHÊ

Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos.
Eles tinham compartilhado tudo um com o outro, tinham conversado sobre
tudo, não tinham segredo entre eles afora uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.
Assim por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria
naquela caixa de sapato. Mas um dia a velhinha ficou muito doente e o
médico falou que ela não sobreviveria. Então o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher. Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa.
Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de
dinheiro que totalizava 95 mil dólares.
Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou:
- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê.
O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava 'Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa. Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.'
- Querida!!! - ele falou - Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio?
- Ah!!! - ela disse - Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas,a dois dólares cada...

Saia da rotina dos casados e viva um dia especial com sua esposa. É Dia dos Namorados!

37º Aniversário, de CASADOS!...

Que sorte estamos a ter nesta vida;
Por mais um ano juntos, festejarmos!...
Por nela haver tanta gente perdida;
Deste sabor, que hoje comemoramos.

Oxalá, que muitos mais festejemos;
Neste morrer de rápido chegar;
Por ser bom, que ambos os dois gozaremos;
Por tão bem, nos termos sabido AMAR!

Porque os tais festejar, mas com traição;
Misturada, durante o tal passar;
Para ambos, traria nada de bom!...

Pois onde houve o mau trair, não há senão;
Que um mui triste fingir, para agradar;
Ao dos dois TRAIDOR; ser PARVALHÃO!

Com carinho;

Adão e Eva, eles não eram namorados e nem eram casados.
Simplesmente se amavam, o homem criou o casamento pra poder prender aquele que pensa perder.

Os homens casados se dividem em três categorias: os polígamos, os bígamos e os chateados.

Que me perdoem os casados… Eu odeio casamento!! O casamento mata aos poucos tudo de bom que existe num relacionamento. Sufoca as emoções e consegue fazer com que qualquer situação seja sem graça, sem cor. Eu sei que é horrível admitir isso sendo uma pessoa casada, mas não dá pra negar a insatisfação. A triste impressão que fica pra mim é que não se consegue ser casada e feliz ao mesmo tempo, é contraditório… Quem bem soubesse (ou raciocinasse) não se casaria nunca! Pra quê? Casamento não significa amar, pode-se amar a vida toda uma pessoa sem precisar se casar com ela. O casamento desgasta o amor, é o primeiro passo para uma separação. E sabe o que é pior? Só se descobre tudo isso depois que a “merda” já está feita! Todo mundo sonha em se casar, sem saber que a rotina do casamento consome aos poucos todos os sonhos, as empolgações, a felicidade. Como sempre acontece poucas são as pessoas que tem coragem de externar com total sinceridade o que acham do casamento, mas (como sempre também) eu sou uma pessoa boa, e deixo aqui um alerta para todos os solteiros desta vida: Não se casem!!

Ao ser criticado, não se preocupe, pois os pontos que os outros criticam podem ser os trunfos que fazem você se destacar na multidão.

Algumas pessoas vivem nas profundezas de sua superficialidade e quando encontram alguém com valores e princípios genuínos fogem de maneira covarde e egoísta... isso me dá mais pena do que raiva...

Quanta ansiedade... Hoje em dia quanta demanda de nós mesmos... são informações demais, apelos de consumo demais, escolhas demais... e tempo de menos.

Meus avós já estavam casados há mais de cinqüenta anos
e continuavam jogando um jogo
que haviam iniciado quando começaram a namorar.

A regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra
'NEOQEAV' num lugar inesperado para o outro encontrar
e assim quem a encontrasse deveria escrevê-la
em outro lugar e assim sucessivamente.

Eles se revezavam deixando 'NEOQEAV'
escrita por toda a casa,
e assim que um a encontrava era sua vez de escondê-la
em outro local para o outro achar.

Eles escreviam 'NEOQEAV' com os dedos no açúcar
dentro do açucareiro ou no pote de farinha
para que o próximo que fosse cozinhar a achasse.

Escreviam na janela embaçada pelo sereno
que dava para o pátio
onde minha avó nos dava pudim que ela fazia com tanto carinho.

'NEOQEAV' era escrita no vapor deixado no espelho
depois de um banho quente,
onde a palavra a iria reaparecer depois do próximo banho.
Uma vez, minha avó até desenrolou um rolo inteiro de papel higiênico
para deixar 'NEOQEAV' na última folha e enrolou tudo de novo.

Não havia limites para onde 'NEOQEAV' pudesse surgir.

Pedacinhos de papel com 'NEOQEAV' rabiscado
apareciam grudados no volante do carro que eles dividiam.

Os bilhetes eram enfiados dentro dos sapatos
e deixados debaixo dos travesseiros.

'NEOQEAV' era escrita com os dedos na poeira
sobre as prateleiras e nas cinzas da lareira.

Esta misteriosa palavra tanto fazia
parte da casa de meus avós quanto da mobília.

Levou bastante tempo para eu passar a entender
e gostar completamente deste jogo que eles jogavam.

Meu ceticismo nunca me deixou acreditar em um único
e verdadeiro amor,
que possa ser realmente puro e duradouro.

Porém, eu nunca duvidei do amor entre meus avós.

Este amor era profundo.

Era mais do que um jogo de diversão, era um modo de vida.

Seu relacionamento era baseado em devoção
e uma afeição apaixonada,
igual as quais nem todo mundo tem a sorte de experimentar.

O vovô e a vovó ficavam de mãos dadas sempre que podiam.

Roubavam beijos um do outro
sempre que se batiam um contra outro naquela cozinha tão pequena.

Eles conseguiam terminar a frase incompleta do outro
e todo dia resolviam juntos as palavras cruzadas do jornal.

Minha avó cochichava para mim dizendo o quanto meu avô era bonito,
como ele havia se tornado um velho bonito e charmoso.

Ela se gabava de dizer que sabia como pegar os namorados mais bonitos.

Antes de cada refeição eles davam graças a Deus
e bênçãos aos presentes por sermos uma família maravilhosa,
para continuarmos sempre unidos e com boa sorte.

Mas uma nuvem escura surgiu na vida de meus avós:
minha avó tinha câncer de mama.

A doença tinha primeiro aparecido dez anos antes.

Como sempre, vovô estava com ela a cada momento.

Ele a confortava no quarto amarelo deles,
que ele havia pintado dessa cor para que ela ficasse
sempre rodeada da luz do sol,
mesmo quando ela não tivesse forças para sair.

O câncer agora estava de novo atacando seu corpo.

Com a ajuda de uma bengala e a mão firme do meu avô,
eles iam à igreja toda manhã.

E minha avó foi ficando cada vez mais fraca, até que,
finalmente, ela não mais podia sair de casa.

Por algum tempo, meu avô resolveu ir à igreja sozinho,
orando a Deus para zelar por sua esposa.

Então, o que todos nós temíamos aconteceu.

Vovó partiu.

'NEOQEAV' foi gravada em amarelo
nas fitas cor-de-rosa dos buquês de flores do funeral da vovó.

Quando os amigos começaram a ir embora, minhas tias, tios,
primos e outras pessoas da família se juntaram
e ficaram ao redor da vovó pela última vez.

Vovô ficou bem junto do caixão da vovó e,
num suspiro bem profundo, começou a cantar para ela.

Através de suas lágrimas e pesar,
a música surgiu como uma canção de ninar
que vinha bem de dentro de seu ser.

Me sentindo muito triste, nunca vou me esquecer daquele momento.

Porque eu sabia que mesmo sem ainda
poder entender completamente a profundeza daquele amor,
eu tinha tido o privilégio de testemunhar
a beleza sem igual que aquilo representava.

Aposto que a esta altura você deve estar se perguntando:

'Mas o que NEOQEAV significa ?'

'NEOQEAV' = Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você

"Você nunca vê os dias difíceis numa foto.
Mas são eles que nos levam de uma foto feliz a outra."

(Recém casados)

" - Eu não sei mais se amor é o bastante.
- O que quer dizer com bastante?
- Quero dizer, que mesmo que tenha amor entre mim e a Sara, talvez precisássemos de mais tempo pra nos conhecermos.
- Então o que está dizendo é que tiveram uns dias ruins e acabou?
Tem que crescer Tom.
- Que?
- Uns dias sua mãe e eu nos amávamos.
Nos outros tinhamos que nos virar.
Você nunca vê os dias difíceis num álbum de fotos, mas são eles que levam você de uma foto feliz até a próxima."

Inserida por Suhbnasto

De tudo que passei na vida, de tudo que vivenciei, de tudo o que um dia sonhei, você é uma das mais belas surpresas que um dia ganhei!

O amor é a certeza que o tempo não apaga.

Os suicidas Romeu e Julieta são a maior expressão da ignorância sobre o amor e a felicidade. Iludidos que ficariam juntos eternamente, esqueceram-se que "no céu não se casam e nem se dão em casamento. Agora imaginem-se no inferno legalmente casados!!!

BENDITOS

Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!

Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Isabel Machado

Nota: O texto costuma ser repassado com o título "Bons amigos" e com a autoria atribuída erroneamente a Machado de Assis.

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Loucos e Santos

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.

Desconhecido

Nota: Esse texto vem sendo repassado como sendo de diversos autores, entre eles Marcos Lara Resende ou Oscar Wilde. No entanto é uma adaptação do texto “Crônica para os Amigos” de Sérgio Antunes de Freitas, publicado em 23 de setembro de 2003.

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Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.

Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles... Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências…

A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Essa mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles!

Eles não iriam acreditar! Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação dos meus amigos, mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não o declare e não os procure.

Às vezes, quando os procuro, noto que eles não têm noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.

Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles e me envergonho porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem-estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.

Por vezes, mergulho em pensamento sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer… Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos e, principalmente, os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus verdadeiros amigos.

Paulo Sant'Ana

Nota: Crônica intitulada "Meus secretos amigos" publicada por Paulo Sant'Ana no jornal Zero Hora de 15/04/1994 e que faz parte do seu primeiro livro "O Gênio Idiota". Muitas vezes atribuída, de forma errônea, a Vinicius de Moraes, sob o título "Amigos"

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Amigos de verdade?

Amigos de verdade não sei se tenho,
Acredito na amizade verdadeira,
Mas, no momento, ela me falta!
Sinto saudade do que acontecia.
Conversas paralelas, discussões repentinas,
Gargalhadas gostosas, abraços apertados,
Risos sem graça, choros desesperados.
Ah, meus amigos.
Dizíamos frases feitas, mas, no fundo, eram mais que verdade.
Um simples: "EU TE AMO" se tornava uma grande declaração.
Em momentos de desespero era deles, só deles o meu tempo.
Não tínhamos medo da má interpretação dos outros.
Para nós o que importa é o que sentíamos uns pelos outros.
Saudades de todos os olhares perdidos,
Porém, encontrados por amigos de verdade.
Sei que com o tempo ficaremos perdidos entre si.
Quando os nossos filhos perguntarem:
— Quem são essas pessoas?

Com muita saudade, porém orgulho, responderei:
— São os meus velhos amigos!
Com o tempo o contato será mais difícil.
Porém, em pensamentos, estaremos sempre perto!