Para Falar de Si Mesmo

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Eu acredito em desejos e na capacidade das pessoas em fazer um desejo se realizar. Acredito mesmo. Toda a vez que eu vejo um pôr-do-sol eu fazia um desejo em segredo um pouquinho antes do sol se esconder no horizonte. Parecia que o sol tinha levado meu desejo com ele. Eu fazia logo quando o ultimo raio de sol brilhava. E um desejo é mais que um desejo é um alvo, é algo que seu consciente e subconsciente podem tornar realidade

Eles criticam tudo a meu respeito – e quero dizer tudo mesmo: meu comportamento, minha personalidade, meus modos; cada centímetro meu, da cabeça aos pés e dos pés a cabeça.

Amar é ver quem você ama feliz, mesmo que não seja a seu lado.

Motivação é manter-se em equilíbrio mesmo diante das adversidades. É uma força interior que se modifica a cada momento durante toda a vida, onde direciona e intensifica os objetivos de um indivíduo. Dessa forma, quando dizemos que a motivação é algo interior, ou seja, que está dentro de cada particular erramos em dizer que alguém nos motiva ou desmotiva, pois ninguém é capaz de fazê-lo.

Qualquer um teria feito o mesmo que Hitler se tivesse o poder que ele tinha nas mãos: matar pessoas que consideramos irritantes ou despresíveis

Pior mesmo do que sofrer por amor, é sofrer por não amar. Um coração vazio sempre se sentirá sozinho,e não há nada mais doloroso que a solidão. É melhor viver na esperança, entre seus sonhos e pensamentos do que não ter no que esperar, imaginar e acreditar.

Que eu nunca perca a vontade de viver, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa. Que eu não perca a vontade de amar, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim. Que eu não perca a vontade de ser grande, mesmo sabendo que o mundo é pequeno.

Pois não há distinção entre judeu e grego, porque todos têm um mesmo Senhor, rico para com todos os que o invocam,
porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.

Romanos 10, 12-13

Siga seu coração, mesmo que ele esteja errado.

Sertão é onde manda quem é forte, com as astúcias. Deus mesmo, quando vier, que venha armado!

Guimarães Rosa
Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.

Se apaixonar por alguém que não vê e nem se pode abraçar,
e o mesmo que se apegar em um sonho,
sempre sonhado e nunca realizado.

A própria fonte da minha felicidade... A encontrar forças para sorrir, mesmo quando estou chorando... Que não existem limites para os sonhos... Que para tudo há uma solução, mesmo quando não existe solução... Que é possível esquecer aqueles com quem rimos, mas jamais daqueles com quem choramos... Que a intensidade da dor é sempre medida pelo valor que damos ao espinho que nos feriu... Que minhas decepções são os resultados de minhas expectativas... Que se estou perdido, o melhor a fazer é parar para não me perder mais. Que dinheiro não compra classe, caráter, educação e coração... E que, ignorar os fatos, infelizmente não os altera!

Amigo é um anjo que está sempre ao nosso lado. Mesmo que na distância. É aquele que compartilha nossas alegrias e minimiza nossas tristezas. É aquele que se cala nas horas certas e, dentro desse silêncio, nos diz tudo. É aquele que nos aceita, não pelo que temos, mas pelo que somos! Amigo é tudo!

Mesmo sem ter noção, nosso coração é visto pelo outro.
O coração tem essa mania de escancarar seus guardados, nada fica oculto por muito tempo.
Suas emoções te entregam,e o coração quando acelera,não te deixa mentir.
A suas atitudes falam muito do que você é.
Guarde sua essência intacta,não fuja dos seus princípios.
Sua alma transparence no olhar,e suas emoções são lidas uma a uma sem que você perceba.
De modo que,quem tem uma alma linda não deve se preocupar,por que com certeza um coração puro até no escuro vai brilhar!

Mesmo com uma pá de problemas digo que a vida pode ser bela A paz não é um sonho acorde e deixe de sonhar com ela"

Só o amor, mesmo que incompleto e não correspondido, é romântico.

E o que mais me intriga é tentar descobrir como você pode ser, ao mesmo tempo, a principal solução dos meus problemas e o meus problemas sem solução.

Fumar e depois chupar uma bala é o mesmo que peidar e sentar no sabonete.

O que me nutre é a esperança
(mesmo minúscula)




Há dias em que a mente para e o corpo permanece aceso — aceso de impossibilidade.
Penso com precisão cirúrgica, mas não atravesso o quarto.
O chuveiro vira montanha, o cabelo vira florestas que não domino,
a pia é um mapa de guerras que não escolhi lutar.
Abro a geladeira e nada combina com nada;
as panelas, como constelações desconhecidas, me olham de volta.


Eu sei o que fazer.
Eu só não consigo começar.


De fora, pedem senha: “Fala. Pede ajuda. Sorri.”
Quando falo, dizem que me exponho; quando calo, dizem que me escondo.
Se aceito convite, tenho medo de ser peso; se recuso, pareço descaso.
Não é orgulho. Não é ingratidão.
É que o corpo virou freio de mão num carro em descida.
E eu, para não atropelar ninguém, puxo mais forte — e paro.


Meu avô sussurra de um lugar antigo:
“Veja onde deposita a confiança.
O melhor amigo do seu melhor amigo… não é você.”
Aprendi a guardar as palavras para que não me devolvam em lâminas.
Mas guardar também dói — o silêncio incha, aperta, afoga.


Dentro, uma assembleia: anjos e demônios.
Os anjos falam baixo: “Respira. Existe um depois.”
Os demônios gritam com provas: a bagunça, o atraso, a lista de não feitos.
E eu, no meio, tentando não me perder dos dois.
Não são eles que me nutrem; se algo me sustenta, é outra coisa —
um fio de luz quase microscópico,
uma esperança que cabe entre a unha e a pele,
mas que ainda assim puxa o meu nome de volta para mim.


Às vezes olho para frente e só vejo um eco.
Não me reconheço no futuro que inventaram para eu caber.
A estrada é reta, sem desvios: seguir — arrastando ou não.
E, na beira da estrada, um abismo bonito demais.
O desejo de pular tem cores. A vista é linda.
Eu sei. Eu vejo.
Mas fico.
Fico pelo quase, pelo mínimo, pelo que ainda pode nascer do pó.


Há também a casa — esse espelho ampliado.
O acúmulo desenha no chão a cartografia da minha exaustão.
Cada objeto fora do lugar me aponta que falhei em existir.
E, ainda assim, entre a louça e o cansaço, às vezes encontro um gesto respirável:
um copo lavado.
Um fio de cabelo preso.
Uma toalha estendida como bandeira branca.
São pequenos tratados de paz com o dia.


Eu não sou o centro do mundo — e isso, por vezes, me salva.
Penso no outro antes de pedir.
Não quero ser fardo, não quero ser vitrine, não quero ser caso.
Mas também aprendi: quem quer ajudar, chega sem barulho,
senta no chão da minha sala, não corrige meus mapas,
e, se nada puder fazer, empresta o silêncio — aquele que não julga.


Escrevo para não me perder de mim.
Se um dia eu cair, que esta página seja pista: lutei mais do que pude.
Se eu ficar, que estas linhas sejam prova: a esperança, mesmo minúscula, ainda alimenta.
E se amanhã for só um pouquinho mais macio do que hoje,
já terá sido milagre suficiente.


Não prometo grandiosidades.
Prometo o próximo gesto possível:
abrir a janela;
encostar a testa no azulejo frio;
deixar a água tocar a nuca como quem batiza;
pentear um nó;
lavar um prato;
responder “talvez” a um convite;
aceitar um abraço que não pergunta nada.


Eu caminho dentro de uma fé tímida — às vezes vacilo, às vezes desacredito.
Olho para o céu e digo: “Se houver um Deus, que me veja quando eu não consigo.”
E quando não sinto nada, ainda assim repito — por teimosia, por pequena ousadia.


Se amanhã eu não chegar inteira, me perdoa.
Se eu chegar, celebra comigo esse quase invisível triunfo:
o fio de vida que atravessa a noite e acende um ponto no escuro.


No fim, é simples e é imenso:
o que me nutre é a esperança.
Por mais minúscula que seja.






Jorgeane Borges
06 de Setembro 2025

Tem certas horas que só mesmo um café, vários pensamentos e
o silêncio da noite, pra ficar em paz.
É que em certas horas as lembranças confortam a dor que trazemos no coração.