Para Falar de Si Mesmo

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Todo contraste tem suas consequências em suas convicções é seus atos.
Mesmo na escuridão de seus pensamentos.

De repente o mesmo sonho pode ser a realidade te julgado...

Há esperança enquanto vivermos dentro da luz. Mesmo caminhando no abismo escuro.

O fogo que pensa e mesmo fogo que se apaga nas próprias convicções.
Água que mata a sede é a mesma que se afoga.

​O Paradoxo da Pátria
​O fogo que pensa é o mesmo que se apaga,
Consumido pelo peso da própria convicção.
A mente que julga, que dita e esmaga,
Cria a faísca que incendeia a nação.
Crentes de que iluminam o escuro,
Ardem em certezas, mas o fim é o deserto puro.
​E a água que mata a sede...
É a mesma que afoga, que inunda, que desaba.
O recurso que cura é o que rompe a parede,
Quando a ganância transborda e a represa acaba.
O que deveria nutrir o solo do país,
Vira a enchente que arranca a raiz.
​Queriam o progresso impresso no plástico,
Mas o excesso do remédio virou o veneno.
O discurso seguro, soberbo e drástico,
Deixou o gigante de joelhos, pequeno.
Morrendo de sede ao lado da fonte,
Cego pelo brilho de um falso horizonte.

O espaço que te define é mesmo que da realidade ambígua da própria vida.

Todo ato tem consequências mesmo quando mostrado a realidade ambígua.

Dentro da psicologia seja apenas um ramo da consciência esta interligado a inteligência mesmo sendo alienado.

Fato do fascismo de sagitário.
Na era de aquários somos apse mesmo tempo somos alienígenas no proprio mundo.

Nas lágrimas veladas espinhos são expostos como alivio da vida,
Pois mesmo magoados sejamos louvados.

Nas janelas da alma
Vejo florescer o destino.
Mesmo que tempo seja uma flor.
Remanejos as obras do amanha.
Sobre olhares os seres sombrios são meros pássaro da consciência.
Virtuosos seres remotos num estado enerte como estatua que simboliza a liberdade ainda assim as penas caem ao longe.
Transfigurando o passado num sino de liberdade no chão rachado e enferrujado dando aspecto que foi arrado do coração.
Os direitos dos deuses místicos foram esquecido pois alienação os fez morrer no espaço do continuo po para o po.
Num suposto enigmático alvorecer sinto frio mesmo tempo a ternura de estar num tempo que nada existiu apenas o vicio de olhar tempo passar diante das contas as cordas munumentais esguian se na escuridão.
Muitas nuvens e luzes que sao lampejos de vida.
Nas entrinhas paz e liberdade.
Velho sino foi lembrado nos esbolsos do tecido da realidade.
Ouço que espaço tem sons para humanidade grite estamos aqui venham ou corram pois somos o somos e podemos ser.
Abrace que alucinação da teoria das cordas seja mais um conto da fragilidade humana.
E perceba que o sino so é poeira no espaço que te faz compania enquanto ressoa a existência do seu ser diante o que somos.
O tempo passo o metrô chegou. Tenho ir ao trabalho. Pois nem tudo nasce no jardim.
Os sinos tocam as portas se fechamento muitas pessoas aglomerados. Como estrelas no novo espectro que luz celeste revela a liberdade de sois.
Revelace telas cabeças olham o vazio.
Na síntese da otopia fotossíntese humana se mistura se mistura com ar acondicionado. Alguém ainda pensa na liberdade ou fato que estrelas brilham pois ignora é tempo que foi marcado pela gravidade dentro de uma singularidade.
Aonde a astrofísica so pode ver tempo passar e deduzir que vida tão rara que suspiro nos tornou ferramentas do universo. Mesmo assim somos alienados e apaixonados pelo instante avançamos sem olhar nem mesmo porquê, ainda existimos.

Noite nublada e mesmo assim vejo as estrelas, constelação nebulosa e sois diante dos buracos negros e buracos brancos, intensidade das nuvens dentro das cordas.
As nuvens dentro da nebulosa, restos de um tempo que passou. Ou resto de uma estrela.
Muitas vezes vejo na minha mente um desejo eterno e puro do universo.
Abro esses pensamentos olhando o por do sol abro ideia mais profunda lapides do universo os anéis de Saturno parece ser aglomerados de asteroides viajando numa elíptica das órbitas mais altas.
Mais metais de nova matéria pode ser um novo elemento na tabela periódica.
Esse pensamento eleva para mineração espacial.

Carrego-te como quem leva pedras e flores no mesmo fôlego.


No peso que me curva, há um rumor teu, uma memória que se acende entre as rochas, como se cada grão de pólen soubesse o teu aroma.


As flores presas à minha mochila interna respiram contigo, frágeis e obstinadas, lembrando que até o que pesa pode ser ternura.


Caminho, e o vento toca o que não ouso dizer, esse quase‑toque que vive entre o ombro e o mundo.


E no silêncio da marcha, o desejo é só isto:a beleza que insiste, mesmo quando dói, e o caminho que se torna pele quando penso em ti.

Onde o Agora Nos Encontra


Somos a prova de que dois corpos podem ocupar o mesmo espaço,
mesmo antes de se tocarem.
Porque existem encontros
que acontecem primeiro na alma,
antes de qualquer abraço,
antes de qualquer palavra.


Deixa eu te contar uma história.
Mas não a que todos conhecem.
Quero contar aquela que escondi entre sorrisos,
a que aprendeu a sobreviver em silêncio,
a que colecionou partidas
e, ainda assim, nunca deixou de acreditar nos reencontros.


Passei tanto tempo tentando traduzir o que sinto
que me perdi entre rascunhos.
Escrevi versos na esperança
de que eles encontrassem você
antes da minha coragem.
Queria que cada palavra dissesse
o que meus olhos sempre esconderam.


Mas a vida tem esse estranho costume
de vestir as verdades com a roupa da dúvida.
Às vezes,
o que é,
não parece ser.
E o que parece tão distante
é exatamente o que mora mais perto do peito.


Quero entender você.
Não apenas o que você diz,
mas aquilo que o silêncio insiste em guardar.
Quero conhecer os seus medos,
as tempestades que ninguém viu,
os sonhos que você enterrou
por medo de acreditar neles outra vez.


Diz...
o que você esconde nessas entrelinhas?
Quantas palavras morreram
antes de alcançar seus lábios?
Quantos sentimentos aprenderam
a respirar em segredo?


E nós...
por que temos tanto medo de viver o agora?
Quem foi que nos convenceu
de que sentir era perigoso?
Quem nos ensinou
a esperar o momento perfeito,
se a vida nunca prometeu perfeição,
apenas oportunidades?


Talvez o tempo
não queira que sejamos eternos.
Talvez ele só queira
que sejamos verdadeiros.


Então deixa-me entender você.
Sem armaduras.
Sem desculpas.
Sem a necessidade de parecer forte o tempo todo.
Porque até as estrelas
precisam da escuridão para mostrar que existem.


E me diga...


O que você faria
se me visse na sua frente agora?


Talvez não dissesse nada.
Talvez o silêncio fosse a resposta mais bonita.
Talvez nossos olhos escrevessem
o poema que minhas mãos nunca conseguiram terminar.


Ou talvez descobríssemos,
na simplicidade de um único instante,
que o destino nunca quis que fôssemos perfeitos.


Quis apenas que tivéssemos coragem
de viver aquilo que sempre escrevemos
nas entrelinhas do coração.

" Eu quero mesmo é que mexa o pé da ameixeira para cair ameixa madura sobre meus pés. Amo."

seja tão bom no que você faz que mesmo aqueles que te
odeiam não teriam como desprezar o seu trabalho.

Converse com o impossível e mostre a ele que todos nós nos equivocamos. Até mesmo ele.

⁠"Mesmo que eu fique perdido, preciso encontrar algo que não seja óbvio."

⁠⁠Se tu te encantas com o perfume que sai das flores, mesmo quando esmagadas, experimente perdoar. Tu sentirás o Cheiro de Deus!

Brincar de ser cristão também é um direito — acreditar que o encardido faça o mesmo é só outra tolice.