Para dia Nascer Feliz
Um dia o que escrevi aqui vai ser lido por alguém, e quando esse dia chegar espero que invada o coração de quem ler, o tanto quando eu escrevo são devaneios aleatórios, mas com uma única certeza, o viver, as únicas coisas que deixamos na vida são momentos, um dia tudo isso vai sumir, um resquício de mim vai durar algum tempo, e depois nada disso ou eu vou estar nem no pensamento, e está tudo bem.
Um dia a minha mãe me disse: filho o seu coração levou 9 meses para ser construído porém não permita que alguém venha destruir em um dia.
Nos robôtizaram, não podemos mais desabafar, se contas hoje tua vida à um, no outro dia um terceiro saberá.
ESCASSEZ DE CONSCIÊNCIA: (alusiva ao dia das águas)
Permitam-me encetar o texto com uma alusiva a um dos grandes "monstros sagrados" da Musica Popular Brasileira (MPB), que já na década de 1980, encantava o mundo interpretando uma das mais sugestivas letras de nossa musica contemporânea. O garboso Guilherme Arantes, gracioso cantor e compositor paulista, ganhador do segundo lugar do Festival Shell da MPB em 1981, com a música de sua autoria PLANETA ÁGUA. Alçando o Top 10 nas paradas brasileira, sendo uma das canções mais preferidas do público, sempre lembrada ao se tratar da preservação das águas. Talvez inspirando a data comemorativa ao dia mundial das águas, que em 21 de fevereiro 1993, foi oficialmente declarado e comemorado no Brasil para vinte e dois de março.
Porem, o que tem a ver musica com tais comemorações? Talvez não tenha, aparentemente, contudo, a abordagem ao assunto é apenas para nos reportarmos ao exercício da cidadania na educação da preservação do meio ambiente, na conscientização do uso racional de bens não permanentes, como a água. Há época, já existente na consciência destes poetas, conforme mostram suas obras. Talvez um prenúncio da história. Fato é que, 22 de março é alusivo ao dia internacional das águas. Uma das maiores riquezas naturais ou a maior que o planeta terra nos presenteou, e irracionalmente, o homem tem maculado essa verdadeira fonte de vida, usando-a de maneira incoerente, de todas as formas possíveis e imaginarias. Devastando as matas ciliares, provocando o assoreamento de rios e mananciais, consumindo-a indiscriminadamente e irresponsavelmente. A água é talvez, o único recurso natural que tem a ver com todos os aspectos da civilização humana desde seus primórdios, passando pela agricultura e indústria. Bem como, seculares valores culturais e religiosos em nossa sociedade. E sem duvidas, notadamente essencial, seja na essência vital dos seres vivos animais ou vegetais, e até mesmo como fator de produção de bens de consumo.
Estudos científicos determinam que 70% do nosso planeta são constituídos de água, desses, 3% são águas doce e, desses 3%, 98% são subterrâneas, significa dizer que a maioria da água potável existente no universo é mínima diante da quantidade total apropriada para o consumo humano.
Sabemos que na sociedade atual, a busca exacerbada pelo conforto resulta quase que indispensavelmente de um aumento considerável da necessidade de água.
E se não nos conscientizarmos de que devemos, sim, incontestavelmente, nos adequarmos ao bom uso desse bem tão precioso, num futuro próximo, iremos nos deparar com a maior catástrofe natural da história da humanidade. A falta de água consumível. Se não nos imbuirmos em educar as futuras gerações contra esse iminente mal, enfrentaremos conflitos entre nações por um bem que é de todos nós. E que, até o presente, não enxergamos o perigo em nossa frente; quando lavamos nossos veículos abusivamente ou lavando calçadas desnecessariamente, esses, entre outros, são pequenos gestos que poderão se transformar em gigantescos problemas.
No entanto, é de bom alvitre lembrar, que diante de tudo isso, aqueles que deveriam desenvolver políticas públicas de convivência com o problema, transformam-no numa indústria de captação de sufrágios.
Todavia, nesse dia alusivo à água, vamos irmanarmo-nos no intuito de respeitar, admirar e amar aquele que inspirou o titulo dessa matéria. O meu, o seu, o nosso: PLANETA ÁGUA e suas riquezas naturais.
MEUS VOTOS PARA O ANO NOVO:
Que comecemos 2020 colocando em nosso dia a dia profissional uma maior dose de sendo de justiça.
Que o pão seja dividido, pelo menos, em justas fatias se não igualitáriamente.
Que haja mais igualdade social e respeito às diversidades...
Que os "indivíduos" saborem um drink de consciência de classe, para assim, imperar a tão almejada igualdade pelos "sujeitos" de bom senso.
E que a hipocrisia do réveillon não dissemine sua metástase no ano vindouro
Série: Minicontos
MINIMIZOU
Um dia minha mãe furiosa perguntou: Quem comeu o pudim de jiló na geladeira?
- Resmunguei! - E ela logo relutou: Não faça rodeios, seja breve e conte tudo...
Série: Minicontos
OBSESSÃO
Teria sido seu grande e inesquecível dia. Se em meio a festa de debutante seu ex não tivesse lhe roubado do seio familiar para nunca mais serem vistos...
Série Minicontos
CAFÉ SOCIOLÓGICO
Todo dia àquela hora no mesmo café. Pedia pizza, saia e não comia...
CARTA DE AMOR
Virá o dia
Em que meu sonho estará repouso sobre a escrivaninha
Em que não te pedirei para o julgar
Em que não te convidarei para o jantar
Em que não te direi para brincar na areia
Em que não elevarei sobre teu corpo o cobertor
Porque a noite se arvora fria
Então
Só nos meus versos encontrarás minhas juras de amor eterno
Não chores!
Nem muito alarde!
Apenas me entorpeci de luz e mistérios.
Série Minicontos
Amor maternal
Em um dia de muita chuva e trovoada, sinhá coruja procurava atônita comida para os seus dois filhotes indefesos e expostos aos perigos da floresta
De repente encontra o gavião faminto que também caçava seu próximo jantar.
Mamãe coruja implora
- Compadre, se encontrares meus filhinhos poupe-os!
- Mas como vou identifica-los em meu a tantos bichos? - perguntou o gavião
- quando encontrares as mais belas criaturas da floresta serão os meus filhinhos.
E nunca mais sinhá coruja os encontrou.
Um dia eu conheci um homem aguerrido. Este homem já tinha vencido varias batalhas, "cruzadas", lutas incansáveis. Nunca sucumbiu a derrota, nunca se entregou.
Tive a oportunidade de lutar com ele. Junto com outros guerreiros, nós alcançamos o êxito esperado. Não falo das Guerras Greco-persas, Guerra do Peloponeso, Guerras Púnicas ou Guerras romano-persas. Todavia o inimigo neste contexto é constante e impiedoso. Concordamos em está nessa última batalha por um longo período, a não ser que algum de nós sucumba ao inimigo e caiamos em solo. E pelo que eu te conheço, o inimigo precisará de toda sorte traiçoeira, mas mesmo assim o nosso Deus é por nós. Ou quem sabe procuremos outras batalhas.
Amigo, não encontrei momento mais oportuno para falar um pouco da tua trajetória como um admirável guerreiro (toda honra e toda glória pertence a Deus)e com a tua permissão me insiro a um curto, mas expressivo momento da tua vida.
Deus é testemunha da gratidão que tenho em tê-lo como amigo.
Parabéns por este momento, que seja perpetuado por muitos e muitos outros carnavais.
Que fosse assim, mas sem destruir,
Por mais que errei, sei, reconheço,
Dia sem sol, noite sem lua, sombrio.
Torturem-me, comiserem-me, dó.
Moribundo, inebriado com o cálice
Dos estroinianos, casualidade, quiçá.
Se um dia quiseres voltar, esqueças
Da razão que um dia não foi em vão.
Rosa, anjo de lume, airosa, minha ébano.
Sempre indulgente, que se inspira, branda.
Opulenta de bondade, generosidade.
E por egoísmo, martirizo-te sem perceber,
sem entender, por amor, amor fugaz, célere.
Bálsamo! Acalenta-me, finda a minha excitação.
Às vezes ficamos tristes, chateados com os problemas do dia a dia. Mas nem por isso pensamos em desistir, em desanimar.
Isso acontece porque alegremente podemos afirmar que as alegrias, os momentos bons sempre são, apesar de tudo, mais presentes em nossas vidas.
Podemos quem sabe, chorar no inverno. Porém sempre existirá o outono, a primavera e o verão para nos alegrar.
Far-me-ei presente nas quatros estações da tua vida. Enxugarei o teu rosto suado do calor do verão. Acompanharei o florescer das flores junto a ti na primavera. Apanharei contigo as pétalas das rosas caídas ao chão do outono e te esquentarei do frio gélido do inverno. Não tenho duvidas que não poderei carregar todos os teus problemas, mas se confiares em mim poderemos resolve-los juntos.
“... quero você de janeiro a janeiro...”
Peço-lhes um instante das vossas atenções para dividir com vós um relato.
Ao dia dois de janeiro de dois mil e doze, tomei uma decisão ao qual mudaria a minha trajetória nesta dadivosa vida concedida por meu Deus. Olhando por alto, tal escolha, nos dias atuais, está gritantemente banalizada, volta e meia vemos fatos semelhantes. Quando não ainda mais trágico. Mas para alguém de sensibilidade e de princípios irrefutáveis, bastará apenas alguns dias para perceber que as escolhas devem ser feitas no momento certo, este momento é instável, muito difícil saber quando há razão na escolha. Por isso, requer cuidados específicos e particulares. E isso realmente me faltou. Não tenha dúvidas muitos irão te confortar, dizendo: meu pai fez a mesma coisa, parente, amigo, vizinho, nada poderia ser tão normal, tão comum. Mas ai é que está, acreditar que é muito fácil nos dá uma pseuda impressão de que tudo vai acabar bem, vai dá tudo certo. Uns precisarão de um tempo maior, mas perceberam, eu, por exemplo, sobreviví só por alguns dias. Quando me dei conta do meu erro já era tarde de mais.
Acreditem! existe uma relação forte entre seu erro e o erro dos outros. Foi isso que aconteceu, pelo meu erro pessoas erraram. Pois é, ela errou feio. É um ciclo vicioso, por acreditar que estava tudo certo, ela cometeu seu erro. E dessa vez foi para decidir de verdade. Ponto final.
Graças ao erros dos país, adultos, os filhos, crianças pagam o preço.
Separar, desmembrar, descolar, dividir ... Percebem o quanto é doloroso. Não existe uma receita para estes casos, mas antes de tomar qualquer decisão, ainda mais quando tais escolhas envolverem emoções tome muito cuidado, caso contrário pode ser um caso irreversível. Pense nisso.
Passou-se o tempo que ter filhos era tido como fruto do amor, hoje em dia, em muitos casos, são sinônimos da irresponsabilidade conjunta.
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