Palavras que Tocam o Coração

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Nada poderá dar consolo ao coração de um grande ser humano senão a aceitação da sua própria verdade. Não se preenche vazios com ilusões. A racionalidade tem de estar sempre à frente dos sentimentos cordiais.

O sábio ouve a correção, e o tolo endurece o coração!

Meu coração tem feridas tão complexas que não sei se alguém é capaz de curá-lo.

Não se pode investir no que se quer mais adiante, quando se tem o coração preso ao que ficou para trás!

Se a memória simula esquecer os mortos, o amor, albergado no coração e sempre à espreita, a qualquer sinal açoita quem sobrevive às lembranças.

Dói ser esquecida. Mas ser ignorada é como se estivessem arrancando o meu coração fora.

Meu coração se alegra em boa companhia
E melhores amigos não terá,
Mas não existe um trem no qual eu não iria,
Aonde quer que ele vá.

Amar com o coração, seja quem for, não é pecado. pecado é deixar de viver um grande amor!

" Se meu coração falasse, ele perguntaria; Será que vamos aguentar tanta tristeza de decepções???

Gosto de gente que me olhe nos olhos
E escute a voz do meu coração.

As vezes você tem que tomar decisões com o coração, que machucam mais ainda o coração.

Meu coração está exigindo 13° e férias, porque amor dá trabalho.

Tem que ter química, pele, cheiro, toque...
Tem que ter mais do que coração. Né?

A ausência torna o coração mais amoroso. Mas o presente consegue melhores resultados!

Jeito menina que fascina, sorriso no rosto que encanta, coração puro que apaixona, alma que brilha.

Inveja é o ódio da felicidade alheia, ou dor que se sente no coração pelo sucesso dos outros. E eu? Eu tenho é pena.

Não aguento mais essa confusão dentro da minha cabeça que, acaba passando para o meu coração e me ferindo novamente…

Vai ter sempre um lugar especial no meu coração para aqueles que me fizeram feliz .

"O meu coração é igualmente silencioso”, ele meditou. “E ele também agora é seu”.

O coração decide, e o que ele decidir é o que vale.

Paulo Coelho
COELHO, P. Na Margem do Rio Piedra eu Sentei e Chorei. Rio de Janeiro: Sextante, 2012