Novamente sinto que as palavras não estão em mim, o léxico se tornou tão vulnerável, meu fluxo de palavras se resumem em “procura-se”, PROCURA-SE meu pândego.
No leve soprar do vento, ao leve tocar de duas mãos ao meu rosto, ao leve soar de suas palavras, a me cantar, guria que hoje és mulher, mulher que hoje és guria, teu olhar radia, teu sorriso encanta, e tuas palavras me calam...
Não quero ser apenas mais um, falando palavras bonitas, quero ser aquele que quando te olha nos olhos, te cala, quando te beija, faz você flutuar, quero ser aquele que um dia tu escolheu para amar...