Palavra Sábia

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⁠Sua personalidade e caráter são feitas de quê? Opiniões ou atitudes?

O narcotráfico sabe que é melhor corromper o Estado do que combatê-lo.

"A mentira contada e compartilhada mil vezes se torna verdade." Mas é preciso saber contá-la e compartilhá-la.
Seja por quem estiver contando a quem estiver acreditando.

Diferença entre conhecimento e sabedoria.
Exemplo, saber que o tomate é uma fruta é conhecimento. Sabedoria é não colocar o tomate na salada de frutas.

Sabe o motivo do cachorro abanar o rabo?
Porque ele é mais esperto que o rabo, se fosse o contrário o rabo que abanaria o cachorro.

⁠O conhecimento acumula fatos, mas a sabedoria transforma esses fatos em entendimento e ação.

Quem foge de si mesmo nunca saberá a quem serve.

Ser doutor é dominar o marco teórico, mas também saber dialogar com a realidade empírica.

Advogar é saber quando falar, como falar e, principalmente, quando silenciar.

Muitos adultos frios não nasceram sem amor; apenas cresceram sem saber como recebê-lo.

Bom dia! Senhor, abençoa a pessoa que está lendo está mensagem! Porque o Senhor sabe de tudo que ela precisa, conhece cada coração, cada pedido e suas necessidades. Venho em nome de Jesus Cristo, te pedir Deus de Israe, com toda humildade. Amém.

A opinião de quem você nem respeita,
comparação com quem você nem conhece,
expectativa de quem nem vai estar lá no fim.
O que sobra quando você tira o ruído dos outros?

"16-11-2020 13:34


Interessante saber como a mente vagueia, quando estamos em sono profundo...
Ela costuma ir lá no porão do nosso subconsciente e trazer tudo aquilo que está já empoeirado...


Eu não sei como descrever sobre o que aconteceu nesse sonho...


Mas, lembro de muitas garotas alegres, bonitas e fazendo bagunça...


Eu conhecia quase todas!


Interessante que me perguntaram algo que eu jamais havia falado naquele lugar pra ninguém, eu não me recordo...


Mas, lembro que depois estava a beira de um rio e estavam todos lá, menos uma pessoa, como na casa também...


O 'C'... Como sempre, invadindo meus sonhos...


Essa era a única pessoa que não estava em lugar algum!


Eu vi uma oferenda passando em um rio, o cheiro muito forte e ainda parece estar em meu nariz.


Só que a pessoa que estava ao meu lado disse que era só pra aromatizar o ambiente...
Mas, como?
Eram velas com incenso e palha, algo do tipo...


Eu fiquei abismada com aquilo e ainda sentindo falta da pessoa que não estava em lugar algum.


Do 'C'...


Eu gostaria de entender esse sonho, mas, acho que entendo...


Só não consigo entender porque ainda me perturba tanto, será que irei enlouquecer?"

Bolas de fogo, no céu e ninguém sabe o que significa, mas eu sei... Escrevendo em 14 de outubro de 2023

"Eu sei o que é essa bola de fogo. Na mesma noite que apareceu, entre 12 e 13 de outubro, eu na madrugada tive um sonho e via não só uma, mais duas bolas dessas no céu e quando se aproximaram, era como se me envolvesse dentro delas, tornando as duas, apenas, uma! desse jeito aí, bem grande, amarela e luminosa. Dentro dela, havia dois cavaleiros, cavalgando vindo em direção á mim, com seus cavalos, um ao lado do outro. Eles eram como o próprio fogo e ardiam em chamas, seus cavalos também. Depois,
acordei e fiquei pensando nesse sonho, até ver um vídeo aqui dizendo que o cavalo amarelo é o quarto cavaleiro do apocalue o único que vêm acompanhando com outro cavaleiro, são os cavaleiros da morte e o outro é o inferno. Eu estremeci ao ver isso, e á noite anterior, fui assistir os vídeos aqui no Kwai e todos mostrando essas duas luzes no céu, a mesma visão que tive, com todas as características. Preparem a alma de vocês, porque a terra arderá em chamas. Acredite quem quiser, esses sinais estão por toda a parte e apenas quem tem um profundo contato espiritual, irá entender todas essas coisas. Prepare a sua alma, JESUS existe e ele está voltando! Mas, antes dele voltar o povo da terra vão pagar por todas as profanações e pelo não arrependimento. Leiam apocalipse 4, 9 e irão entender tudo! Assistam o meu vídeo que diz "JESUS ESTÁ VOLTANDO, eu sou parte do exército de Cristo."

Nada de vestígios... Apenas sonhos que me mostram tudo o que preciso saber.

Na vida, a gente não tem certeza de nada, só da partida, que ainda é incerta, porque não sabemos o dia, nem a hora.




Jesus falou isso, e todo mundo acha que se trata da volta dele, quando na verdade a metáfora se trata da morte.

Ter um porto seguro muda tudo. É saber que, depois de qualquer tempestade, existe um lugar onde a gente pode respirar fundo, descansar o coração e recuperar as forças. Não precisa ser perfeito nem grandioso; basta ser verdadeiro. Um porto seguro é presença, é cuidado, é aquele espaço onde a gente se reconhece e entende que, apesar de tudo, nunca está sozinha.

Sabe quando a gente senta com uma xícara de café imaginária na mão, olha para o mundo e percebe que existe um esporte olímpico não oficial chamado se meter na vida alheia? Pois é. Eu observo aquilo com uma certa curiosidade de quem já teve dias tão intensos que dariam uma trilogia inteira de livros, com direito a drama, comédia e uns capítulos meio filosóficos que fariam qualquer professora de literatura levantar a sobrancelha. E é justamente por isso que eu penso comigo mesma, às vezes em silêncio, às vezes rindo sozinha, que talvez fosse mais útil para todo mundo abrir um livro do que abrir a janela da curiosidade sobre o quintal emocional do vizinho.

Porque livro tem uma coisa bonita que a fofoca não tem. O livro ensina, cutuca, provoca pensamento, às vezes até salva a gente de um dia ruim. A vida dos outros, quando vira espetáculo, só vira barulho. E eu confesso, no meu caso específico, já tenho conteúdo suficiente dentro da minha própria história que nem sempre consigo organizar tudo na estante da memória. Tem capítulo que ainda estou entendendo, tem página que parece escrita às pressas pela vida, tem parágrafo que me fez crescer na marra. E no meio disso tudo eu sigo lendo, vivendo, aprendendo a rir da bagunça existencial que é ser gente.

Eu já percebi uma coisa curiosa. Quem está ocupado demais vivendo, reconstruindo, criando, estudando, lendo, quase não tem tempo para vigiar a vida de ninguém. A pessoa está ali tentando entender o sentido das próprias emoções, tentando sobreviver aos próprios enredos internos. Eu mesma às vezes penso, minha filha, se eu fosse parar para cuidar da vida dos outros eu ia precisar de uma agenda extra, porque a minha já parece um roteiro cheio de reviravoltas. Tem dias em que a vida me entrega uma história que eu olho e penso, isso aqui daria um livro inteiro, e provavelmente ninguém acreditaria que aconteceu de verdade.

E no fundo existe uma certa paz nessa conclusão. Ler um livro é quase um ato de respeito com a própria mente. É como dizer para si mesma que o mundo é grande demais para eu ficar presa em pequenas observações sobre quem fez o quê, com quem, ou por quê. Enquanto alguém está investigando a vida alheia como se fosse um detetive da novela das seis, eu estou tentando decifrar meus próprios capítulos, e olha, já aviso que não é pouca coisa.

No fim das contas eu acho engraçado pensar que algumas pessoas gastam horas analisando a história dos outros, enquanto eu olho para a minha própria trajetória e penso sinceramente que ainda estou tentando entender metade do enredo. E tudo bem. Talvez seja isso que faz a vida ter graça. A gente lê um pouco, vive outro tanto, tropeça em umas páginas difíceis e segue adiante com aquela sensação meio filosófica, meio divertida de quem sabe que viver já é um conteúdo gigante. Então, sinceramente, entre abrir um livro e abrir a porta da curiosidade sobre a vida alheia, eu fico com o livro. Porque a minha história já me dá trabalho suficiente, e cá entre nós, ainda estou organizando os capítulos. 😄📚

Eu já tentei me encaixar nesse mundo que mede tudo em cifras, sabe? Como se a felicidade fosse uma planilha bem organizada, com saldo positivo no fim do mês e um carro brilhando na garagem. Mas a verdade é que eu nunca consegui levar isso muito a sério. Dinheiro é importante, claro, ninguém aqui vive de vento e poesia… mas transformar isso no centro da vida? Ah, aí já é pedir demais pra minha alma inquieta.


Porque enquanto tem gente contando moedas, eu tô contando momentos. Enquanto tem gente correndo atrás de status, eu tô correndo atrás daquele silêncio gostoso que aparece no fim da tarde, quando tudo desacelera e eu finalmente consigo ouvir meus próprios pensamentos sem interferência externa. E olha… isso não tem preço, não tem promoção, não parcela em doze vezes no cartão.


Eu descobri, meio sem querer, que a felicidade não faz barulho. Ela não chega anunciando, não vem com etiqueta de marca famosa, nem precisa de aprovação alheia. Ela mora quietinha dentro da gente, igual aquele cantinho da casa que só a gente sabe o valor que tem. E às vezes ela aparece nas coisas mais simples possíveis… num café quente, numa risada boba, num prato feito com carinho, num dia comum que resolveu ser leve.


E é curioso, porque quanto mais eu me desapego dessa ideia de ter para ser, mais eu sinto que já sou. Já sou suficiente, já sou inteira, já sou feliz dentro do que cabe na minha realidade. Não é sobre rejeitar o dinheiro, é sobre não deixar ele mandar em mim. Não é sobre não querer crescer, é sobre não me perder no caminho tentando provar algo pra quem nem tá realmente olhando.


Tem gente que olha e não entende. Acha estranho essa minha tranquilidade, como se fosse falta de ambição. Mal sabem que é exatamente o contrário. Eu tenho ambição sim… mas é de paz, de liberdade, de viver uma vida que faça sentido pra mim. E isso, sinceramente, vale mais do que qualquer status que precise ser exibido.


No fim das contas, eu não quero impressionar ninguém. Eu quero me reconhecer no espelho e pensar “tá tudo bem por aqui”. E quando esse sentimento vem, leve, verdadeiro, sem esforço… pronto. Ali mora a minha riqueza.


E se você também acredita que a felicidade pode ser simples e profunda ao mesmo tempo, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. A leitura é grátis para assinantes Kindle.

Vivemos uma época curiosa. Nunca houve tanta facilidade para acessar informações, opiniões e diferentes pontos de vista. Ao mesmo tempo, nunca foi tão fácil consumir conteúdos que transformam pessoas em inimigos umas das outras.


Basta abrir as redes sociais para encontrar alguém dizendo que homens não prestam. Logo depois, aparece outro afirmando que mulheres são interesseiras. Em seguida, surgem discursos que tentam convencer as pessoas de que o amor verdadeiro não existe, que a fidelidade é uma mentira ou que todo relacionamento está condenado ao fracasso.


O problema não está apenas na existência dessas opiniões. O verdadeiro perigo surge quando alguém começa a consumi-las diariamente sem questionamento. A mente humana funciona de maneira muito mais influenciável do que gostamos de admitir. O que ouvimos repetidamente tende a parecer verdade, mesmo quando não existe nenhuma evidência concreta na nossa própria realidade.


Muitas pessoas passam a enxergar traições onde não existem. Começam a desconfiar de parceiros que nunca deram motivos para desconfiança. Interpretam gestos comuns como sinais de manipulação. Criam conflitos baseados em histórias de desconhecidos na internet. Aos poucos, deixam de viver a própria vida para viver dentro de narrativas criadas por pessoas que sequer conhecem sua realidade.


É importante compreender que experiências individuais não representam a humanidade inteira. O fato de alguém ter sofrido uma decepção não significa que todos irão sofrer a mesma decepção. O fato de um relacionamento ter fracassado não significa que todos estão destinados ao fracasso.


A internet recompensa conteúdos que provocam emoções intensas. Raiva, medo, indignação e conflito geram visualizações. Quanto mais as pessoas brigam, comentam e compartilham, mais esses conteúdos se espalham. Nem sempre o que recebe mais atenção é o que possui mais verdade.


Enquanto isso, existe uma parcela silenciosa da sociedade formada por homens e mulheres que continuam construindo relacionamentos saudáveis, respeitosos e duradouros. Essas histórias raramente viralizam. Não porque sejam menos reais, mas porque a paz costuma gerar menos engajamento do que o conflito.


Talvez uma das maiores demonstrações de maturidade na era digital seja desenvolver a capacidade de filtrar aquilo que consumimos. Nem toda opinião merece espaço na mente. Nem todo discurso merece influenciar nossas decisões. Nem toda experiência alheia deve ser transformada em regra para a nossa vida.


Antes de acreditar que o mundo inteiro é exatamente como alguém descreve em um vídeo de poucos minutos, vale a pena olhar ao redor e observar a realidade com os próprios olhos. Porque cada pessoa tem uma história. Cada relacionamento tem suas particularidades. Cada vida possui desafios e conquistas que não cabem em generalizações.


O amor não desapareceu. A confiança não desapareceu. O respeito não desapareceu. O que muitas vezes desaparece é a capacidade de enxergá-los quando passamos tempo demais ouvindo pessoas que lucram com a divisão, o ressentimento e o conflito.


A pergunta é simples: você está construindo sua visão de mundo a partir da sua própria realidade ou a partir do barulho produzido por pessoas que nem sabem que você existe?