Palavra Alma

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⁠Quem escreve poesia nasceu
com a alma pronta para ser
escândalo, para escandalizar-se
e sem dó de escandalizar,
Não faz muito tempo teve um ser
que para causar constrangimento,
e acabou virando divertimento
porque comparou a minha poesia
com carta de mulher de preso
na pueril tentativa
de me deixar envergonhada,
Na verdade, sem saber,
me fez sentir muito honrada;
porque o amor é livre,
e quem zombou é um grande nada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Entre os abraços de calma,

sua alma de remanso

encontrará descanso

na ternura do meu amor,

onde a paixão e a sedução

vivem uma doce amizade

sem qualquer discrição.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tem dias que o sol não vem, mas tem dias que o sol é de queimar a alma, e isso é bom.

Inserida por Kebay1

CAPÍTULO I
APRENDER A FECHAR AS PORTAS DA ALMA.
Filtrar os acontecimentos não é negar o mundo. É restabelecer hierarquia interior. O que tudo invade é porque tudo recebeu o mesmo peso. A alma, quando não seleciona, adoece por excesso de realidade.
O primeiro filtro é o discernimento do que merece permanência. Nem tudo que acontece fora exige hospedagem interior. Há fatos que devem ser reconhecidos e depois deixados seguir. A tradição sempre ensinou que a sabedoria começa quando se aprende a distinguir o essencial do ruidoso.
O segundo filtro é o ritmo. A vida moderna impõe simultaneidade. Antigamente, as dores vinham uma a uma. Hoje chegam em bloco. Recuperar o ritmo humano é reduzir a exposição. Escolher quando ouvir. Quando ler. Quando silenciar. O excesso de informação desorganiza a sensibilidade e dissolve as defesas naturais do espírito.
O terceiro filtro é o recolhimento consciente. Não se trata de fugir do mundo, mas de retornar a si. Momentos de solidão escolhida restauram limites internos. A interioridade sempre foi o lugar onde o ser humano reorganiza o sentido antes de voltar ao convívio.
O quarto filtro é a linguagem interior. Aquilo que não se consegue nomear tende a invadir de forma difusa. Dar nome ao que afeta é conter. Pensar é organizar. Escrever é delimitar. O que ganha forma perde poder invasivo.
Por fim, há o filtro ético. Nem toda dor alheia é incumbência pessoal. A compaixão verdadeira não se confunde com absorção. Ajudar não é carregar. É sustentar sem se perder.
Filtrar os acontecimentos é um exercício antigo. Sempre foi assim. O mundo nunca foi leve. Leve precisa ser o olhar que aprende a escolher o que entra. Porque quem não fecha as portas da alma acaba transformando a própria sensibilidade em campo de batalha.

Eis exemplos claros, ancorados na experiência humana tradicional, sem romantização do excesso moderno.
ANTIGAMENTE, AS DORES VINHAM UMA A UMA. HOJE CHEGAM EM BLOCO.
Antigamente, a dor tinha rosto e tempo. Um luto era vivido até o fim antes que outro começasse. A escassez de notícias fazia com que o sofrimento fosse localizado. Morria alguém da aldeia. Havia o velório. O silêncio. O luto compartilhado. Depois, a vida retomava seu compasso. A dor era profunda, mas circunscrita.
Hoje, em um único dia, o indivíduo é exposto a uma tragédia distante pela manhã, a uma violência simbólica ao meio dia, a um conflito social à tarde, a uma crise econômica à noite e a uma dor íntima antes de dormir. Nada se encerra. Tudo permanece aberto. O espírito não encontra fechamento.
Antes, o sofrimento vinha pela experiência direta. Hoje vem pela exposição contínua. Não é vivido. É absorvido.
RECUPERAR O RITMO HUMANO É REDUZIR A EXPOSIÇÃO.
Escolher quando ouvir. Antigamente, escutava se quando alguém batia à porta ou quando a comunidade se reunia. Hoje, escuta se o tempo todo, mesmo sem consentimento. Recuperar o ritmo é desligar o fluxo. Não atender a todas as vozes. Não se sentir moralmente obrigado a reagir a tudo.
Escolher quando ler. A leitura era um ato deliberado. Um livro. Um texto. Um tempo reservado. Hoje, lê se fragmentos incessantes. Manchetes. Opiniões. Julgamentos. Reduzir a exposição é resgatar a leitura lenta e profunda e recusar o consumo contínuo de conteúdo que apenas excita a angústia.
Escolher quando silenciar. O silêncio era parte da vida cotidiana. Caminhadas. Noites sem estímulo. Trabalho manual. Hoje, o silêncio causa desconforto porque revela o cansaço oculto. Recuperar o ritmo humano é reaprender a ficar sem ruído, sem resposta imediata, sem explicação.
O TERCEIRO FILTRO. O RECOLHIMENTO CONSCIENTE.
Antigamente, o recolhimento era natural. A noite encerrava o dia. O inverno recolhia a vida. A velhice diminuía o ritmo. Hoje, recolher se é visto como fraqueza ou improdutividade.
O recolhimento consciente é escolher sair de circulação por um tempo. Não responder imediatamente. Não opinar sobre tudo. Não se expor quando o interior pede abrigo. É a pausa deliberada que impede o colapso silencioso.
Exemplo concreto. A pessoa que sente o mundo invadir não precisa explicar se. Ela precisa se recolher. Caminhar sem destino. Escrever sem publicar. Pensar sem compartilhar. Orar sem espetáculo. Esse recolhimento não é fuga. É higiene da alma.
Porque o espírito humano nunca foi feito para carregar o mundo inteiro ao mesmo tempo. Ele precisa de intervalo. De fronteira. De retorno ao seu ritmo ancestral. E quando esse ritmo é respeitado, as defesas naturais voltam a existir.

Inserida por marcelo_monteiro_4

AMOR INSCRITO NA CARNE.
O corpo é a página derradeira onde a alma escreve aquilo que não ousa dizer em voz alta.
Esta escrita gravada no dorso declara que amar é aceitar a disciplina do sofrimento.
Não há promessa de repouso.
Há apenas o compromisso com a beleza que exige fidelidade mesmo na ausência.
Cada signo afirma que o amor verdadeiro não se confunde com prazer.
Ele é vigília.
Ele é renúncia.
Ele é a lenta educação do desejo para que não se torne posse.
O amor aqui não acolhe de imediato.
Primeiro ele fere.
Depois ele forma e quase cuida.
A arte desta escrita não pretende consolar.
Ela convoca.
Quem a lê é chamado a abandonar a leveza vulgar e a suportar o peso da profundidade.
Amar torna se um ofício leve ao mesmo momento severo.
Uma escolha diária entre a dignidade do sentir e a fraca facilidade do esquecimento.
Essa distinta escrita ensina que o belo não adorna a vida.
O belo em prantos a julga rogando perdão.
Ele exige que a alma cresça até doer.
Que suporte a ausência sem transformar a saudade em rancor, mas num lugar.
Que permaneça fiel mesmo quando o amor não retorna e ele olha para trás.
Filosoficamente esta escrita proclama que sofrer por amor não é derrota.
É prova, batalha aberta ao julgamento deliberado e em paz.
Só sofre quem reduziu o outro a objeto e dá de si o valor além do próprio objeto seja qual ele for.
Só padece quem não negociou a própria essência, porque deveras vezes podia-se fazer um bom negócio às honras das plêiades.
O amor que não dói é apenas hábito.
O amor que dilacera é formação do ser.
Aqui o amor não salva do abismo.
Ele ensina a caminhar dentro dele sem perder a verticalidade, pois é amor.
Aquele que ama segundo esta lei aceita perder.
Aceita esperar. aceita aceitar.
Aceita permanecer inteiro mesmo quando tudo lhe falta, esse é o dom amor.
O leitor que se detém diante desta escrita não sai ileso., me desculpe.
Ela o obriga a buscar em si um amor que não pede garantias.
Que não exige retorno.
Que não teme a solidão, porque ela existe, ela virá, mas é chamado tudo isso de amor por alguém, mas é.
E somente quem atravessa a dor sem corromper a ternura e a delicadeza da gota d'água na ponta de uma frágil folha torna se digno da beleza que o amor promete no silêncio do tempo e na promessa da própria crença.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Não nascemos e não morremos, simplesmente seguimos em frente.
O corpo morre se esvai, mas a alma, espírito fica, para continuar sua jornada de evolução em outros planos.
Sentir a perda é normal, aprendemos isto, aprendemos a nos apegar a coisas e pessoas, mas não podemos perder alguém, pois ninguém é de ninguém.
Quando um querido se vai, ele não nos deixa, ele apenas segue seu caminho da evolução, segue em frente, faz sua escolha.
Quando ficamos, nos sentimos pesarosos, tristes e desabonados, precisamos mudar a chave e decidir o que queremos.
É a hora que mais precisamos fazer nossas escolhas; seguir em frente, mas antes disto devemos fazer a seguinte pergunta;

Para que? E não porque?

Quando perguntamos porque achamos um monte de desculpas, respostas prontas coladas em nós por nós mesmo se por outras pessoas.
Quando perguntamos para que? Descobrimos o real motivo.
Então: para que se vai uma pessoa que amo? Ou para que perdi este ser que me fazia feliz? Ou para que Deus levou meu amor? Ou para que...
A resposta para mim é bem clara:
Para que possamos viver nossas vidas intensamente no caminho do amor, da verdade, da humildade, da alegria, da fé. Para que possamos dar valor a cada segundo da nossa vida. Para que possamos evoluir, assim como escolheu os nossos irmãos que partem. É dolorido? Sim...muito; queríamos um pouco mais de tempo com aquele que resolveu partir, mas agora não temos este tempo, ele se foi... Então eu posso e você também pode fazer algo diferente. Você pode estar presente nas vidas das pessoas que ainda estão ao seu lado nesta vida. Você pode viver com mais presença para com aqueles, que estão com você na mesma caminhada.
Você pode escolher Viver com mais presença com você mesmo.
Assim quando resolverem partir a dor daria espaço para o amparo e paz.
Somente quando compreendemos isto conseguimos seguir no caminho do amor!
Com amor e desapego, temos a tranquilidade para orar, meditar e expandir; e literalmente acendemos a luz para os que se vão.
Entramos num silêncio e transferimos nossa tranquilidade para aqueles que se foram, para que eles possam ter certeza que fizeram uma boa escolha quando decidiram partir para mais uma evolução.
Agindo desta forma, também evoluímos!
Gratidão por este ensinamento que vem do astral!

Inserida por giovanabarbosac

Minha criança interior me ajuda a previnir rugas em
Minha alma e trás frescor aos meus sonhos e minha vida! Seja feliz hoje, alimente a criança que há em você!!!

Inserida por giovanabarbosac

Manifesto a gratidão!
Gratidão é quando se vibra uma intenção com a alma, com o que há de mais sagrado em seu profundo interior. Aquele que agradece com a alma por sua vida manifesta as energias divinas numa vibração superior atraindo para si tudo aquilo que merece para Ser e sentir num nível elevado de cura, amor e luz! Você pode e deve manifestar a gratidão a tudo e a todos, mas a gratidão sentida deve ser primeiramente à sua vida! Se você não vibra gratidão por este bem maior que possui naturalmente não atingirá este bem valioso que é estado alterado e harmônico de consciência que é a gratidão!

Inserida por giovanabarbosac

Enquanto alguns temem... eu só agradeço em preces sentida em minha alma neste Espaço Sagrado de cura!
O amor pela natureza, por todos os seres é a principal “arma” contra as infelicidades da Terra!
Reconheço o Ser que Sou, reverencio, honro e amo todos os seres neste planeta!
Não tema, apenas ame e agradeça!
Não tente controlar, apenas confie!
Não adoeça, cuide do seu Ser que É divino e de muita luz!
Confio na espiritualidade Maior, recebo, entrego, confio e agradeço!

Inserida por giovanabarbosac

⁠Abençoada sou...
Por ter você como minha Irmã... de sangue; de alma!
Abençoada somos...
Gratidão por sua vida. amo você!

Inserida por giovanabarbosac

⁠O corpo carece espreguiçar,
A alma precisa de paz,
O seu rosto se ilumina com um sorriso!

Inserida por giovanabarbosac

⁠Renasça com alma leve,
Renasça para você,
Renasça para se sentir,
Para se cuidar,
Para se fazer companhia...
para em si mesmo morar!!!

Inserida por giovanabarbosac

⁠O crescer da Roda!
Quando reconhecemos nossa expansão, alimentamos nossa alma de luz e amor.. assim nos tornamos aquilo que viemos para nos lembrar. Lembrar que somos luz, que somos um pontinho infinito de irradiar do sol, da lua, do SIM sincero para a vida, para verdade sentida!
Somos, e como somos reconhecidos pelo cosmo como alguém que merece florescer, expandir, conceber, formar novas sementes, pois só assim a roda cresce!
Quando reconhecemos que somos luz perdemos o medo de celebrar a vida, de mapear os caminhos, seguimos numa dança formosa do olhar e do sorrir!
O Universo está a espera desta luz, está sempre nos ensinando a amar e sermos amados, assim florescemos!
Quanta gratidão sinto com o crescer da roda, de criar esta irmandade de luz! Quanto merecimento posso sentir!
Gratidão a todos os seres de luz e da luz que me ampara e me auxilia a amparar!
Sigo, assim, neste auxílio de reflorestar o cosmo com mais e mais sementes que veem para alimentar e me fazer acreditar cada dia mais na pureza do amor!
Gratidão
Mensagem na força do rapé
Giovana Barbosa

Inserida por giovanabarbosac

⁠Para se ver além…
Muitas vezes é necessário fechar os olhos e sentir com a alma!

Inserida por giovanabarbosac

⁠Mulheres que correm… com os lobos!
Que faz um chazinho para curar as dores da alma,
Que aconselha um banho de ervas para limpar as energias densas,
Que sonha com um mergulho nas rosas, mas lavandas para elevar as energias, e assim o faz,
Que dá as mãos as irmãs que está para parir seus filhos e diz: está tudo bem!
Que olha nos olhos e apenas escuta, e aconselha só o bem,
Que nasceu de uma mulher forte que ensina que o medo é só uma projeção da mente e que voar é possível,
Que trança os cabelos, que os enche de laços de fitas,
Que recebe seus filhos, sobrinhos, netos com aqueles sapatinhos tecidos por ela, para aquecer a alegria,
Que pergunta aos mais novos se estão com fome?
Que honra as águas que caem do céu, o fogo seja numa vela, numa fogueira ou no temaskal,
Que sopra um rapé, e te olha com amor, para te tirar das sombras,
Que se deita na grama e sorri com os ventos em sua cabeleira
Enfim, somos fadas, somos bruxas, somos mulheres curandeiras, rezadeiras e caminhamos emanando luz e amor!
Sim… assim Somos!
Aquelas que aninham e que se encanta com a vida!

Inserida por giovanabarbosac

⁠O silêncio é o espaço onde a alma encontra sua voz mais verdadeira.

Inserida por giovanabarbosac

⁠Meu corpo em movimento, minha mente sã, minha alma leve. A cada passo que dou, sinto a energia pulsar através de mim, como se cada célula estivesse celebrando a vida. O ar fresco enche meus pulmões, trazendo consigo novas possibilidades e inspirações.
À medida que me movimento, deixo para trás as preocupações do dia a dia, permitindo que a natureza ao meu redor me envolva. As árvores dançam ao vento, e o sol brilha intensamente, iluminando meu caminho. É nesse momento que percebo a beleza da simplicidade; cada respiração se torna um lembrete de que estou viva, presente e em sintonia com o mundo.
A música do ambiente ressoa em meu coração, e eu me entrego à dança da vida. A leveza da minha alma me impulsiona a explorar, a sonhar e a criar. Sou grato por cada instante, por cada movimento que me leva mais perto de quem realmente sou. A jornada é tão importante quanto o destino, e eu abraço cada momento com amor e gratidão.

Inserida por giovanabarbosac

⁠“Livrai-me de todo mal, que eu celebro a vida em suas nuances.”
Como um canto que ecoa na alma, busco a proteção das forças que me cercam. Que a poesia do cotidiano me abrace e que a beleza das pequenas coisas me fortaleça.
Na dança das palavras e na melodia do coração, sigo firme, com fé e amor, enfrentando as tempestades e acolhendo a luz. Que a vida seja sempre uma canção, onde a esperança e a gratidão sejam nossas notas mais doces.

Inserida por giovanabarbosac

Alma! Algo intenso e grandioso, não podemos mensurar e nem definir; ela pesa o que sentimos no momento.

Inserida por Rita1602

Vós só cresceis mediante a dor e, na aceitação alimentais a alma.

Inserida por Rita1602