Paixão e Sedução
Nunca esperei tanto pela morte, pediria sem glória, mas com prazer que não me desse uma chance nunca mais.
O medo de ficar só, a pior sensação do mundo é saber que dias solitários virão, não acompanhado sozinho, mas com a sua melhor amiga; a tristeza, sorte deles que conhecem a melhor pessoa recíproca pra isso, eu por si só.
Ser reservado não é um problema, poupe suas sábias palavras pra quelas pessoas cujas não te entendem e, guarde, não para outra pessoa, mas para você mesmo.
Quantas lágrimas terei que derrubar?
Quantos dias irei de pensar?
Entenda de uma vez por todas, ela não gosta de você, só tenho que aceitar a verdade que me dói, com uma ferida enorme em meu peito, terei que continuar, por mim, e pra mostrar pra ela o quanto ela perdeu.
Nas piores das frases, as vogais e as consoantes se juntam, não formando uma ideia mas sim uma enorme confusão.
Onde está, a mulher que aparecerá em minha vida, mudará meu mundo de cabeça para baixo e me deixará louco apenas com trocas de olhares?
É boca com boca é mão com mão,
É a gente com a gente, roupa no chão.
É mente com mente, nós no coxão.
É aquilo com aquilo e muita paixão!
O amor não tem definição, não há qualquer dicionário capaz de defini-lo. O amor, você sente, descobre e admira a cada dia. Não há razões para o amor, ele chega e simplesmente toma conta de você.
Podem até criar outro idioma, ou novas palavras, no entanto, elas jamais serão o suficiente para expressar tudo aquilo que está dentro de mim, que pertence a você, te amo.
“Rasga esta estranheza
Traz-me uma razão
Conceda-me beleza
Sabor de emoção;
Prometa-me que fiques
Escreva-me que amas
Entrelaces no que incide
Uma paixão em chamas;
Toque este céu brando
Da minha boca rubra
Nectáreo esvai de manso
De dentro de mim à lua.”
“Embriagada e sozinha
Como nos velhos tempos
Sinto-me entorpecida
Em busca de um beijo;
Quero estar em chamas
Experienciar a intensidade
Sentir sobre a cama
Do prazer às extremidades;
Me apetece ocupar a boca
Mesclar sabores antagônicos
Me apetece despir a roupa
D’um corpo ou amor platônico;
Todavia o outrora se repete
E como outrora o desejo excessivo
Apenas, infeliz, se converte
Em poemas sobre vinho tinto.”
