Paixão Aniversário
Um anjo que brinca entre as nuvens,
Seduz, envolve,provoca e reluz,
É como um demônio que seduz,
Um anjo brincando entre as nuvens...
Sim, é nesse esconde-esconde o anjo
Segue furtivamente te surpreendendo
Entre poemas e beijos alados...
Batendo as asas e dando cambalhotas,
E escrevendo os desejos mais safados...
Destemidamente levando os teus beijos
Com as mãos, elevando aos recantos
Mais recônditos e cônscios...
Provocando mil miragens entre as nuvens...
Um anjo meio demônio, um demônio que é
Um anjo: sou eu ocupando os teus sonhos,
Ainda incógnito e suspenso nos jardins
Dos teus mais altos desejos
- sou o teu anjo -
O mais lindo e supremo encanto.
Decidi sacudir e tirar-te do teu canto,
Soprar no teu ouvido o desafio mais vadio...
Agora, o teu coração não será mais erradio;
O amor com destino certo, eu sou o teu caminho.
Acho que você não se atentou,
Que a nossa alquimia é intensa,
Só vou dormir quando você,
Me libera um beijo para que ele
Chegue do jeito que eu permitir...
Querendo saber de você, curiosa
Pergunto como você passou o dia,
E escrevendo tudo sobre nós dois,
Faço versos que a poesia espera,
Somos de nós dois e temos um ótimo
Motivo para sorrir...
Tenho um plano além da amizade,
Há uma certeza e uma vontade
De juntos não darmos mais espaço
Para a saudade - esse é o meu
Jeito de te esperar de verdade.
Às vezes tenho medo
Que você me esqueça,
Por isso escrevo versos intimistas
Para que eu não saia da tua cabeça;
Que chegue logo o real dia,
Que você virá
Para que a gente se aqueça
Até a hora que a noite adormeça.
A tua força é magnetizadora
O teu amor me escolheu
Quero ser bem sedutora
Para fazer-te todo meu
Carrego o nosso
amor sacrossanto
Só para você escrevo
Só por você eu canto
No embalo da espera
Não tenho o quê reclamar
Os pés estão bem na terra
Sonho em te completar
Estou aqui a sonhar
Que o meu corpo seja teu
E o meu coração o teu altar
Quero ser um oásis a te saciar
Ah! Se eu pudesse apressar
Os ponteiros do meu relógio
- Só para te abraçar! -
Ah! Se eu pudesse correr,
Junto com o tempo
Para nunca mais te perder.
Ah! Se eu pudesse revelar
A cor dos teus lindos olhos,
E por eles me declarar...
Ah! Se eu pudesse me aproximar,
Para recuperar o tempo perdido,
- E resgatar o tempo de amar! -
Os teus olhos são tão lindos...,
Eu não vou contar como eles são,
Só sei que por eles, entreguei tudo;
Entreguei a minha vida e o coração.
Os teus lindos olhos tão íntimos,
Tão castos e repletos de cores,
Por eles morro sempre de amores;
Com direito a todos os mimos.
Ah! No pestanejar e no brilhar,
Os teus olhos me tocam inteira;
Como plumas a me acariciar...
Ah! Não conto o que sou capaz
De fazer por estes olhos;
Sim, darei a volta ao mundo,
E por eles sou capaz de ir atrás.
Estou cercada por você,
Sob o teu jugo doce,
Estou por ti dominada,
Porque as tuas curvas,
Feitas de montanhas,
Repletas de histórias,
De revoluções e glórias,
Não esmoreceu, sempre lutou;
Até o veludo entrou em revolução
Para cumprir o destino, e fazer de ti
República Eslovaca uma NAÇÃO!
A delicadeza das horas,
E o vai-vem dos oceanos.
A repletude dos perfumes,
E o abandono das madrugadas.
Assim nos completamos,
Nos compreendemos, nos amamos
Ao ponto de nos perdermos em nós;
A vida se fez como uma foz.
Lira da loucura santa,
Coisa de quem ama,
Só compreende, e se entrega,
Ao teu jeito viril,
Que semeou amor na Terra.
Sempre eu nos preciso,
Bendiga o nosso desejo,
Surgiu mesmo sem beijo
Apenas no teu olhar
O cancioneiro se fez nascido.
Ter mais amor que o amor,
Ambição dos poetas e dos amantes,
Em versos borbulhantes
Para que nada se perca,
E no poemário tudo se cometa.
A minha poesia faz a teia,
Faço graça ao teu olhar,
Despeço-me ansiosa:
Carregando uma vontade ímpar
Que incendeia, e que não vai passar.
Não me distraio
Do nosso jardim.
Teço mil enredos,
Sublimes, enfim.
Não me culpo:
O desejo brotou
Bem imponente
Como um lírio.
Talvez seja delírio
Ou, apenas poesia.
Não me importo,
Registro em letras
Para que me leves,
E nunca me deixes.
Camponesa de alma,
E também de corpo,
Você é meu solo,
E eu a tua segurança,
Tenho a esperança
- da semente do amor
Que não desiste
De brotar sereno,
E crescer contente.
Não me distraio de nós,
Jamais!...
Semeio letras puras,
Versos incandescentes
Em busca dos beijos
- intermitentes -
Como um riacho em turbilhão
A tomar conta das pedras
Para amansar o teu coração.
Desvende-me em teu olhar,
Eis-me aqui para te contar:
Nos teus olhos celestes
Resolvi uma estrela buscar.
Surpresa doce e íntima,
Com o tom de revolução,
Por ti vivo a sorrir...,
Viraste a minha doce canção.
Entregue-se ao meu tocar,
Eis-me aqui para te amar:
Os nossos corações solares
Um dia hão de se reencontrar!...
Talvez no alto da montanha,
Ou na beira do mar;
Talvez, talvez, talvez...,
Quando a gente não planejar.
Agarre-se a nossa glória,
De escrever entre os beijos
A nossa história...,
Indizivelmente nossa.
Em salto e altura,
Não haverá queda livre,
Porque sinto-me tua;
Contigo estou segura.
Não vim parar à toa,
Surpreendendo-te
No céu de (Bruges),
Em queda livre,
Libertando-te,
Pairando leve,
Envolvendo-te
Para que o teu coração
Nos faça (entregues).
Amar o amor faz parte
Da honra, da vida,
Da poesia e da arte;
Da nossa ida
Pensando na volta;
O amor abriu a porta...
Toco o céu com a mão
Com tanta inspiração...,
E tão puro contentamento
Vou ao sabor do vento
Em busca de alento...
Alma forte como [ventania,
Assim é a alma austríaca.
Alma leve que rodopia...,
Ao som da valsa é [alegria.
Artesã da palavra poética,
Filósofa do tempo poema,
Amante de vida em expansão,
Escrevendo a poesia própria,
Cheia de paixão e sentimento.
Alma forte tão [alpina,
Assim é a alma austríaca,
Alma doce que fascina...,
De um acorde que [harmoniza.
Sabe ser feliz ao seu jeito,
Como poesia que [valsa
Talvez não tão perfeito,
Mas amor não faz [falta].
Os teus lábios sedutores
Por eles morro de amores
Tão lindos e doces lábios
De todos os lábios que ousei
Tão meus e róseos lábios
Os lábios que por eles pequei.
Ah!... esses lábios róseos
Tão lindos e repletos de sol
Por eles esqueço do mundo
Vejo no céu os tons mais flóreos
Todos por esses lábios de sol
Dourados e etéreos lábios...
Os meus lábios pecadores
Pelos teus lábios morrem de amores
Tão ternos e repletos lábios de calor
Se eu ficar com os teus lábios
Juro, que eu sou capaz de viver
Somente de amor - e nada mais!...
Intensos filhos de Gaia,
e atrevidos no Olimpo,
Furtivamente colho o teu beijo,
doce não resisto;
Acaloradamente e terna provoco
o teu instinto...
Protegidos por Deméter,
travessamente no Olimpo,
A minha nuca coberta pelo teu beijo,
doce te excito;
Apaixonadamente estou em tuas mãos,
te mordisco.
Acompanhados por Perséfone,
vagarosos no Olimpo,
Os meus seios nas tuas mãos
são um punhado de trigo;
Sinfonicamente doce atingiremos o paraíso,
predestino.
As três deusas são por nós dois,
já somos de nós dois,
Somos mistérios revelados,
e ainda não consumados;
Eles hão de nunca serem suficientemente
descobertos.
Sob a proteção do Olimpo,
juntos somos apenas dois meninos,
Divertidamente nos seduzindo
como os astros seduzem a orbe,
No nosso Universo tudo é repleto
- nele tudo pode -
e nos sacode;
Somos duas oferendas no Olimpo,
e perfeitos Mistérios Eleusinos.
E se for amor, que não soframos, amor deve vir de alguém que escolhemos para cuidar de nós e não nos fazer sofrer, se for com sofrimento não é amor é apenas paixão, paixão arde e como todo fogo, queima deixando sofrimento.
Os ventos te levam
As águas te trazem
Mas você resiste a me amar,
E eu enlouqueço
De desejo de te beijar por inteira.
Sentir novamente seu corpo
Sobre o meu a deslizar
Como lagrimas de pedras que choram
Sozinhas, esperando você me amar.
E assim fico entregue
Ao sabor das ondas
Entregue a luzes de estrelas
Que não são as suas
Não tem o mesmo brilho
Muito menos o seu calor.
Vivendo assim sempre
É a mesma coisa
Os dias passam
As rosas mucham
E eu continuo sofrendo
Por não poder te amar.
Quando se trata de amor, nada é errado, nada é certo, mas o incerto, é que move a razão dos apaixonados.
Minha força está no meu pensamento, meus desejos estão no meu coração.
Não tenho medo de perde-lo(a) pois eu também sou sua paixão!
Para a tristeza, o perdão.
Para a angustia, a esperança.
Para o medo, a coragem.
Para a fraqueza, a força.
Para a lembrança, o seu nome.
Para os desejos, o calor do seu corpo.
Para sorrisos, o seu rosto.
Para sonhos, os seus beijos.
Para sempre, o seu amor.
Vida
Qual é a essência
Que nos mantém de pé
A incerteza que nos cerca
Com cautela tentamos seguir
Arduamente seguimos depressa
Almejando o que parece impossível alcançar
Quero uma certeza de vida boa
Mesmo sabendo que a tristeza irá chegar
Inevitavelmente ela vai nos derrubar
Continuamos andando tentado não se afogar nas emoções que teremos que enfrentar.
A vida é uma estrada sinuosa
Nos faz seguir caminhos radiantes e obscuros
As pedras vão nos machucar
Andando depressa
Teremos que passar
Mesmo que à força
A estrada vai esvaziar e você vai se sentir só
Mas sozinho não está
Sem tempo para assimilar o caminho
Não pare
As coisas vão melhorar
Seguindo em frente para não perder as coisas
Que nos guarda no final dessa estrada sem fim
Fim esse, que já conhecemos
Sem tempo para apreciar toda a realidade boas e ruins que a rua nos trouxe
Pessoas passam para nos desejar boa sorte e outras para desviar nossos olhares
As vezes, ambas as coisas
Com as estações que nos seguirá
A estrada vai sentir o impacto delas
A primavera vai chegar, com toda sua beleza e charme vai te encantar
Seguir em frente tentará
Vai parar para apreciar e sem tempo a perder, se jogará
Da primavera vai enjoar e correrá para encontrar sua próxima estação
Avistará o verão momento de relaxar e apreciar
O verão não durou muito
Sempre há a necessidade
De redimensionar o caminho
Olhando a grama do vizinho crescer
Sempre mais radiante que a sua
Mais radiante que você
O outono vai te pegar e te estagnar
Não vai saber aonde ir
Sem cor, o cinza vai pairar
A grama já não parece mais tão bonita
O outono pode durar
Só depende de você querer mudar
Aceitar que precisa seguir em frente
Nesse ponto da estrada
Não sabe se ainda quer continuar
O inverno vai chegar para te dilacerar
Te desestabilizar
E de uma vez por todas
Te fará mudar
Crescer
Aprender que no final do dia só há você
A mudança que tanto espera está dentro de ti
O calor que há nas veias
Acenderá a chama que antes estava apagada
Iluminará o caminho de novo
Não podemos correr tanto
Passamos tão rápido pelas estradas
Que não nos damos o prazer de sentir as emoções
Sejam elas quais forem
Corremos do medo que consequentemente.
Afasta a felicidade
Sentimos a angústia
Orgulhosos de mais para parar
Seguimos em frente
Esta estrada nos coloca em um looping
Que sempre se repete
Dependendo da perspectiva
Chegamos nas estações rapidamente ou tardiamente
Mas elas sempre chagam
E o que nos resta é simplesmente andar
Mas agora, andaremos no nosso próprio ritmo.
Mas quando eu te olhava e o mundo parava, nada disso existia, seu sorriso se abria e uma conexão acontecia.
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