Paisagem poema
Eu sinto falta dos artesanatos, de analisar a paisagem e das fotografias, eu sinto falta de escrever, da minha moda... De pensar
Não me orgulho da minha versão atual pois ela faz eu sentir falta de mim mesmo.
Vi uma paisagem muito bela, mas não tanto quando seu olhar;
É você minha querida que faz meu corpo suar;
Você é minha vida, sem você não consigo respirar;
Fique comigo se não vou chorar;
Mulher,paisagem que Deus criou,
recheada de beleza e amor.
Mulher,pura inspiração a poesia,
alegria para quem sabe dá valor.
Sabedoria infinitamente significativa, ativa,prestativa,guerreira,amável,amiga.
Mulher,sempre mulher!
Mulher, o maior presente de Deus a humanidade.
Mulher,Obrigado pela sua existência,
e que a sua semana, e o seu dia, seja sempre abençoado!
@poeta_sergio_espindola__
Acredito que você goste de uma paisagem florida repleta de frutas, pássaros e borboletas.
Você poderá ter esta visão logo ali naquele terreno baldio próximo à sua casa.
Porém para que isto se torne realidade, pare de jogar lixo naquele lugar e passe a jogar sementes.
Como você já sabe, sempre colhemos o que plantamos, e se forem sementes então, seu desejo, com certeza, será realizado.
(teorilang)
O conhecimento da natureza
Um homem encontrou
Uma linda paisagem
Nela ele entrou
E avistou uma margem
Tão admirado
Com aquela beleza
E pela primeira vez
Viu a natureza
Havia tudo...
Tudo o que tinha no mundo
Tão maravilhado
Que respirou fundo
Não parava de olhar
Não tinha motivo para estar zangado
E permaneceu naquele lugar
Porque ficou hipnotizado
Vc é a felicidade,
Que torna a minha vida mais doce;
A paisagem que a deixa mais bela.
A esperança que nunca morre...
"E o amor que a minha alma espera'
Vc é a inspiração da minha poesia
A mulher que me faz sorrir de alegria
A minha vontade ao despertar todos os dias
E o motivo do meu Largo sorriso.
Vc é aquela que faz a minha vida ter cor,
Aquela que desejo chamar de amor
"Vc é simplesmente tudo o que preciso"
Vc é uma a mulher revestida de ternura,
De elegância e bravura...
Uma musa, uma Princesa...
Um amor que quero pra vida inteira.
TANGARÁ DA SERRA: Nosso `Vale do Silício` na paisagem do cerrado. `Capital do Médio Norte`, esteio de um grande estado.
Onde as águas do opulento Sepotuba, trançam os campos de alvos algodoais, com formosos girassóis e seus verdes cafezais.
Onde o intrépido pioneiro e o resiliente Parecis, alimentam a esperança, de um jovem aprendiz.
Com sua gente heroica, que não reluta em sair às ruas, para defender as bandeiras suas.
Com suas festas tradicionais, seus desfiles cívicos e as canções dos festivais.
Da labuta de seu campesino, que de madrugada deixa sua roça e para a feira segue em destino.
De seus bairros tradicionais: Shangrilá, Portuguesa, Esmeralda, Tarumã, Horizonte, Arapatunga, e tantos outros mais ...
A cada ano, sua área é expandida; a cada início de dia, nova construção é erguida. Suas largas avenidas, imponentes e floridas, levam a um novo destino, a uma vila recém-nascida, a um sorriso de menino.
Sua pedra, ainda Solteira, do alto da cordilheira, recebe seus viajantes (com seus sonhos e semblantes) encantados com as cachoeiras, de belezas exuberantes.
Se não bastasse tanta fartura, Deus ainda lhe deu a honra, de nascer em 13 de maio, na abolição da escravatura.
A paisagem mais bela
Querida ******,
Nesta viagem deparei-me com paisagens magníficas e inimagináveis e inevitavelmente pensei em voce. Cada flor, vale, cachoeira e até as majestosas montanhas me fazia ter lembrança de sua presença. Sua pele suave e delicada como uma flor, seus cabelos voando nos ventos de outono, seus olhos castanhos como mel em meio ao por do sol, me faz perceber que a paisagem o quão linda seja, só será para mim perfeita se estiveres nela.
As paisagens nos conectam com a eternidade e nos lembram de vossa pequenez e insignificância. Apreciar a natureza em cada mínimo detalhe completa vossa existência, assim como sua presença completa minha vida. De todas as paisagens que tive a oportunidade de contemplar, não encontrei nenhuma que se igualasse ao encanto que flui de você e erradia a todos ao redor. Sua enormidade e beleza superam qualquer panorama que este mundo pode oferecer.
com afeto,
Isaac
A minha paisagem interna são rabiscos.
Transfixa o que sinto e o que esqueço;
Inaudíveis lamentos imprecisos.
Sigo inerte. Encontro-me e me perco!
Sou como uma bússola sem eixo Norte-Sul.
Um livro não escrito, uma dor não sentida.
Algo intangível, inacessível azul
Do além, do aquém. Ventura sonhada e não vivida.
Perplexo sorrio no meu desalinho.
Torpor constante e involuntário;
Disperso de tudo, sinto o teu carinho
No esquecido templo mortuário.
No ciclo dos passos não se vê efemeridade.
Os pontos permanecem, refletem um estado;
A paisagem se converte, simula a novidade;
Mas o ciclo ainda é ciclo, e não há efemeridade.
FÁBULA
Ao levantar abro a janela
e presencio o nascer do sol
uma paisagem tão bela!
Os passarinhos logo vêm a cantar
agradecer a mãe natureza
que faz um espetáculo de arrasar
As cigarras começam a chiar
os sapos ficam pulando
e as formigas trabalhando
E durante alguns minutos o galo fica cantando
o cachorro começa a latir
e o gato fica miando
Forma - se um coral divino
uma energia que fortalece a alma
E ao fechar a janela
vejo os galhos das árvores gesticulando em sinal de tchau
e antes de ir trabalhar, reflito:
“que pena que tudo isto está se acabando”.
Paisagem tão diferente da minha terra tem essa terra!
Atrevo-me a fazer comparações
Enquanto a neve enfeita os picos altos
Os moleques caem aos saltos
Rindo-se espantados com o boneco de neve!
Nesse instante em que vejo essa cena
Meus olhos percorrem o reflexo de espelho
Do rio congelado onde as pessoas esquiam
A natureza trazendo alegria no Inverno dos Alpes suíços.
No Brasil a essa hora, a molecada brinca com a bola
Driblando com garra o adversário marcando um gol
Fazendo a festa na beira do mar, riem-se! Agora é festejar!
Com o samba correndo solto até a noite chegar.
Tantas terras tanta gente diferente
Pessoas seres humanos a quererem apenas ser feliz
A humanidade tem toda a mesma luz (essência)
Nada somo sou seremos nesse universo materialista sem paz.
única!
Quando olhamos para uma paisagem verde e no meio daquela mata surge uma árvore florida de matizes rosadas, é fácil se apaixonar, porque o diferente chama a atenção, o inusitado é apaixonante…Ah, mas maravilhoso é descobrir em meio as milhares, ou milhões de tons de verde, um lá perdidinho no infinito das folhas, que orienta os olhos e dirige o coração. Isto acho que é amor…quando o comum torna-se único, quando o simples atinge a complexidade de um sentimento que sei lá como definir. Mas é maior que tudo e, aquela paisagem toda verde derrepentesome e, lá está ela, uma folhinha, a mais importante de todas…porque tem o meu amor!
O frio e a paisagem.
Entre névoas e neblinas que dançam no frio, e um vento que conta segredos ao léu, há um pedaço do mundo perdido, um sul europeu sob o céu fronteiriço.
Ponta Porã e Pedro Juan, irmãs, separadas apenas por linha imaginária e discreta, misturam-se línguas, misturam-se danças, e as vozes do tempo ecoam inquietas.
Vieram tropeiros, vieram guerreiros, os guaranis, os espanhóis distantes, os portugueses bandeirantes, gaúchos e correntinos sonharam, nesta terra de vida vibrante.
O mate aquece, o tereré refresca, bebida que cruza as eras e laços, um ritual sem começo ou fim, que une estradas, povos que cresceram entre os ervais da região.
O frio borda a paisagem em prata, mistura emblemática sob o verde dos campos e matas a névoa esconde o que o tempo deixou, lamentos perdidos no vento antigo, memórias que a alma soprou.
Mas há calor nos rostos, nas mãos, na fronteira que nunca se encerra, onde o passado caminha presente, escrito nos traços desta terra.
As cores da paisagem
há cores na estação.
O trem partiu no horário
levou você,
ficou partido o coração.
Toda parte é só metade,
toda partida, solidão.
Sinto tua falta,
mas preciso — com razão —
abrir de novo o coração,
achar outra parte,
partir
pra nova estação.
A Alma do Pampa
O pampa, com suas coxilhas que dançam sob o céu sem fim, é mais que uma paisagem: é o coração pulsante do Rio Grande do Sul, onde a alma gaúcha se entrelaça com a terra, o gado e a solitude. Este romance mergulha na essência dessa vastidão, onde tu, tchê, vais encontrar o homem e a mulher gaúcha, muitos descendentes de imigrantes italianos e alemães, moldando suas vidas entre o galope do cavalo, o mugir do gado e o cultivo da uva que dá vida ao vinho. Aqui, o trigo e a soja florescem nos campos, testemunhas de um povo que carrega a força do trabalho e a riqueza de suas raízes.
A Vida no Pampa é a história de um gaúcho e uma prenda, cujas origens italiana e alemã trazem à pampa o eco de terras distantes: o canto das nonas, o rigor dos colonos, a paixão pelo vinho artesanal e o pão feito com o trigo da própria lavoura. O cavalo, fiel companheiro, carrega não só o peso do laço, mas a própria identidade de um povo que vive em harmonia com a natureza bruta. O gado, soberano das coxilhas, é o sustento e o símbolo de uma luta diária, enquanto a soja, com sua modernidade, desafia as tradições de outrora.
Entrelaçado a essa estória, o folclore gaúcho sussurra em cada sombra do pampa: o Negrinho do Pastoreio guia os perdidos, e a Salamanca do Jarau guarda segredos sob a terra. Este livro capta a dualidade do campo: a beleza crua da imensidão e os conflitos silenciosos de quem carrega no peito o orgulho de suas origens e a solidão de horizontes infinitos. Inspirado nas vozes de Simões Lopes Neto e no ritmo das canções nativistas, A Vida no Pampa é uma roda de chimarrão, onde o homem e a mulher gaúcha, imigrantes e nativos, compartilham histórias de trabalho, amor e resistência. Vem, tchê, senta-te, mateia e escuta o que a pampa, com sua uva, seu vinho e seus mitos, tem a te revelar.
Este mundo, ou a circunstância em que me encontro submerso, não é apenas a paisagem que me cerca, mas também o meu corpo e a minha alma.
Eu não sou o meu corpo; encontro-me com ele e com ele tenho que viver, esteja são ou doente. Mas também não sou a minha alma; encontro-me com ela e preciso dela para viver, ainda que, às vezes, ela me sirva mal por ter pouca vontade ou nenhuma memória.
Corpo e alma são coisas, e eu não sou uma coisa, sou um acontecimento, um drama em movimento; uma luta incessante para me tornar aquilo que devo ser.
Lá de cima onde o azul se derrama,
Ela admira a paisagem que a chama
Vestida em vermelho, chama que dança,
Emoldura o verão, acende esperança.
Os cabelos, cascata que o vento acaricia,
Misturam mistério com poesia.
E seus pés tocam o chão de outro mundo,
Mas sua alma, ah... flutua num segundo.
A Itália se curva pra vê-la passar,
As casas, as curvas, o brilho do mar.
Ela não olha pra câmera, olha pro sonho,
Que sabe que viver é um dom risonho.
Ali, entre o mar e a história antiga,
Está o agora, a beleza que abriga.
Como se a paisagem ganhasse sentido
No instante exato da captura da foto, sem ruído.
Ela não observa, ela habita o cenário,
Como se fosse destino, e não acaso diário.
E quem a vê, entende sem conversa:
A magia acontece… quando Jaqueline joga pro universo.
Villar
Olhos da cor da paisagem, sabe aquele matagal que acompanha a reflexão? É, ele se encontra nos teus olhos, tenho a sensação de que nunca vi duas bandas se encaixarem de forma perfeita, como sua parte interna e a externa, é um par completo de beleza, e mais beleza, acho que se fosse descritível o inexplicável, estaríamos todos falando de você.
É difícil encontrar, beijos com gosto de café, acho que o seu tem exatamente o gosto da minha bebida predileta, com toda certeza perderia meu sono. Faz alguns dias que observo você, mas por um tempo, achei que meus olhos eram telescópios a observa as vagas estrelas, sempre soube que não havia necessidade de tamanha visão, para enxergar que você era a mulher da minha vida, ou pelo menos um plano infalível de uma suposta reencarnação.
Em um momento da vida, esperei que estivesse além dos meus pensamentos, imaginei você dançando daquela mesma forma louca de sempre, meus olhos bocejam para que eu durma, e continue a dança ao seu lado.
