Pais e Educacao Rubem Alves
O conhecimento transforma, liberta, e se um governo deliberadamente não investe em educação de qualidade, pode ter certeza de que é pra manter um rebanho dócil e alienado, a fim de estabelecer um controle social.
Sem pai e sem mãe ela teve uma educação deficiente, ela chorou pelo futuro incerto, ela chorou pelo fato de estar sozinha, ela chorou, pois não sabia amar, ela não sabia abraçar, ela sofreu arduamente com medo do amor
TEMA:
Educação para Serenidade: Proposta de Disciplina Curricular do Ensino Secundário como Reforço na promoção do Bem-estar e da Sociedade Pacífica em tempos da Inteligência Artificial
QUESTÃO DE ANÁLISE:
Em que medida a Educação para Serenidade como Disciplina Curricular do Ensino Secundário pode reforçar a promoção do Bem-estar e da Sociedade Pacífica em tempos da Inteligência Artificial?
SÍNTESE:
A Educação para Serenidade como Disciplina Curricular do Ensino Secundário pode reforçar a promoção do Bem-estar e da Sociedade Pacífica em tempos da Inteligência Artificial ao munir os Alunos com Competências promotoras do Bem-estar e de uma Sociedade Pacífica nos tempos da Inteligência Artificial.
A minha fala é de luta contra esse modelo educacional que está pautado na excelência, na educação da ostentação, onde o foco do ensino se contenta com o desempenho do aluno em avaliações com o único objetivo de aferir a competência da gestão, da escola e do sistema de ensino.
A educação de palanque não constrói, modela; não inclui, promove a exclusão institucionalizada; não desenvolve a autonomia, conduz a heteronomia; não media a criticidade, aliena o aluno; não aplica a equidade, pois foca na meritocracia como motivação; não consegue exercer seu papel social porque seu objetivo não está no que pode fazer, mas no que pode aparecer.
A educação do presente corre o risco de formar consumidores de conteúdo, não pensadores autênticos.
Estamos educando para a profundidade ou para a pressa?
A informação está acessível como nunca, mas sem reflexão crítica, ela se torna apenas um dado que passa, e não um saber que transforma.
Avaliar na educação é oportunizar ao educador, a possibilidade de trilhar caminhos pedagógicos diferentes com o propósito de mediar, de forma mais eficaz, o avanço desejado.
A educação está tão promíscua em servir aos ideais do mercado, se assumindo como empresa, focada em resultados, em produzir uma excelência fabricada, que esquece o ser humano mais importante de uma sociedade, pois é pela mediação dele, que provém todos os outros profissionais de uma sociedade. Os sistemas de ensino, desvalorizando o professor no exercício de sua profissão, faz com que a sociedade não enxergue o seu valor social. Lamentável! Transferindo a responsabilidade do baixo nível dos alunos, nas escolas, para os educadores, atribuindo-lhes metas focadas, em apenas, no desempenho dos alunos nas avaliações externas, pouco se preocupando com a verdadeira formação dos mesmos. Omissão em reconhecer que a situação deplorável dos alunos não estarem no nível de conhecimento esperado para a série que estão cursando, seja fruto de um modelo educacional que não forma, deforma; não inclui, promove a exclusão institucionalizada; não media a cooperação, valoriza a meritocracia.
Promover uma educação pública de qualidade não é um 'crime'; sem dúvida, é uma obrigação, um direito! Portanto, não se deve torná-la uma tortura para aqueles que a servem com dedicação e comprometimento moral.
“A educação faz parte da vida, dá sentido e indica caminhos, ao passo que, a escolarização é como que um carro, facilita em trajetórias, encurta distancias, mas por mais longe que seja, sempre podemos ir a pé.”
Jailton Silva
A educação é o fio condutor que entrelaça cultura e memória, permitindo o resgate de histórias silenciadas pelas desigualdades sociais.
A cultura, quando aliada à educação, torna-se instrumento de resistência e reconstrução diante das feridas abertas pela desigualdade histórica.
Sem o reconhecimento da história e o fortalecimento da cultura local, a educação perde seu poder de transformação econômica e social.
O direito, desprovido da moral compartilhada pela educação, torna-se um mecanismo vazio, incapaz de sustentar uma sociedade verdadeiramente justa.
O sentimento de justiça nasce da educação moral, fazendo com que a lei seja respeitada não pela imposição, mas pelo reconhecimento de seu papel na ordem social.
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