Pais de Adolescentes
Na minha mente, Na minha cabeça
Tudo oque vemos, tudo oque vivemos não passa de uma simples simulação criada pelo PRÓPRIO homem, a simulação que vai se repetir até o fim do mundo
MORTE
RACISMO
EGOÍSMO
TRAIÇÃO
Preconceito
HENRY MARTINS PAIS
TRÍPTICO
(à maneira popular...)
I
desamada
desarmada
vem o vento
vai-se o tempo
nem o tempo
nem o vento
dá o tempo
de sarar
de repente
vem o dia
chega a hora
borda fora
a acostar
volta atrás ó cavaleiro
volta atrás se quer's teu bem
tua amada
tua armada
com o tempo
desarmada
traz também
II
o que se sente
entre o que se pensa e diz .
o que se pensa
entre o que se sente e cala
o que se cala
entre o sentir e o ser
o que se diz
entre o que se ama e sonha
nós
no mais fundo de nós
nós perdidos
nós vazios
nós à margem
III
Quem vai responder
o que não tem resposta
Quem vai falar
o que não tem palavra
Quem vai achar
o que em nós esquece
Quem vai roer
o que em nós sufoca
Vem noite ou pranto ou dia ou vento
Quem quer que sejas que seja o novo
Abrindo o canto na carne clara
[Só no sonho os meus dias se consentem]
Só no sonho os meus dias se consentem
A um nome se reduz
esta ânsia de ser
presença viva do meu gesto outrora
Eu não sei de outro nome para a ternura.
Um país nasce de guerras e histórias, um guerreiro se orgulha delas, faça a sua família se orgulhar do legado que você irá deixar.
O grande problema do Brasil é o "complexo de tadinho". Aqui se faz de tudo para se eternizar a pobreza e nada para acabar com ela.
Só feliz encontrei a verdadeira felicidade em tí junto do teu amor.
Sem medo de errar grito para o mundo só FELIZ e nada nem ninguém me vai separar dessa felicidade porque provo ser verdadeira.
"Viver intensamente não é como os adolescentes estão pensando, encher a cara. É sentir o mundo 100%, na sua amplitude. Se você bebe, não sente o mundo"
O resgate da cidadania
Resgatar o conceito de cidadania nas crianças e adolescentes brasileiros é um desafio e, por isso mesmo, o principal objetivo do programa Mutirão da Cidadania - lançado pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. O objetivo é trazer à tona o sentimento de nação, de civismo, de solidariedade, de união e de amor aos valores dignificantes que têm sido cada vez menos apreendidos pelas novas gerações. O Mutirão será composto por diversas ações que visam ampliar nos estudantes da rede estadual de ensino a compreensão sobre questões essenciais à sua formação pessoal e profissional. A ética, a nobreza de caráter, o espírito de equipe, o respeito ao próximo e às suas diferenças de gênero, raça, credo e classe social, a preservação do meio ambiente - a começar pelo cuidado e valorização do espaço da própria escola -, o incentivo ao voluntariado e os estudos dos símbolos nacionais constituem as bases principais do programa. Uma das medidas que adotadas para a conquista desses objetivos é o hasteamento da Bandeira e a execução do Hino Nacional nas unidades de ensino, todas as segundas-feiras. A idéia é estimular a criação de espaços voltados ao resgate de valores ligados à vivência da cidadania, ao mesmo tempo em que a utilização da linguagem musical é otimizada como forma de expressão, comunicação e convivência. O programa será desenvolvido por meio de parcerias com as secretarias da Justiça, da Cultura, do Meio Ambiente e da Juventude, Esporte e Lazer, além de instituições como a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Procon e o Faça Parte. Juntas, essas entidades trabalharão a consciência cidadã dos alunos, incentivando a participação ativa dos jovens tanto na escola quanto na comunidade. Elas fornecerão orientações sobre a formação e administração de grêmios estudantis, a realização da coleta seletiva de lixo nas escolas - ressaltando a importância dessa ação para o ecossistema -, a criação de Bandas da Juventude nos estabelecimentos de ensino, a conscientização dos direitos e deveres do consumidor e o estímulo ao voluntariado, que se constituirá em exercício efetivo de solidariedade. Acreditamos que a prática dessas ações será fundamental para a formação de cidadãos críticos que possam ocupar, definitivamente, um lugar de destaque nos cenários político, econômico, social e cultural do Brasil. Vivemos numa sociedade mutante, diversa e repleta de peculiaridades. Independentemente disso, o mundo todo atravessa um período de mudanças radicais que alteram o comportamento das pessoas provocando fenômenos sem precedentes na história da humanidade. Basta lembrarmos o quanto a família se modificou adquirindo novos modelos de estruturação - o que não quer dizer que está mais presente na vida das crianças e jovens. Ao contrário, paralelo às mudanças na estrutura familiar, o mercado de trabalho tem exigido cada vez mais de todos, tornando o tempo que os pais dedicam aos filhos mais escasso quantitativa e qualitativamente. A carência afetiva é a porta de entrada para o recebimento de influências negativas do meio e da mídia - essas últimas por meio da exposição exagerada à televisão e ao computador, sem nenhum critério seletivo. O resultado desse processo é evidente quando observamos a inversão de valores fundamentais à vida em sociedade, favorecendo o consumismo exacerbado, o culto exagerado ao corpo, da superficialidade das relações e a ascensão acelerada da violência e das drogas. Com isso, o papel da escola hoje é muito mais amplo e complexo do que há algumas décadas. Cabe a ela não só ensinar, mas auxiliar a formar o cidadão. Outro fator importante de mudança está na universalização do ensino, que trouxe aos bancos escolares pessoas extremamente diferentes, muitas vezes provenientes de famílias desestruturadas e/ou com situação econômica precária. Essas crianças, até há pouco tempo excluídas do ambiente educacional, necessitam de cuidados e atenções redobradas dos professores. Com a política da escola pública para todos, a rede oficial precisou reestruturar a proposta pedagógica para acolher os mais variados perfis estudantis. Nesse sentido, O Mutirão de Cidadania é uma ferramenta mais do que importante para garantir aos alunos uma formação mais adequada aos desafios impostos pelo século XXI. Machado de Assis, o grande mestre da literatura brasileira, nos forneceu um alento para as adversidades quando disse: "Defeitos não fazem mal, quando há vontade e poder de os corrigir." Se depender de nossa vontade e de nosso esforço, a educação conseguirá, sim, cumprir sua função: ser a bússola para mostrar um norte, um caminho seguro em direção ao futuro.
Publicado no Diário do Grande ABC
E quantas crianças e adolescentes poderiam sair da exploração sexual com a denúncia anônima? Centenas! É o silêncio cúmplice da sociedade e a estupidez humana que favorecem a infância cheia de abusos.
hoje em dia nós jovens e adolescentes ouvimos muito de pessoas mais velha a seguinte frase “a mas no meu tempo” e sim na maioria das vezes não paramos para pensar, e se parássemos veríamos como a maioria das coisas que hoje não damos importância vai ser importante no futuro, estamos sendo ignorantes e não estamos olhando ao nosso redor e vendo como as coisas estão se modernizando rápido, por exemplo se pararmos e conversar com pessoas mais velhas sobre a educação, alimentação, as profissões iremos ver como as coisas mudaram e não estou falando de 80 anos atrás estou falando de vinte ou dez anos atrás por exemplo a um tempo atrás os telefones modernos eram grandes pesados e tinha uma antena nem que fosse pequena já hoje temos telefones celulares com relógio,música, gps, lanterna,wifi entre outros hoje podemos escolher como vamos estudar se vai ser virtual ou presencial.
E agora pergunto a vocês como será a educação a alimentação e as profissões, porquê
enquanto estamos na nossa rotina cotidiana tem pessoas como cientistas e engenheiros trabalhando em novos smartphones, tablets, foguetes, aviões, onibûs,robôs.
E vai chegar um dia onde teremos poucos transportes e empregos dirigidos ou coordenados por pessoas.
Porém teremos novas profissões seremos educados de uma maneira diferente, mais fica a pergunta as nossas escolas estão nos ensinando como vai ser ou nos preparando para essa modificação.
esta mudança total certamente séra daqui a algumas décadas ou anos mais temos que parar de fingir que estamos prontos para tudo ou que estamos prontos para uma rápida mudança e não estou falando apenas de nós mas sim, da raça humana.
O problema dos adolescentes, é que, a maioria, acham que já sabem das coisas, e sempre querem ter razão acima dos maiores de idade.
29-05-17
Inversão de costumes.
Um casal viajava de carro com seus filhos adolescentes, de repente o moleque falou! Pai, para no primeiro posto ou paradouro que eu estou apertado para fazer xixi. E assim o pai fez, e seguiram viagem. Lá pelas tantas a guria falou! Pai, para o carro aí que eu quero ir ali no mato pra mijar, mas báh!
Se os jovens e adolescentes de hoje levasse Cristo tão a sério quanto levam a busca por um parceiro, muitas nações já teriam ouvido falar de Cristo!
Entenda uma coisa, jovens e adolescentes cristãos: Deus é importante, missões é importante, estudo da Bíblia é importante; um relacionamento não está acima dessas coisas, pelo contrário, é o que menos importa.
Os adolescentes precisam de liberdade para escolher, mas não tanta liberdade que eles não possam, de fato, fazer uma escolha.
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