Pai para Filho Recém-Nascido
A democracia talvez NUNCA tenha nascido. Está num laboratório sendo sabotada por algumas famílias que manipulam e comandam tudo em beneficio próprio: os Rothschild, os Rockefeller, os Soros, os Gates e outras.
Eu queria ter nascido no meio do mato... Cercado pela natureza e pelos bichos, não ter conhecimento de civilização e nem de outro tipo de existência que fosse diferente da minha, não ter diferença de credo, de raça, não ter conhecimento de doenças, remédios e nem de médicos, não saber o que é riqueza e nem pobreza, principalmente não saber o que é a fome ou que é a fartura, não saber o que é avareza e nem a raiva, não conhecer o que é homem mal, e nem o que é violência, não ter conhecimento do sistema, capitalismo, política e tudo que é ruim dentro de sistema podre... Queria ter nascido longe de tudo isso... Utopia, sonho de uma cabeça que só pensa num mundo melhor... Pq esse já não presta mais 😔🥺
Sou um renascentista
Talvez eu tenha nascido fora do tempo,
mas minha alma caminha pelas ruas de Paris.
Não as ruas apressadas do turismo,
mas aquelas onde a madrugada ainda cheira a vinho, tinta e papel.
Onde os músicos tocam como se o destino dependesse de um acorde
e os poetas bebem a lua em silêncio.
É ali que existo — entre o som e a palavra,
entre o piano e o abismo.
Sou um renascentista: músico, poeta, pianista.
Vivo entre o sagrado e o profano, entre o vinho e o verbo.
Cada nota que toco é um pedaço de mim tentando renascer,
cada verso, uma confissão que o tempo não conseguiu apagar.
Não bebo para esquecer, bebo para lembrar —
que a vida, como a arte, é feita de breves eternidades.
Quando sento ao piano, sinto Paris me ouvir.
Os fantasmas de Debussy e Ravel espiam por sobre meu ombro,
e o Sena, lá fora, parece repetir minhas notas nas águas.
O poeta em mim escreve o que o músico sente;
o músico traduz o que o poeta pressente.
É uma comunhão silenciosa entre o som e o pensamento —
a forma mais bela de loucura.
Ser renascentista é não aceitar a indiferença dos tempos modernos.
É crer que a beleza ainda pode salvar,
que o corpo é templo e o amor é arte.
É brindar com o vinho e com o caos,
com a esperança e o desespero,
porque tudo o que é humano é divino quando há música no coração.
Sou um renascentista.
Poeta, músico, homem que vive nas ruas de Paris —
onde o tempo se curva diante de um piano,
e o vinho se torna prece nas mãos de quem ainda acredita
que a vida é, acima de tudo, uma sinfonia inacabada.
Como que Jesus morreu por mim se eu nem havia nascido?
Cristo, na cruz, pagou o preço de sangue o valor dos nossos pecados; Ele não precisava esperar você nascer para fazer isso, assim como a Lei áurea assinada pela princesa Izabel serviu para os negros ainda não nascidos.
Cada dia mais me orgulho de ter nascido numa família matriarcal de mulheres de muita fé, decididas, lutadoras, guerreiras, sábias, protetoras. Muitas vezes leoas e sempre verdadeiras fortalezas!
A definição de um amor épico:
Nascido no caos, temperado pela dor, mas resistente como aço. Um elo improvável que sobrevive porque foi forjado no calor da batalha, onde a alegria e a tristeza não são opostas, mas cúmplices.. Dançam juntas, costurando um vínculo que não quebra.
Adorar-te e saciar a sede
no cálice melífero de beijos,
nascido para o encaixe
mais do que perfeito,
para o amor de perdição
embalado na flutuação.
Se disser sim, é óbvio
que jamais direi não...
O melhor do Brasil é o seu povo,
esse povo múltiplo, nascido da mistura de etnias, culturas e histórias
que tece, dia após dia, a grandeza do país.
O pior do Brasil é o persistente complexo de vira-lata,
ainda encarnado em parte desse mesmo povo,
submisso às velhas soberbas imperialistas e às heranças coloniais
que insistem em moldar mentalidades e destinos.
O melhor do Brasil é o seu povo:
um mosaico vivo de sangues, cores, vozes e batalhas,
uma multidão que insiste em ressurgir,
mesmo quando o país tenta afogá-la no próprio descaso.
O pior do Brasil é o vírus antigo do vira-latismo, essa servidão tatuada na alma,
herdada de grilhões que nunca foram quebrados,
apenas polidos, disfarçados e impostos como destino.
O melhor do Brasil é seu povo plural,
tecido de afetos, tambores e memórias,
um jardim humano que floresce
nas línguas, nos ritmos e nas mãos que constroem cada amanhecer.
O pior do Brasil é o velho eco colonial
que ainda assombra corações e gestos,
um sopro servil que tenta calar a própria grandeza
e dobrar-se diante de poderes que não lhe pertencem.
O melhor do Brasil é o seu povo,
gente que me lembra casa, abraço, cheiro de comida na panela,
gente que ri alto, que sofre fundo, que segue apesar de tudo.
O pior do Brasil é essa tristeza educada,
esse medo de ser grande,
esse reflexo de se curvar ao que vem de fora
como se faltasse orgulho na própria pele.
O melhor do Brasil reside no povo,
na vastidão existencial de sua diversidade,
onde identidades múltiplas se encontram
para criar um sentido coletivo de ser-no-mundo.
O pior do Brasil é o complexo de vira-lata,
uma sombra psíquica herdada da história,
que transforma a autodúvida em hábito
e a subserviência em uma forma trágica de pensar o próprio destino.
✍©️@MiriamDaCosta
Não tive nada a ver com o 11 de setembro… Só carrego a Culpa, a Gratidão e a Graça de ter nascido num dia bom, com a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.
As vezes sinto um certo desconforto em relação ao século em que estou, creio ter nascido na época errada. Mas ainda almejo e creio que ainda exista homens antigos. Que puxam a cadeira pra você se sentar, abram a porta do carro por educação, pagam a conta pra te surpreender, que ande na rua segurando sua mão, que lhe envie flores sem se preocupar que uma hora ou outra ela vai murchar, em meio madrugada lhe mandar uma mensagem inesperada, que lhe trate com devido respeito em qualquer lugar e momento. E acima de tudo, provar ser realmente um homem, e não só simplesmente dizer ser um.
A história de Jack
Era uma vez Jack, o coelho. Nascido em cativeiro, alimentado com ração a base de milho, Jack ,branquinho peludo e fofinho, corria de um lado para o outro em sua gaiola. Era um coelho feliz, e teve uma vida boa até chegar o dia em que fora separado de seus irmãos para um propósito maior.
- Jack, o coelho, terá a honra de ser servido amanhã em um jantar de natal, juntamente com um delicioso peru, rodeado por abacaxis e pêssegos.
Este é o destino de Jack, um destino de fácil determinação, onde na maioria dos casos não resulta em um final feliz. Mas não se assuste, se você é capaz de ler esta pequena história, certamente o seu destino poderá ser diferente do de Jack, tendo em vista que uma das diferenças entre vocês é que você tem a capacidade de fazer escolhas, sendo possível traçar o seu próprio destino. Já Jack, pobrezinho, não tem a mesma sorte.
Para continuarmos a nossa história, ou melhor, nosso pensamento – façamos a seguinte pergunta:
- Nós já paramos para refletir sobre o futuro, ou apenas imaginamos como possa vir a ser o nosso futuro?
- E sim, há uma pequena diferença entre estes dois tipos de pensamento.
Suponhamos que você leitor, muito estudioso, sentado aí em sua cadeira, sonha em um dia se formar e exercer a medicina. Uma vez que esta venha a ser sua paixão, sua grande meta na vida. E você muito dedicado, desde cedo se esforça para que este sonho se torne realidade, e já se imagina usando um jaleco branco, atendendo seus pacientes, cuidando da família, e é claro, ganhando muito dinheiro e exercendo uma função que ainda por cima lhe proporciona prazer.
Maravilha! Você acaba de imaginar seu futuro, e agora vai correr atrás!
Porém... Apesar de tudo isso, que me parece ser um ótimo plano, você tem de pensar também nas “variáveis”, que são o conjunto de situações que podem desviar seu rumo, se não, acabar de vez com seus planos.
Não querendo lhe assustar, mas já assustando - toda e qualquer ação que temos provoca uma consequência, por mais simples que seja. Para não ficar muito abstrato, vou usar o exemplo de uma triste história que ouvi uma vez:
Um homem, muito estudioso, que sempre foi destaque em questão de notas escolares e que sonhava em ser engenheiro mecânico, batalhou duro e realizou seu sonho de se tornar um engenheiro, com excelentes notas. No dia de sua festa de formatura, que por sinal foi uma festa muito animada, com muita comida e bebida. Este mesmo homem sai em seu carro novo, que acabara de ganhar de seu pai como presente de formatura, e Infelizmente ao invés de ir pra casa como combinado com a família, ele resolve fazer uma surpresa à sua namorada, que mora em uma cidadezinha a 20 km de distância, e que não fora à festa por estar muito doente.
Na estrada, um carro ao tentar cortar um caminhão, perde o controle, invadindo a pista contrária e batendo de frente com nosso engenheiro. Ele sobrevive, mas após sofrer um derrame cerebral, causado pela forte pancada que levara na cabeça, adquiriu sequelas que impossibilitaram que ele trabalhasse com a sua profissão.
Sua decisão de ir visitar a namorada não é uma decisão errada, mas foi a pequena escolha que teve como consequência um resultado que mudou sua vida para sempre.
Se você leu com atenção, deve ter percebido que por mais que você se prepare, faça planos, o “amanhã” é sempre incerto. E nós conseguimos às vezes acabar com algo construído durante uma vida inteira, com apenas um segundo, a partir de uma escolha, ou mesmo seguindo certo percurso. Se você for parar para pensar, tudo é incerto – as “variáveis” fazem parte da vida. Seja as que a gente provoca através de ações e escolhas, ou como no caso do engenheiro, que não fazia nada de errado, e acabou pagando por um erro alheio.
- Você já parou pra pensar que o que você é hoje, o que você faz e o que você sonha, pode mudar completamente de um dia para o outro? Não sei como você reage a isto, mas me assusta refletir sobre o assunto.
Toda ação tem uma reação, é fato! Se com este breve texto eu consegui fazer você refletir sobre seu futuro e entender como tudo pode mudar com simples ações, sentir-me-ei muito satisfeito, pois esse era o meu intuito. Se você não refletiu, tente refletir para escolher de uma forma sensata seu próximo passo, antes que seja tarde demais.
E Jack, o coelho, estava delicioso, não sobrou nenhuma fatia na mesa.
