Pai Nao Entende nada
O orgulho sem que nada o justifique conduz irremediavelmente ao fracasso. Os indivíduos tornam-se como bolas cheias de vento, rebentam aos primeiro embate.
Nada é o que parece ser.
O mar de longe é azul, de perto é verde, por dentro, transparente. Aparentemente, tudo é diferente do que realmente é. Eis então o segredo para não julgar: em vez de olhar o mar de longe, mergulhe!
Então, nós todos somos importantes – talvez menos do que muito, mas sempre mais do que nada.
A dor física do amor.
Nenhuma palavra que eu diga poderá expressar o quanto me dói. Nada que eu faça poderá fazer com que o tempo volte. As conversas com Deus, por mais frequentes que tenham sido, não acalmam meu coração. A presença dos amigos ou de quem diz ser, não preenchem nem um pouco do vazio que a sua ausência me trouxe. As promessas feitas, de um dia para o outro, não significam mais nada além de lembranças que me fazem chorar. Eis que descubro que a dor de amor é física. A solidão se faz presente mesmo quando não estou sozinha. A melhor companhia é a minha cama, que me escuta chorar baixinho e não insiste em dizer que vai ficar tudo bem. E ao mesmo tempo que não te quero, me auto saboto para não me deixar te esquecer. A rotina é outra, a vida me força a mudar de hábitos, mas insisto em passar pelos mesmos lugares. Espero ansiosa pelo tempo, porque dizem que é ele que cura tudo.
Namorada, palavra honrada, que se tirar uma pequena e simples palavra chamada amor, sobra nada...
N-AMOR-ADA
Paz, um dia inteirinho de paz: nada de brigas, nada de decepções, nada de mágoas. Só paz, é tudo o que eu quero.
Ela dança como se fosse leve, pluma, nada. Ela sente como se fosse força, peso, tudo. Externa palavras como se desse uma pirueta. Demonstra o que sente como se fosse samba. E todos os gingados requebram com as emoções. Dança querendo mostrar a vida que não existe negação, quando a aceitação é positiva. Ela gira, gira, gira e se delicia com a melodia de sentimentos novos. Não se envergonha com os passos errados e continua no ritmo familiar que já tanto conhece. Fecha os olhos, mas não fecha o corpo. Abre a mente, mas não fecha a alma. Ela consegue ser sexy nas canções menos apropriadas. Ela é linda, principalmente, quando dança. E quando não existe música, ela faz aquele som na boca, como quem canta uma canção de ninar. Abraça o corpo, fica na ponta do pé e sai rodopiando, rodopiando, rodopiando, como se nada fosse parar...
... nem ela.
~*Rebeca*~
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Sim, nada mais sou do que um viajante, um peregrino sobre a terra! E você é alguma coisa mais do que isso?
Velho. É o que sou. Quero tudo e nada quero. Posso? Permites-me tal ousadia? Subir a mais alta montanha, conhecer o algures e o nenhures; tocar o fundo de todos os mares e deitar-me com as estrelas e correr como o vento.
Nunca desista! Nunca, nunca, nunca, nunca. Em nada. Grande ou pequeno. Generoso ou mesquinho. Nunca ceda, exceto a convicções de honra e bom senso. Nunca ceda à força; nunca ceda ao poder aparentemente esmagador do inimigo.
Você sabe que está amando quando olha pra alguém com a certeza de que nada nela precisa ser corrigido.
O senso comum nada mais é do que um depósito de preconceitos colocados na mente antes de fazermos dezoito anos.
Nada mais envelhece do que um circuito mental que se baseia em atitudes como:
Suspeitar de que os outros pensam mal de nós, querem nos enganar ou não nos valorizam como merecemos.
Fazer previsões negativas de fatos que ainda não ocorreram.
Ter expectativas exageradas a respeito do que o mundo e as pessoas que o habitam têm a nos oferecer.
“No meio de todos os mistérios que nos cercam, nada é mais certo que estarmos na presença de uma energia infinita e eterna, da qual todas as coisas procedem.”
