Pai Nao Entende nada

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Personalidade é aquilo que uma pessoa tem quando não está precisando do emprego.

Eu nunca quis agradar às multidões: pois aquilo que eu sei, elas não aprovam; e aquilo que elas aprovam, eu não sei.

“A verdade é clara como água de rocha, como liquor de quem não tem meningite séptica.”

Não sou doce, sou amargo.

Prefiro as palavras gritadas
Ditas no calor da hora
Elas são as mais verdadeiras
Não são medidas, apenas faladas

Prefiro os beijos roubados
Deles não se esquece
Deles não se foge, e nem se espera
Apenas deseja-os

Prefiro os amores complicados
Os doloridos, os inesquecíveis
Os quais não constam nos livros
Afinal, a realidade não é literal;

É ensandecida.

Sam: Eu não sei o que está errado comigo. Eu acho... que eu preciso de ajuda.

Agora me tornarei uma pessoa daquelas que cuidam para não se envolver.

Quando você conhecer uma pessoa grossa, lembre-se: ela não é assim porque quer, só porque VOCÊ quis.

Não consegui. Do grande esforço através dos doze meses, doze signos, doze faces, só guardo essa certeza. Que tonta travessia. Tudo bem, descansa. Faz parte, não conseguir. Como Sísifo, se queres mitologias. Queres ainda? Por favor, estou farto. Brilhos baratos, as jóias eram todas falsas. Está certo, mas não quiseram te fazer mal. O mal não existe reverso do bem. Tanto faz, só peço que me deixem. Vou ficar encostado na árvore até amanhecer. Olhos abertos, feito uma vela acesa. Se ela insistir, direi que não tenho piedade alguma. Que não compreendo, não aceito nem perdôo mais a loucura. Se ele vier, pedirei que fique. Serei bom para ele. Mentira, não pedirei nem direi nada a ninguém. É indivisível, aprendi. Talvez consiga dormir. Talvez consiga acordar amanhã finalmente livre de tudo isso. Terei apenas um corpo, poucos pensamentos, todos pequenos. Sei que foi inútil quando os vejo obstinados recomeçar e recomeçar sempre. Uma serpente que morde a própria cauda, um círculo infinito de enganos, Maya. Talvez não, perdeste a fé? Não te castiga assim, está tudo em paz. Nunca houve cães. É como uma cantiga de ninar nas cinzas do fim do mundo. Um barbitúrico, se preferires. Entorpece, melancólico, te leva para longe. Já se perdeu, não há futuro. Repousa, meu amigo. Deixa-me passar a mão nos teus cabelos. Está amanhecendo. Em voz baixa, eu canto para te enganar.

"Ei você, tá triste por que? Não fica assim erga já essa cabeça,e agradeça a vida que vc tem, e mostre quão podereso é Deus, e que ele é o Doutor das causas impossíveis, entregue a ele e confie, e em seguida é só ter esperança e esperar, porque ele nunca quer o seu mal, sempre pensa no melhor pra você".

Por que tu não te surpreendes pensando em mim?
Por que não chama outra pelo meu nome?
Por que não o dizes sem querer? E depois descobre que o que mais quer é dizê-lo sem parar...
Quando olho para ti, por que não devolves o mesmo olhar?
Eu queria também que perdesse a voz e que se sentisse nervoso, que se arrepiasse.
È nos teus braços que eu tenho vontade de morar. E quando me chamas para um abraço, envolver-me-ia com toda a tua força e sentiria o meu coração bater por causa do teu.
Mereces-me tanto que já me tens...
Só não sabes.

Mesmo que você não esteja aqui
O amor está aqui agora
Mesmo que você tenha que partir
O amor não há de ir
Embora

A vida deveria ser vista não como prosa,
mas como poesia.
Essa é a abordagem religiosa,
a abordagem do místico.
Ele olha não com perguntas nos olhos,
e sim com admiração,
com deslumbramento.
Ele não pensa na existência, ele a sente.
Ele abre o coração. Em vez de usar a cabeça,
ele escancara as portas e janelas de seu coração,
deixa o sol, o vento e a chuva entrarem.
Isso é o que entendo por poesia.
O místico é um poeta no sentido mais elevado.
Ele pode não escrever poesia- isso é irrelevante.
Ele vive poesia,ele é poesia.
Esqueça tudo sobre sua cabeça:
seja sem-cabeça e repleto de coração.
Não existem problemas na vida;
todos os problemas são invenções da mente.
A vida é um mistério a ser vivido,
não um problema a ser resolvido.

Não sei ser contida, discreta.
Brigo em voz alta, rio em voz alta, sinto em voz alta.
Sou feita de barulho e de verdade.
Murmúrio não faz parte de mim
e quem não gostar, que tape os ouvidos.

Na vida eu já cai e aprendi com muito tombo, eu não sou dono do mundo mas eu sou filho do dono

É, eu sinto sua falta muitas vezes. Mas por orgulho não vou atrás. Ainda me dói te ver largando a mesma ladainha pra cima de outras, mesmo sabendo que é uma coisa sem valor, que certamente são palavras ditas com muita falta de sinceridade. Mas me dói. Te ver me desperta a vonta do teu abraço, de ouvir tua voz. De delirar com seu sorriso e rir das suas brincadeiras maliciosas. Eu sei que talvez tudo tenha tenha mudado. O que há dentro de mim não é mais tão forte, e eu ando comemorando com isso. Talvez eu nem goste mais tanto de você, porém eu não sei viver na dúvida. Sei que sinto falta do seu cheiro, quero tanto seu abraço, meus olhos pedem seu sorriso e eu luto contra isso. E vou continuar lutando, desejando que cada um siga sua vida e que seja assim: natural. Mas só para deixar claro e ser bem sincera, às vezes o seu jeito, essa mania de achar que os outros não tem sentimentos me magoa. E eu sei que para você não é grande coisa, mas chego a pensar que não sei mesmo se algum dia você vai se cansar dessa vidinha em que o mais rápido, mais ágil, que age pela razão, o mais esperto é o que se da bem. Que iludindo alguém as coisas irão dar certo no fim. Definitivamente acho que numa dessas você vai virar para mim e dizer: “E aí, já posso levar o Oscar?” – e eu, novamente, vou sair da história como a “coitada que foi enganada”.

Ou você namora, ou você está solteiro. Não existe meio termo nessas situações. E isso não é radicalismo, é apenas uma questão de princípios.

Não amei o mundo, nem ele a mim;
Não bajulei seu ar vicioso, nem dobrei
Aos seus idólatras o joelho do sim.
Meu rosto não abriu risos ao rei
Nem repetiu ecos; a turba, eu sei,
Não me inclui entre os seus. Vivi ao lado
Deles, porém sem ser da sua grei;
E à mortalha da sua mente atado
Estaria se não me houvesse precatado.

Esta vida é absurda e ilógica; eu já tenho medo de viver, Adelaide. Tenho medo, porque não sabemos para onde vamos, o que faremos amanhã, de que maneira havemos de nos contradizer de sol para sol... (...)
Além do que, penso que todo este meu sacrifício tem sido inútil. Tudo o que nele pus de pensamento não foi atingido, e o sangue que derramei, e o sofrimento que vou sofrer toda a vida, foram empregados, foram gastos, foram estragados, foram vilipendiados e desmoralizados em prol de uma tolice política qualquer...
Ninguém compreende o que quero, ninguém deseja penetrar e sentir; passo por doido, tolo, maníaco e a vida se vai fazendo inexoravelmente com a sua brutalidade e fealdade.

Lima Barreto
Triste Fim de Policarpo Quaresma

Você sabe, minha cabeça é maior confusão
é como a vida, se sente que tem, mas não tem explicação