Pai Nao Entende nada
Oh! Que pena tá preso, nunca soube de nada, nada era dele, era um "santo" era um "grande" presidente.
Mas quem será que liderou o rombo do País?
Quem será que administrou a maior corrupção no País?
Quem será que afundou o País na segurança, no trabalho, na saúde e na educação?
Quem será que deixou os pobres mais pobres e os ricos mais ricos?
Por que será que colocaram um inocente na prisão? Coitado era tão bonzinho!
No ventre do Nada, um eco sussurra,
um som sem origem, que o vácuo murmura.
É cifra que dança na sombra da luz,
onde o Verbo não fala, apenas seduz.
Quem forja os limites do que não tem fim?
Quem planta a centelha no pó do jardim?
Ali onde a forma se curva e se esconde,
jaz o Mistério que tudo responde.
Se a chama é oculta no seio do gelo,
qual é o segredo que anima o anelo?
E se o espelho do céu é o chão que se quebra,
quem lê as palavras que o tempo celebra?
A teia do real, tecido sem cor,
é feita de névoa, silêncio e ardor.
Nela os números cantam, os ângulos oram,
as letras se curvam, as formas devoram.
No olho do ciclo que nunca termina,
há um ponto imóvel que tudo domina.
Mas quem o percebe? Quem nele repousa?
O sábio sem rosto ou a estrela que pousa?
Sete são os portais e doze os sopros,
mas qual é o nome que habita os próprios?
Se a rosa gira e jamais se fecha,
qual mão invisível a forma e a deixa?
Há ouro no vento e sal nas estrelas,
há mapas gravados na pele das velas.
E quem decifrá-los, será como um rio:
fluido, sem margem, sem tempo, sem fio.
O que tudo contém
mas nada é, quando o tudo convém?
Sussurre o enigma ao silêncio que paira,
e a Chave surgirá onde o eco não falha.
A cura é antes de mais nada uma mudança de atenção do externo em direção a nós mesmos, que permite que nos encontremos afinal.
A busca interior, essa ânsia por iluminação, é nada mais, nada menos que teu ser que desabrocha. No caminho para a iluminação, você não é aquele que busca, mas o que é buscado.
Nada fascina mais do que a arquibancada de um estádio lotado. Há ali um estremecimento contagiante de alegria e tristeza, de amor infinito e ódio momentâneo. Ali se morre sem morrer.
O que me dá a ilusão de jamais ter sido um iludido é que nunca amei nada sem ao mesmo tempo odiá-lo.
Nada une mais as mulheres do que a dor de corno, a humilhação, a raiva.
Se a inveja te abandona, és apenas um inseto, um nada, uma sombra. E um doente. Enquanto ela te sustenta, remedia as fraquezas do orgulho, vigia teus interesses, vence a apatia, opera vários milagres.
Em política nada se faz sem calcular. Mesmo as paixões e os gestos inesperados são medidos antes de acontecer.
Orientação sexual é só orientação sexual e gênero é só gênero, nada dizem acerca do caráter ou da inteligência de uma personagem ou uma pessoa.
